É preciso ver…melhor.

Boa noite amigos! Lembrando que vivemos sob um organismo chamado capital, e sabendo que tudo neste sistema orgânico não nos é dado com facilidade. Trago comigo uma reflexão sobre o poder da midia na manutenção e domínio das nossas ações.

Lendo e Vendo Melhor

Os percursos podem mudar.Devem! Caminhar em direção das melhorias para todos.

Vendo e ouvindo melhor

Dia internacional contra a discriminação racial 21 de Março

Trago comigo contibuições para pensar possibilidades de superação de preconceitos. Um pouco da história.

Instituido pela Organização das Nações Unidas no ano de 1966, o dia internacional contra a discriminação racial. foi criado na ocasião em que se completavam 6 anos do massacre de Sharpeville, na África do Sul, ocasião em que, 69 civis negros foram assassinados pela polícia sul-africana porque protestavam contra as péssomas condições de vida dos negros sob o regime do apartheid.

Massacre-Sharpeville

Foi criado na ocasião em que se completavam 6 anos do massacre de Sharpeville, na África do Sul, ocasião em que, 69 civis negros foram assassinados pela polícia sul-africana porque protestavam contra as péssomas condições de vida dos negros sob o regime do apartheid.

Massacre

O ano de 1960 em diversos localidades do mundo, como EUA lutavam contra o racismo, sendo assim, ambos os países foram palco da desumanização das sociedades que geraram violências estruturais, clamarando atenção para as atitudes tomadas contra a população negra e africana no mundo.  Essa situação permite definir o governo sul-africano como uma ditadura da raça branca.

Massacre

As diferenças raciais foram juridicamente classificadas de modo a dividir a população de acordo com o grupo social a que pertenciam. A segregação assumiu enorme extensão permeando todos os espaços e relações sociais. Os casamentos entre brancos e negros foram proibidos. Os negros não podiam ocupar o mesmo transporte coletivo usado pelos brancos, não podiam residir no mesmo bairro e nem realizar o mesmo trabalho, entre outras restrições. Os brancos passaram a controlar cerca de 87% do território do país, o que sobrava se compunha de territórios independentes, mas paupérrimos, deixados aos grupos sociais não-brancos.

Tolerância sempre entre todos

Em 1990, o novo presidente conduz o regime sul-africano a uma mudança que põe fim ao apartheid. Neste mesmo ano, o líder negro Nelson Mandela, que desde 1964 cumpria pena de prisão perpétua, é posto em liberdade. Nas primeiras eleições livres, ocorridas em 1993, Mandela é eleito presidente da África do Sul e governa de 1994 a 1999.

Mandela

Neste dia poderíamos fazer  um momento de reflexão, para que ao mesmo tempo que continue valendo como referência da discriminação racial que a humanidade inteira deve consiga superar este preconceito. Fonte:Escrito por Tereza Gavinho

Apartheid

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo. Ele aconteceu na África do Sul de 1948 até 1990 e durante todo esse tempo esteve ligado à política do país. A antiga Constituição sul-africana incluía artigos onde era clara a discriminação racial entre os cidadãos, mesmo os negros sendo a maioria na população.

Apartheid

Em 1487, quando o navegador português Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, os europeus chegaram à região da África do Sul. Nos anos seguintes, a região foi povoada por holandeses, franceses, ingleses e alemães. Os descendentes dessa minoria branca começaram a criar leis, no começo do século XX, que garantiam o seu poder sobre a população negra. Essa política de segregação racial, O Apartheid, ganhou força e foi oficializado em 1948, quando o Partido Nacional, dos brancos, assumiu o poder.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

O Apartheid, atingia a habitação, o emprego, a educação e os serviços públicos, pois os negros não podiam ser proprietários de terras, não tinham direito de participação na política e eram obrigados a viver em zonas residenciais separadas das dos brancos. Os casamentos e relações sexuais entre pessoas de raças diferentes eram ilegais. Os negros geralmente trabalhavam nas minas, comandados por capatazes brancos e viviam em guetos miseráveis e superpovoados.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

