Bom dia amigos. Trago comigo uma canção.

Hoje trago comigo uma canção como suporte para refletirmos sobre os atos de intolerância vistos nesta semana. Pessoas matando pessoas.

Eu só peço a Deus – Mercedes Sosa

 

 TRAGO TAMBÉM O TEXTO DE ALEXANDRE HAUBRICH

Todos os fogos  fantasmas assassinados e o silêncio da mídia do apartheid.

 Este artigo é parte do texto assinado por Jornalismo B – Editado pelo jornalista Alexandre Haubrich

 Há fantasmas vagando pelo Brasil. Fantasmas sujos, rotos. Fantasmas de dentes estragados, cabelos endurecidos pela poeira que também encarde sua pele. Sim, os fantasmas brasileiros têm pele, e tem olhos cuja superfície exala dor, mas cujas profundezas são de uma alegria quase infantil. Mas são fantasmas. Alguns ainda tentam tornar-se homens, outros já desistiram, e apenas vagam. Solas dos pés cansadas pelo chão, cabeça muitas vezes cansada pelos refúgios químicos mais diversos, de hora em vez os fantasmas precisam atirar-se em algum canto e respirar. É aí que, em segundos, se transformam em homens, visíveis, indesejáveis, apenas para a seguir serem transformados em cadáveres.

No último sábado mais dois fantasmas viveram essa situação. José Edson Miclos Freitas foi transformado em cadáver. Paulo César Maia escapou por pouco. O crime dos dois, que os levou à punição da fantasmagoria, é a pobreza. É a falta de um teto sob o qual tentar se defender da selvageria do individualismo e do ódio à humanidade típicos do sistema capitalista. José e Paulo moravam na rua. José já não mora em lugar algum. Os dois foram incendiados enquanto dormiam, em Santa Maria, cidade satélite de Brasília.

Jornalismo B – Editado pelo jornalista Alexandre Haubrich 

Basta! Com tantas injustiças!

José, Paulo e muitos outros moradores de rua ou de favelas – o que pouca diferença faz para a mente excludente das elites – são assassinados diariamente. Assassinados pelo sistema que exclui, que oprime, que agride, e assassinados pelo setor da mídia que sustenta este sistema e silencia sobre essa violência. O silêncio sobre a existência é uma forma de assassinato das mais cruéis. Pode não matar o corpo, mas mata o sujeito, mata a mente, mata a cidadania – e como existir sem ao menos algum resquício dela? 

Se a fantasmagoria não é um problema sistêmico, então vejamos: segundo informou nesta segunda-feira a Telesur, 6500 seres humanos dormem nas ruas de Washington, nos EUA. 1500 são crianças. Por outro lado, é famosa uma frase de Fidel Castro, apoiada pela UNESCO: “Hoje milhões de crianças dormirão nas ruas. Nenhuma delas é cubana”.

Jornalismo B – Editado pelo jornalista Alexandre Haubrich

Educação Financeira

Educação Financeira

Pensar em   economia doméstica é pensar em saúde financeira e em qualidade de vida.  É lembrar que há um organismo chamado capital que nos absorve.Sendo assim o que tratamos por economia doméstica ou economia   financeira vai  além de sabermos fazer uma planilha de gastos mensais. Ela envolve pensar sobre nossas escolhas conscientemente. Tarefa que não é fácil, mas  necessária para garantimos  nossa qualidade de vida. o uso racional dos recursos, a escolha correta dos bens de consumo e de alimentos,nas atitudes cotidianas que evitam o desperdício podemos considerar ações importantes para despertar o consumo consciente ecom esperanças de melhorar nossa economia doméstica.

Atualmente existe vários livros que tratam sobre esta importante questão. Muitos projetos caminham para concretização deste aprendizado.

Seu Futuro – Educação Financeira E Atitudes Para Conquistar Sua Independência, de José Pio Martins, Editora Fundamento

Sinopse: Oferece ferramentas para que o leitor analise seu comportamento e faça mudanças, incluindo questões práticas, como tipos de investimentos, elaboração e administração de orçamento e formas de ensinar os filhos a pouparem e a valorizarem o que ganham.

