HUMANIDADE

Nós humanos inteligentes e sensíveis precisamos construir, a consciência sobre nossa prática de humanização

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Hannah Arendt “A condição humana” “Crianças Invisíveis”

Trago comigo imagens para   reflexão 

Hannah Arendt cientista política germânica de origem judia nascida em Linden, Hanôver, Alemanha, consagrada como um dos grandes nomes do pensamento político contemporâneo por seus estudos sobre os regimes totalitários e sua visão crítica da questão judaica. Filha do engenheiro Paul Arendt e de Frau Martha Cohn, doutorou-se em filosofia na Universidade de Heidelberg (1928) e, vítima do racismo anti-semita, fugiu para Paris (1933), onde trabalhou como assistente social atendendo a refugiados judeus. 

 “A condição humana”, Hannah Arendt alerta: condição humana não é a mesma coisa que natureza humana.
A condição humana diz respeito às formas de vida que o homem impõe a si mesmo para sobreviver.
São condições que tendem a suprir a existência do homem. As condições variam de acordo com o lugar e o momento histórico do qual o homem é parte.
Nesse sentido todos os homens são condicionados, até mesmo aqueles que condicionam o comportamento de outros se tornam condicionados pelo próprio movimento de condicionar. Sendo assim, somos condicionados por duas maneiras:  
Pelos nossos próprios atos, aquilo que pensamos nossos sentimentos, em suma os aspectos internos do condicionamento.
Pelo contexto histórico que vivemos a cultura, os amigos, a família; são os elementos externos do condicionamento.

Hannah também nos fala sobre sermos responsáveis  para apresentar e acolher,a criança na sua chegada ao mundo. O filme “Crianças Invisíveis” nos provoca a pensar sobre como acolhemos e cuidamos de nossas crianças, em nosso momento atual. Durante o filme  meu olhar sobre a representação das crianças diz o quanto apresenta-se   dolorosa,distante e inrresponsável nossa tarefa  e nosso gigante oficio. Cuidar das crianças.

Fórum Social Temático – 2012

Amigos trago algumas reflexões  realizadas no Fórum Social Temático 2012

Percepções

Possibilidades

Ações

Desigualdades

Novo olhar

Responsabilidades

Anthony Browne

Penso ser  interessante ouvirmos,Anthony Browne sobre suas reflexões relativas as ilustrações nos livros infantis.

Igualmente proveitoso apreciar as ilustrações do livro  O Meu pai

Assim também como é gratificante, observar as ilustrações do livro A Minha mãe

Quatro Marias

MARIAS

Penso que, mais uma vez a questão da adoção no Brasil precisa ser revista. Precisa agilidade nos processos de adoção.

  Quem sabe Verônica tivesse o prazer de adotar Quatro Marias.

Educação Infantil

Estou vivendo um momento, no qual percebo que, as construções afetivas, são imprescindíveis na educação infantil. Trouxe comigo as contribuições de Anthony Browne.

Livro recomendado para a Educação Pré-Escolar, destinado a ler em voz alta/contar/trabalhar na sala de aula.

Recomendado para o 1º ano de escolaridade destinado a leitura autónoma e/ou leitura com apoio do professor ou dos pais.
Também recomendado para projectos relacionados com o Natal nos Jardins de Infância, 1º e 2º anos.

O livro ideal para filhos, filhas… e especialmente mães. Livro cartonado, ilustrado a cores. Uma homenagem às mães num livro cheio de ternura. «A minha mãe podia ser bailarina ou astronauta, podia ser uma estrela de cinema ou uma grande empresária. Mas é a Minha mãe, que há-de gostar sempre de mim.»

 Este livro é um tributo aos pais num álbum cheio de afecto e de humor. Anthony Browne, alia breves frases a ilustrações muito ricas que proporcionam ao leitor uma interpretação imediata do tema. A importância da figura paternal é comunicada ao leitor através da perspectiva de uma criança que destaca as inúmeras qualidades e atributos do seu Pai. O fato de este se encontrar caracterizado por um roupão em todas as imagens, suscita um ambiente familiar informal em que a criança, através dos elementos visuais percepciona facilmente as comparações feitas. A relação entre texto e ilustrações é peculiar, visto que a expressividade das imagens permite aos leitores captarem as metáforas referidas pelo texto. Este livro é ideal para ser lido no seio familiar, podendo criar um excelente momento de cumplicidade e união entre pais e filhos.

O Meu Pai

«O meu pai podia ser um doutor ou um atleta, podia ser um dançarino ou um grande cantor. Mas é o MEU pai, que há-de gostar sempre de mim.»
Anthony Browne
Anthony Browne é um grande autor e ilustrador inglês de livros infantis, somando cerca de 40 títulos editados. Foi aluno do Leeds Art College, tendo-se licenciado em artes gráficas no ano de 1967. Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Kate Greenaway Medal em 1983 (Gorilla) e 1992 (Zoo); o Prémio Kurt Maschler, por Gorilla(1983), Alice`s Adventure in Wonderland (1988) e Voices in the Park (1998). É detentor do muito prestigiado prémio Hans Christian Andersen (o «Nobel» da literatura infantil) de ilustração, no ano 2000. Mais recentemente foi ilustrador residente das célebres galerias Tate.

Amor e Revolução

Amor e Revolução

Gostei. Foi  uma novela contada com sinceridade. Uma parte dolorosa da história, da sociedade brasileira começa a ser revelada para o grande público.

Muitas cenas doloridas. A dor maior é o fato de ter sido verdade. Dor maior ainda é saber que, os responsáveis por tantas torturas não foram punidos.Isso dói…há como dói.

Defender o que há de humano e justo, entre nós é uma prática eterna.

Mudanças sociais são processos históricos. Demorados,criticados,barrados,sufocados.

  Possíveis. Penso que a esperança , a visão, a práxis reflexiva sobre nossa conduta humana; há de tranformar nossa realidade ainda tão desigual em tantas parte do, planeta  Terra.

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