Para lutar contra essas injustiças, os negros acionaram o Congresso Nacional Africano – CNA, uma organização negra clandestina, que tinha como líder Nelson Mandela. Após o massacre de Sharpeville, o CNA optou pela luta armada contra o governo branco, o que fez com que Nelson Mandela fosse preso em 1962 e condenado à prisão perpétua. A partir daí, o apartheid tornou-se ainda mais forte e violento, chegando ao ponto de definir territórios tribais chamados Bantustões, onde os negros eram distribuídos em grupos e ficavam amontoados nessas regiões.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

A partir de 1975, com o fim do império português na África, lentamente começaram os avanços para acabar com o apartheid. A comunidade internacional e a Organização das Nações Unidas – ONU faziam pressão pelo fim da segregação racial. Em 1991, o então presidente Frederick de Klerk não teve outra saída: condenou oficialmente o apartheid e libertou líderes políticos, entre eles Nelson Mandela.

Mandela

A partir daí, outras conquistas foram obtidas: o Congresso Nacional Africano foi legalizado, De Klerk e Mandela receberam o Prêmio Nobel da Paz (1993), uma nova Constituição não-racial passou a vigorar, os negros adquiriram direito ao voto e em 1994 foram realizadas as primeiras eleições multirraciais na África do Sul e Nelson Mandela se tornou presidente da África do Sul. Fonte: http://br.geocities.com/siteafricadosul/APARTHEID2.htm

Nelson Mandela

“O perdão liberta o coração. A reconciliação limpa o medo por isso é uma arma tão poderosa, …temos que surpreender com compaixão e generosidade”.

Nelson Mandela

Mandela, “passou 67 anos de sua vida se dedicando ativamente a promover e conseguir a mudança social” e por causa disso, a Fundação Nelson Mandela, de Johannesburgo, sugere que a partir de hoje, 18 de julho 2011 e todos os próximos anos, “as pessoas dediquem simbolicamente pelo menos 67 minutos de seu tempo para servir suas comunidades em qualquer coisa que quiserem”. Gente, vamos entrar nessa corrente.Fonte blog universo da Bia

Nelson Mandela

Filmes que contribuem para ampliar a reflexão

Borboletas Negras

Borboletas negras

Após presenciar um ato de violência contra crianças sul-africanas, a poetiza Ingrid Jonker escreveu o poema The Dead Child of Nyanga, que mais tarde foi lido por Nelson Mandela em seu discurso de inauguração do primeiro parlamento democrata da África do Sul em 1994. Sua história de inconformismo com o regime segregacionista do Apartheid e suas relações precárias com os homens – incluindo seu pai (Rutger Hauer), membro do regime – dão a tônica do filme dirigido pela Paula van der Oest.

Sinopse: Invictus acompanha o período em que Nelson Mandela (Morgan Freeman) sai da prisão em 1990, torna-se presidente em 1994 e os anos subsequentes. Na tentativa de diminuir a segregação racial na África do Sul, o rugby é utilizado para tentar amenizar o fosso entre negros e brancos, fomentado por quase 40 anos. O jogador Francois Pienaar (Matt Damon) é o capitão do time e será o principal parceiro de Mandela na empreitada.

Militantes presentes eternamente.

Albert Luthuli, Desmond Tutu, Nelson Mandela e Frederik de Klerk.

“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.” NM

Nelson Mandela

O mais importante herói africano em vida, chama-se Nelson Rolihlahla Mandela. Lutou contra o sistema de apartheid na África do Sul, pais onde nasceu a 18 de Julho de 1918, na vila de Mvezo, Transkei. Formado em direito, foi presidente da África do Sul entre os anos de 1994 e 1999, após vários anos como recluso, com o famoso número 466/64.

O apartheid, que significa “vida separada”, era o regime de segregação racial existente na África do Sul, que obrigava os negros a viverem separados. Os brancos controlavam o poder, enquanto o restante da população não gozava de vários direitos políticos, económicos e sociais.