Pai Rico – o Poder da Educação Financeira – Lições Sobre Dinheiro Que Não Se Aprende Na Escola, de Robert Kiyosaki, Editora Campus Elsevier

Sinopse: Com instruções para despertar o lado financeiro nos filhos e prepará-los para lidarem com uma nova era, em que empregos já não são mais tão estáveis como antigamente.

GIBIS

Gibis de educação financeira para crianças ensinam que a relação com o dinheiro se constrói a partir dos cinco anos de idade. A Serasa Experian em parceria com Cássia D’Aquino, educadora com especialização infantil e autora de livros sobre o tema, desenvolveram a cartilha “Dinheiro Não É Brincadeira” com a colaboração do jornalista e ilustrador Claudio de Oliveira.

Cássia D’Aquino diz que a falta de jeito para lidar com finanças pode ser, no decorrer da vida, consertado e aprendido, mas o ideal é receber, ainda criança, educação financeira. As atitudes que funcionaram na infância e que levaram as pessoas a alcançar os objetivos desejados é que moldaram a mentalidade financeira que elas têm hoje.

O descontrole orçamentário na vida de uma família pode causar traumas e separação no ambiente familiar e no trabalho. Pensando nisso, o gibi aborda valores e comportamentos envolvidos no ganho e no uso do dinheiro no cotidiano das famílias.

“Família Poupe” é um trabalho da Cassia D’Aquino com a Citi Financial que mostra a importância da administração do dinheiro, sobretudo na percepção dos desejos de consumo. A cartilha fala sobre como obter o melhor proveito ao adquirir algo desejado e incentiva as atitudes empreendedoras. Assim, o gibi é um dos muitos instrumentos na educação das crianças e evita que elas se tornem pessoas mimadas.

Educação financeira nas escolas já mostra resultados e pode ajudar no combate à inflação.

O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram hoje (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.

Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.

Segundo o especialista do banco Rogeli Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. “O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]”, acrescentou.

O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.

O  Banco Central também apresenta um programa de Educação Financeira para jovens.

Educação Finaceira para jovens

Contato com o cidadão

O Programa de Educação Financeira do Banco Central (PEF-BC) envolve ações que visam propiciar orientação à sociedade sobre assuntos financeiros, destacando o papel do Banco Central como agente promotor da estabilidade econômica. O propósito é contribuir para que as pessoas entendam as relações que influenciam suas vidas na área da economia e das finanças.

Trata-se de um programa sintonizado com tendências de bancos centrais de outros países e de instituições financeiras modernas, que vêm aderindo a essa nova forma de contato com os cidadãos, independentemente do segmento social a que estes pertençam.

VEJA ALGUMAS POSSIBILIDADES

Água: economize no banheiro, elimine vazamentos, use a vassoura e não a mangueira para varrer a calçada, não deixe torneiras pingando e opte por modelos com sensores automáticos;

Alimentos: prefira produtos da estação, aproveite todas as partes de verduras e legumes, manuseio com cuidado os alimentos para não danificá-los, consuma produtos da região (ajudando a reduzir os custos de transporte), faça um cardápio para a semana (existe muito desperdício doméstico com frutas, legumes e verduras) e atenção à validade dos produtos;

Reciclagem: priorize produtos ambientalmente corretos, consuma somente o necessário, evite mercadorias com muitas embalagens, separe seu lixo para coleta seletiva, doe o que não serve mais para você, use os dois lados da folha de papel, imprima somente o necessário e use sacolas ecológicas quando for às compras;

Energia: economize ao lavar e passar roupa, lavando e passando uma grande quantidade de roupas de uma vez e não exagerando no sabão em pó. Use o ar condicionado com moderação, não deixe os aparelhos em ligado na tomada, diminua o tempo do banho, não abra muito a geladeira para ela gastar menos energia e use somente aparelhos com selo Procel;

Dinheiro: faça sua planilha de gastos mensais, prefira compras à vista, use o cartão de crédito com responsabilidade, pesquise as melhores ofertas, avalie bem quando comprar a prazo, não despreze as moedas e não consuma produtos piratas.