Com passes, somos escravos': manifestação de mulheres contra a obrigatoriedade do porte das infames cadernetas de registro.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

ATIVIDADES PELA PROMOÇÃO  DA IGUALDADE RACIAL NO BRASIL E NO MUNDO MARÇO 2012

Denuncie!

A data também será marcada no Brasil pelo lançamento do Observatório da População Negra. O projeto, resultante de parceria entre a Faculdade Zumbi dos Palmares, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), irá catalogar as realizações dos afrodescendentes em diversas áreas produtivas e sociais no país.

 Informações da Faculdade esclarecem que o Observatório será aberto e público e irá realizar pesquisas sobre os resultados concretos das políticas públicas voltadas para a população negra, vai também reunir análises das informações coletadas e identificar avanços e barreiras nos segmentos de estudo. A primeira pesquisa será sobre a atuação dos estagiários da Zumbi dos Palmares em bancos de São Paulo.

 Em outras partes do globo, a data vai ser celebrada com base no tema “Racismo e Conflito”, proposto pela ONU. A intenção do organismo é visibilizar o fato de que o racismo e a discriminação, ainda hoje, estão no centro dos conflitos mundiais. De forma semelhante, a xenofobia também é responsável por genocídios, por crimes de guerra, crimes contra a humanidades e pelas chamadas limpezas étnicas.         Fonte.

Ranking das companhias que mais receberam reclamações em 2011

Após seis anos, Bradesco passa Telefônica e lidera reclamações, em São Paulo

Bradesco

 O Procon-SP (Procuradoria de Proteção e Defesa do Consumidor) anunciou nesta quinta-feira (15) o ranking das companhias que mais receberam reclamações em 2011. O Bradesco ocupou a primeira posição entre as companhias. Com isso, a Telefônica deixou de figurar em primeiro lugar nesta lista, como vinha acontecendo anualmente desde 2006. Entre as dez que mais foram alvos de reclamações, seis são bancos ou operadoras de telefonia.

 

Nome da empresa Reclamações atendidas Reclamações não atendidas Total de reclamações Posição ranking 2010

1 – Bradesco 861 862 1.723 3

2 – B2W (Americanas.com/Submarino/Shoptime) 954 620 1.574 21

3 – Itaú Unibanco 800 583 1.383 2

4 – LG Electronics 878 286 1.164 8

5 – TIM 541 396 937 13

6 – Telefônica 657 178 835 1

7 – OI 403 403 806 11

8 – Eletropaulo 206 595 801 6

9 – Carrefour 67 679 746 15

10 – Panamericano 164 552 716 20

 

Segundo o Procon, as empresas de telefonia que mais receberam reclamações foram a Tim (com 937 ocorrências), Telefônica (com 835 ocorrências) e Oi (806 reclamações). Já as instituições financeiras mais reclamadas foram Bradesco (1.723 ocorrências), Itaú Unibanco (1.383 ocorrências) e Panamericano (716 ocorrências).

 

Principais causas

O relatório divulgado pelo Procon aponta como principais causas de reclamação em empresas de telefonia móvel: oferta de planos de serviços vinculada a aparelhos, que induzem a contratação equivocada de planos, e a cobrança de serviços não informados ao consumidor. “É o caso, por exemplo, de pacotes de transmissão de dados, de envio de SMS, de ligações interurbanas, dentre outros, incluídos no valor pago mensalmente e que, em muitos casos, não é do interesse do consumidor”, diz o estudo.

 

Quanto às instituições financeiras, o órgão de proteção ao consumidor alega que há grande ocorrência de problemas básicos como cobranças indevidas, envio de cartões sem terem sido solicitados pelos consumidores, além de saques e empréstimos não reconhecidos. O Procon também alerta para o segmento de seguros, onde há grande reclamação na extensão de garantia de produtos.

 

A B2W, empresa responsável pelas operações da Americanas.com, Submarino e Shoptime, ficou em segundo lugar no ranking das dez mais reclamadas. Nesta quarta-feira (14), o Procon-SP tinha conseguido uma decisão que impedia as empresas da B2W de vender itens para São Paulo por 72 horas — a suspensão foi motivada por reclamações sobre entregas de produtos e também defeitos nos itens adquiridos. A companhia no mesmo dia recorreu e conseguiu impedir a suspensão imposta.

 

De acordo com o Procon, foram avaliados 50 fornecedores que mais geraram reclamações que não foram solucionadas na primeira fase de atendimento. Ao todo, a entidade registrou 727.229 ocorrências – um aumento de 15% comparado a 2010.

Congelado

O que dizem as empresas

Em nota, o Itaú Unibanco afirmou: “Mesmo com a redução de 19% no volume de demandas, não estamos satisfeitos com nossa posição no ranking do Procon-SP. Continuaremos investindo esforços para aprimorar serviços e reduzir falhas, em velocidade maior que a expansão do setor bancário”. “Assumimos compromissos públicos de melhoria com a Fundação Procon-SP, demonstrando que o Itaú Unibanco está focado em reduzir reclamações e aumentar a satisfação dos clientes. Nossas ações de melhorias continuarão, intensamente, em 2012”, continua a nota.

O banco PanAmericano informou que “está atuando na revisão e melhoria de todos os seus processos internos afim de melhor atender o consumidor.”

Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e Bradesco, que lidera o ranking de reclamações, informaram que enviarão um comunicado, em breve, sobre a lista do Procon-SP. Também procuradas, as empresas de telefonia TIM e Telefônica ainda não se manifestaram. Fonte uol.com.br

Nós Consumidores.O dia 15 de março é o Dia Mundial dos Direitos do Consumidor.

Nos consumidores precisamos assumir urgente a necessidade de exigir nossos direitos.

Consumir é necessário, mas para evitar os impactos negativos para a sociedade e meio ambiente, as pessoas precisam se conscientizar. Consumo consciente é tentar aumentar os impactos positivos e minimizar os negativos. É uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária de quem quer garantir a sustentabilidade do planeta, ou seja, o equilíbrio entre a natureza e nossas ações.

Sabemos que vivemos em um regime chamado capitalismo.Todo ser humano é um consumidor. As pessoas comem, vestem-se, divertem-se; compram apartamentos, móveis, CDs, revistas, livros, eletrodomésticos e utilizam serviços telefônicos e bancários, entre muitas outras coisas. Resumindo, consumidor é toda pessoa física (indivíduo) ou jurídica (empresa, associação ou qualquer outra entidade) que adquire um produto ou serviço para uso próprio.

As empresas ou pessoas que produzem ou vendem produtos ou serviços são chamadas de fornecedores e tudo o que oferecem aos consumidores deve ser de qualidade, com um preço justo e que atenda àquilo a que se propõe, sem enganar o comprador. É um direito do consumidor, garantido pela Lei no 8.078, de 11/09/90, que criou o Código de Defesa do Consumidor.

O Código, que entrou em vigor em 1991, é uma lei de ordem pública que estabelece direitos e obrigações de consumidores e fornecedores, para evitar que os consumidores sofram qualquer tipo de prejuízo.

 

Mas para que todos consigam defender seus interesses é importante que cada um de nós contribua com o seu comportamento cuidadoso e vigilante. Recentemente, as denúncias dos consumidores sobre alguns supermercados que vendiam produtos que tinham um preço na prateleira e na verdade eram mais caros quando passavam pela leitura do código de barras fez com que autoridades determinassem a volta das etiquetas nos produtos. É dever do consumidor ter atitudes que façam com que os fornecedores o respeitem. Agindo dessa forma você estará exercendo seu papel de cidadão ao defender seus direitos e também estará contribuindo para melhorar o nível de vida de todos os brasileiros.