TURMA DO PERERÊ TV BRASIL

Programa de qualidades para nossas crianças

 

O programa

 A obra do cartunista e escritor Ziraldo traz os exuberantes recantos naturais do Brasil para a televisão, utilizando recursos de dramaturgia, animação, música e linguagem dos quadrinhos. A Amazônia, o Pantanal, as Cataratas do Iguaçu e a Chapada Diamantina são alguns dos cenários das aventuras dos personagens que são a síntese do povo brasileiro. A série é destinada às crianças e adolescentes, público carente de um programa brasileiro, que fale de sua gente, de seu país, dos seus problemas.

Equipe 

Autor – Ziraldo Alves Pinto

Adaptação e Roteiro – Wilson Rocha

Direção Geral – Sonia Garcia

Horário

  • Inédito
    • Seg 10h00
    • Ter 10h00
    • Qua 10h00
    • Qui 10h00
    • Sex 10h00
  • Reprise
    • Seg 12h30
    • Ter 12h30
    • Qua 12h30
    • Qui 12h30
    • Sex 12h30

 

LITERATURA E CINEMA

É prazeroso perceber a curiosidade que, os filmes estimulam os jovens e muitos adultos em conhecer a literatura universal. Oxalá que coisa boa.
 Crepúsculo é um filme de romance/fantasia de 2008, dirigido por Catherine Hardwicke, adaptado do primeiro livro da série homônima de Stephenie Meyer por Melissa Rosenberg. O filme estrela Kristen Stewart como Isabella Swan, uma garota que se apaixona por Edward Cullen, um vampiro interpretado por Robert Pattinson.O autor do poema, Robert Frost (1941)
Fire and Ice (“Fogo e Gelo”) é um dos poetas mais populares  estadunidense Robert Frost, publicado em dezembro de 1920 na revista Harper’s. Ele discute o fim do mundo, comparando a força do fogo com a emoção e desejo, e gelo com ódio.[1]
Robert Frost
Fogo e gelo

Alguns dizem que o mundo acabará em fogo,

Outros dizem em gelo.

Fico com quem prefere o fogo.

Mas, se tivesse de perecer duas vezes,

Acho que conheço o bastante do ódio

Para saber que a ruína pelo gelo

Também seria ótima

E bastaria.