Um site  interessante para ajudar nossa árdua tarefa

SITE ORIENTA O CONSUMIDOR

Consumidor é uma classe que sofre muito com alguns problemas apresentados pelas mais diversas empresas do mercado. Problemas com os produtos, com o mal atendimento, com a indiferença dos atendentes, enfim.

 Mas há um site onde você pode se expressar, falar o seu problema como consumidor, o que aconteceu de errado entre você e alguma empresa. Fale, reclame e tenha uma resposta, uma satisfação.

 O site é o “Reclame Aqui”. Com ele você faz reclamações sobre o que você quiser. Se você comprou algo e por algum motivo não funciona ou veio com defeito mas a empresa não ta nem aí, reclame no site.

 Um processo ou uma ação será movida contra a empresa para ajudar você a resolver o problema. Inúmeros clientes estão reclamando no site e estão sendo atendidos da melhor maneira possível. Acesse você também  http://www.reclameaqui.com.br.

O 15 de outubro foi instituído como dia do Consumo Consciente pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) em 2009, para despertar a consciência do público para os problemas sociais, econômicos, ambientais e políticos causados pelos padrões de produção e consumo excessivos e insustentáveis ora praticados.

 No âmbito internacional, em 2008, a Consumers International (CI) promoveu uma mobilização mundial na mesma data para marcar a importância da educação para o consumo sustentável. O movimento Global Consumer Action Day contou com a adesão de mais de 40 instituições membros da CI e outros grupos de consumidores em 33 países.

Também o Sistema ONU, desde 2003, dando prosseguimento aos compromissos adotados na Conferência Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável de Johanesburgo (Setembro de 2002), vem atuando no âmbito do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) para a implementação do Programa de 10 anos em Consumo e Produção Sustentável (CPS), conhecido como Processo de Marrakesh.

 O Processo de Marrakesh estabelece uma série de iniciativas para promover o alcance de padrões sustentáveis de consumo e produção alinhados com as necessidades de desenvolvimento social e econômico, mas dentro dos limites da capacidade ambiental. O Brasil aderiu ao Processo de Marrakesh em 2003 e se comprometeu a promover o consumo sustentável como uma das diretrizes do MMA.

 Embora haja registros de reivindicações organizadas de consumidores entre os anos 1930 e 1950 no país — contra os preços altos e a falta de produtos —, o movimento dos consumidores criou corpo apenas nos anos 1980.

 Finalizado o processo de redemocratização no Brasil, diversas associações civis se articularam em torno de inúmeras causas. Em 1987, desponta o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). No ano seguinte, é instituída a Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil – seção São Paulo (OAB/SP).

A bem-sucedida luta dessas e outras organizações da sociedade civil resultou na sanção da Lei 8.078 – o Código de Defesa do Consumidor –, promulgada em 11 de setembro de 1990. Foi o grande marco da proteção aos direitos do consumidor no Brasil e permanece até hoje como o instrumento prioritário no apoio às iniciativas da área.

Enquanto no Brasil, o consumo surgia na pauta das reivindicações governamentais como exercício direto da cidadania, o avanço das tecnologias, no pós-guerra, e a maior oferta de produtos gerava um consumismo exagerado em todo o mundo, resultando em reações cada vez mais individualistas sem que fossem avaliados os impactos das decisões de compra.

 Para se contrapor a este cenário e, em meio às discussões sobre preservação do meio ambiente, ganha força nos anos 1980 e, principalmente nos 1990, o conceito de consumo responsável, que coloca o consumidor como determinante para as alterações sobre o meio ambiente.

 Dicas para um bom consumo:

1 – Não gaste mais do que ganha

Ter um bloco de anotações com as contas fixas e mensais é uma boa maneira de equilibrar saldos e dívidas

 

2 – Exija comprovante fiscal ou contrato

É uma das maneiras mais eficazes de garantir seus direitos em situações em que o produto ou serviço não correspondem às expectativas do consumidor

 

3 – Controle a qualidade do produto ou serviço

Procure informar-se sobre o que está comprando, atente-se a datas e descrições da embalagem, esteja atento às condições de armazenamento e exposição do produto

 4 – Esteja atento à realidade das ofertas

Calcule se a oferta é tão compensatória quanto parece e não deixe-se comprar apenas porque está em promoção

 5 – Equilibre o necessário e o supérfluo

Tenha consciência do que está comprando e porque está comprando. Assim, é mais difícil cair em falsas ofertas ou comprar mais do que pode

ÁGUA…PODE FALTAR!