O poema foi inspirado em uma passagem do Canto 32 do Inferno de Dante, em que os traidores de sua própria espécie são mergulhados, enquanto num inferno de fogo, até o pescoço no gelo: “um lago tão ligado com gelo, / Não teve como água, mas como um direito claro de vidro … / Eu vi, onde os pecadores são preservados no gelo. “[1]
Stephenie Meyer
SOBRE A AUTORA
Origem e publicação
A autora Stephenie Meyer disse que a idéia de Twilight veio de um sonho que ela teve em 2 de junho de 2003. O sonho era sobre uma garota humana e um vampiro que estava apaixonado por ela, mas também estava sedento de seu sangue. Baseada nesse sonho, ela escreveu a transcrição do que agora é o capítulo 13 do livro.[5] Ela nunca havia pensado em vampiros, e o sonho surpreendeu a ela própria. A autora chegou inclusive a dizer: “Não escolhi os vampiros. Eles me escolheram”.[6] Meyer continuou escrevendo a história a partir desse capítulo, até o fim. Apenas depois, escreveu o início.[7] Apesar de ter pouca experiência, em três meses ela havia transformado o sonho em um romance completo.[8] Depois de escrever e editar o livro, ela assinou com a editora Little, Brown and Company por 750.000 dólares, um montante elevado para a primeiro publicação de um autor.[9] Megan Tingley, a editora que assinou com Meyer, disse que, na metade da leitura do manuscrito, ela percebeu que tinha um futuro bestseller nas mãos.[10] O livro foi publicado primeiramente em 2005.
Depois do sucesso de Twilight, Meyer expandiu a história em uma série com mais três livros: New Moon (2006), Eclipse (2007) e Breaking Dawn (2008). No total, os quatro livros da série venderam cerca de 150 milhões de cópias mundialmente,[1] sendo mais de 5.200.000 milhões vendidos no Brasil.[11]
A série Twilight faz parte do gênero de ficção para jovens adultos, fantasia e romance, embora Meyer categorize seu primeiro livro, Twilight, como “suspense romance terror comédia”.[12] No entanto, ela afirmou que considera seus livros como “romance mais do que qualquer outra  coisa”.[12] A série explora o não ortodoxo romance entre a humana Bella e o vampiro Edward, assim como o triângulo amoroso entre Bella, Edward e Jacob Black, um lobisomem.[13] Os livros evitam se aprofundar em sexo provocativo e drogas, porque, de acordo com Meyer, “Eu não acho que adolescentes precisem ler sobre sexo gratuito”.[14]
De acordo com a autora, seus livros são “sobre vida, não morte” e “amor, não luxúria”.[17] Cada livro da série foi inspirado e vagamente baseado em um clássico diferente da literatura: Crepúsculo em Orgulho e Preconceito de Jane Austen; Lua Nova em Romeu e Julieta de William Shakespeare; Eclipse em O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë e Amanhecer em outros dois livros de Shakespeare, Sonho de Uma Noite de Verão e O Mercador de Veneza.[18][19] Meyer também citou outros romances como inspiração para a saga, os quais incluem Jane Eyre, de Charlotte Brontë, e Anne of Green Gables de Lucy Maud Montgomery,[20] além de dizer que o escritor Orson Scott Card é uma grande influência em sua escrita.[15]
Meyer, uma Mórmon, reconhece que a sua fé tem influenciado seu trabalho. Ela disse que seus personagens “tendem a pensar mais sobre de onde vieram e para onde eles irão do que poderia ser típico”.[14] Meyer também orienta seu trabalho a partir de assuntos como sexo, apesar da natureza romântica dos livros. Ela declarou que não teve intenção consciente de seus romances serem influenciados pela crença Mórmon, ou de promover as virtudes da abstinência sexual e pureza espiritual, mas admite que sua escrita é modelada por seus valores, dizendo: “não acho que meus livros estão sendo realmente impressivos ou obscuros, por causa de quem eu sou. Sempre haverá muita luz em minha histórias”.[22]

Em algum ponto, duas estradas bifurcavam numa árvore. Eu trilhei a menos percorrida e isto fez toda a diferença.

Robert Lee Frost

Robert Lee Frost nasceu em São Francisco, Califórnia, em 26 de março de 1874. Foi um dos mais importantes poetas dos Estados Unidos do século XX: recebeu quatro prêmios Pulitzer. Com a morte do pai em 1885, mudou-se com a família para a Nova Inglaterra, região à qual Frost e sua poesia seriam permanentemente associados no futuro. Em 1890, publicou seu primeiro poema e começou a dar aulas e realizar pequenos serviços em fazendas e moinhos. A vida que levava nesse período moldou sua personalidade poética: foi um dos poetas norte-americanos que melhor combinou em seus versos o popular e o moderno, o local e o universal. Em 1895, casou-se com Elinor White, com quem teve seis filhos. A partir daí passou a envolver-se cada vez mais com a vida no campo: em 1901 já administrava sua própria fazenda. A partir de 1906 começou a lecionar em tempo integral na Pinkerton Academy e seguiu proferindo palestras e conferências, atividade que não abandonaria até a morte. Entre 1912 e 1915 viveu na Inglaterra, onde publicou seus dois primeiros livros de poemas, A Boy’s Will (1913) e North of Boston (1914). Os livros foram bem recebidos pela crítica européia, e Frost foi apresentado a poetas famosos, como Ezra Pound, Ford Madox Ford e W. B. Yeats. Em 1915 voltou aos Estados Unidos e publicou seus dois primeiros livros na terra natal. A morte da esposa em 1938 e o suicídio da filha Carol em 1940 causaram um impacto tremendo em sua estabilidade emocional. Em 1941, mudou-se para Cambridge, onde viveria pelo resto da vida, o tempo todo assessorado por sua secretária Kathleen Morrison, a quem pediu em casamento logo em seguida à morte da esposa, mas Kathleen recusou. As viagens como conferencista incluíram uma visita ao Rio de Janeiro e São Paulo, em agosto de 1954. Plenamente reconhecido como um dos maiores poetas norte-americanos do século XX, Robert Frost morreu em 29 de janeiro de 1963.