Amigos compartilho algumas questões sobre  o recurso natural: Água

Água potável. Pode faltar.

Água potável. Pode faltar.

Dia Mundial da Água celebrado todos os anos, no dia 22 de março.

Conter o desperdício, gerenciar os recursos hídricos e impedir a poluição dos rios e mares passou a ser a meta para a preservação da vida, o que motivou o ex-secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas) Kofi Annan (1997-2006) a instituir o Dia Mundial da Água celebrado todos os anos, no dia 22 de março. Desde então, o Dia Mundial da Água tem contribuído para manter uma mobilização organizada de pessoas de todas as partes do mundo, além de fortalecer a consciência da importância da proteção e do gerenciamento da água doce do planeta.

 Nas palavras de Annan, durante a Conferência das Nações Unidas em Nova York, em 2002, o início deste século e milênio foi marcado pela confirmação de que “mais de 1 bilhão de pessoas no mundo não dispõem de água potável” (o mesmo que água limpa). Diante de uma situação como essa ninguém pode ficar parado. Desde então, a reversão deste quadro passou a ser uma urgência e, para ela acontecer, Annan conclamou os representantes de todas as partes do mundo para que se unissem em torno de ações precisas, rápidas e produtivas em defesa da água. Defender a água nada mais é do que defender a vida, na medida em que ela é um bem natural indispensável à vida.

O fato de ocupar grande parte do planeta Terra e se mostrar imponente e abundante no mapa-múndi, sob a forma de rios, mares e oceanos, pode não querer dizer muita coisa. Embora a água chegue encanada à casa de parte das famílias, ainda assim, todos nós vivemos sob a ameaça de em pouco tempo termos de sobreviver sem ela. Ou pior: termos de viver com uma água contaminada, imprópria para o uso.

Caldas Novas: água quente em perigo

Escrito por Cláudio Vicente e Nayra Thyemi. Crescimento da cidade põe em risco maior riqueza natural.

Um milhão de turistas por ano, em Caldas Novas.

Será possível conciliar crescimento do potencial turístico e manutenção dos aqüíferos quentes? Com 1 milhão de turistas por ano, Caldas Novas (GO) está no limite da exploração de sua maior riqueza: as águas termais. Caldas tem 62 mil habitantes, 151 poços explorados por 62 mineradoras, e cresce cerca de 7% ao ano com a construção de novos bairros, condomínios verticais, clubes e flats.

Esta questão se agravou em 1996, quando a intensa exploração resultou na grande crise da água termal na cidade. Poços e até nascentes naturais secaram. Naquela época, qualquer pessoa podia extrair água do subsolo. Até a água canalizada era quente. Isso quase levou ao colapso: as reservas desceram ao menor nível. “A água quente vai acabar”, anunciavam os jornais. O turismo baixou e os investidores desapareceram.

Um aqüífero é um grande reservatório subterrâneo de água renovável, porém limitada. Há dois aqüíferos bem abaixo de Caldas: Araxá e Paranoá. A exploração excessiva pode provocar uma queda do nível da água. Com essa diminuição, há um processo de reacomodação do subsolo, o que pode causar desde tremores de terra até o rebaixamento da cidade, o que aconteceu na cidade do México e em Tóquio.

Quando houve a grande crise da década de 1990, muitas questões tiveram que ser respondidas. Precisava-se saber mais sobre a capacidade dos reservatórios e como ocorria o aquecimento. Na falta das respostas, o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) proibiu a perfuração de novos poços e instalou hidrômetros para controlar a exploração. Até os dias de hoje o controle da água quente se dá por cotas.