A estrada não trilhada

 

Num bosque, em pleno outono, a estrada bifurcou-se,

mas, sendo um só, só um caminho eu tomaria.

Assim, por longo tempo eu ali me detive,

e um deles observei até um longe declive

no qual, dobrando, desaparecia…

 

Porém tomei o outro, igualmente viável,

e tendo mesmo um atrativo especial,

pois mais ramos possuía e talvez mais capim,

embora, quanto a isso, o caminhar, no fim,

os tivesse marcado por igual.

 

E ambos, nessa manhã, jaziam recobertos

de folhas que nenhum pisar enegrecera.

O primeiro deixei, oh, para um outro dia!

E, intuindo que um caminho outro caminho gera,

duvidei se algum dia eu voltaria.

 

Isto eu hei de contar mais tarde, num suspiro,

nalgum tempo ou lugar desta jornada extensa:

a estrada divergiu naquele bosque – e eu

segui pela que mais ínvia me pareceu,

e foi o que fez toda a diferença.

 

#Tradução: Renato Suttana*

Robert Frost (1874 – 1963)

A estrada não trilhada

 

“O homem só se aproxima da sabedoria quando começa a se conhecer de verdade.”

Algum tempo falamos sobre   o que é a Antroposofia. Acreditamos que esta   ciência cada dia torna-se mais necessária para  nossa melhor sobrevivência.

Antroposofia é uma ciência espiritual que objetiva o conhecimento (do grego sofia) sobre o ser humano (antropos). Com base em seus princípios, há escolas dentro da medicina, farmacologia, nutrição, fisioterapia, psicoterapia, pedagogia, administração e espiritualidade. Segundo a antroposofia, a conexão entre homem e natureza está presente em todos os fenômenos, em nível interno e externo, anímico e material. Não dá para separar. Por exemplo, você pode ir a um dentista da linha antroposófica e sair de lá com uma receita de pomada para os pés, pois considera-se que as partes do corpo se correspondem. Nas salas de aula, as crianças são educadas para absorver a infância em sua plenitude, em vez de serem preparadas precocemente para o mercado de trabalho. O propósito é levar o ser humano ao conhecimento de si mesmo, mas sempre em integração com o Universo. A antroposofia foi desenvolvida no início do século 20 pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925). Apoiadas em pesquisas científicas, suas idéias evoluíram entre seguidores e parecem consagrar-se à medida que mais pessoas buscam a simplicidade e o bom senso no dia a dia. “Não é seita nem religião. Trata-se do que há de mais moderno em procura e aperfeiçoamento espiritual”, diz o doutor Samir Wady Rhame, presidente da Associação Brasileira de Antroposofia. “O homem só se aproxima da sabedoria quando começa a se conhecer de verdade.” Site 100 respostas.

Fruto de longos anos de experiência em palestras introdutórias à Ciência Espiritual Antroposófica, o presente livro traz um panorama das principais abordagens antroposóficas dos diversos campos do conhecimento humano, incluindo formas de atividade prática nas instituições. Sem pretender esgotar qualquer assunto, o autor propicia aqui uma valiosa oportunidade de visão de conjunto, ao mesmo tempo estimulando o interesse para a leitura da vasta obra de Rudolf Steiner.
Editora: Antroposófica
Autor: RUDOLF LANZ
ISBN: 8571220247
Origem: Nacional
Ano: 2005
Edição: 7
Número de páginas: 100
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Código de Barras: 9788571220249

Paga-se Pedágios. A rodovia continua sem sinalização. Pode?

Quando veremos a responsabilidade, com a sinalização educativa, desta empresa nos trechos perigosos, da Rodovia Fernão Dias.

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