Rentável monopólio

Privatização das águas

Neste ano,(2012) o projeto da Amat foi escolhido como um dos cinco finalistas, dentre 273 inscritos no Prêmio Ana, da Agência Nacional de Águas. Em setembro, a Ana enviou o chefe de gabinete Horácio Figueiredo para conhecer de perto o projeto. “Estar entre os cinco já é uma honra”, afirmou ele. O projeto é importante para trazer uma maior visibilidade à questão da água termal.

Segundo o geólogo Haesbaert, a água quente não vai esfriar nem acabar, porém, é preciso monitoramento e controle da perfuração e da exploração dos poços, bem como uma pesquisa constante sobre o comportamento dos aqüíferos. O geólogo afirma que, na verdade, o aqüífero Araxá está esquentando, como conseqüência da mistura com as águas do Paranoá. Apesar disso, a concepção de alguns banhistas é de que a água estaria esfriando.

Uma possível explicação para essa percepção dos banhistas pode ser a mistura de água quente com água fria que alguns clubes e mineradoras fazem. Às vezes o empresário fornecedor vende a água já misturada, outras vezes, o próprio flat/clube faz a mistura, alegando que a água viria muito quente para o consumo, como afirma o síndico de um flat, Samuel Florindo.

A água quente pode não estar esfriando mas, para que os aqüíferos não baixem os níveis além de um limite sustentável, há um rígido controle do DNPM, que não concedeu mais nenhuma autorização para perfuração de novos poços desde 1996. Atualmente os mais de 150 poços são patrimônio de apenas 62 mineradoras. Elas abastecem todos os empreendimentos termais da cidade.

Para Florindo, a proibição da perfuração de novos poços é um meio de grandes grupos manterem um “monopólio das águas”, segundo ele “um negócio muito rentável”. Somente em seu condomínio, o Eldorado Flat Service, há um gasto de R$ 12,5 mil por mês com a compra de 5 mil metros cúbicos de água. Um dono de poço precisa apenas abrir e fechar as torneiras.

A exploração de poços é um mercado milionário de venda de recursos minerais. Um poço hoje custa em torno de R$ 1 milhão. A vazão média do Araxá é de 500 litros por segundo, enquanto do Paranoá é de mil litros por segundo. Cada dono de poço tem uma cota. Ele comercializa a água excedente, não só sob a forma quente, como misturando com água fria, o que multiplica os lucros.

O DNPM escolheu um método de controle baseado na proibição da abertura de novos poços, o que restringe a exploração a poucos, e estabelece uma possibilidade de exploração da água muito maior do que cada um dos empresários necessita. Do ponto de vista político e econômico, pode-se questionar se os interesses dos grandes grupos não estariam definindo os parâmetros de exploração da riqueza mineral da cidade.

Dom José Luiz Azcona, Bispo da Prelazia do Marajó

MENSAGEM DE DOM JOSÉ LUIZ AZCONA

Eu, Dom José Luiz Azcona, Bispo da Prelazia do Marajó, declaro meu apoio ao Movimento pelo Direito ao Uso da Água. Esse movimento que vem mobilizando pessoas a fim de lutar em favor de uma água de qualidade para todos. Já era tempo da sociedade brevense, que vive numa das regiões mais pobres do país, por meio de um movimento organizado, levantar a voz contra esse descaso e abandono que perpassa décadas.

A água é vida, portanto, todos devem ter acesso igual em quantidade e qualidade. O povo de Breves já não pode mais esperar, precisa levantar a voz, e exigir o que é de direito. É preciso que as autoridades responsáveis cumpram o seu papel na elaboração e aplicação de políticas que venham suprir as necessidades da população, sobretudo no que diz respeito ao acesso a água de qualidade para todos.

Como um dos que acredita na força do povo organizado e na luta pelos direitos sociais, peço que cada pessoa que sente esse problema no seu dia-a-dia ou que se solidariza com os que sofrem por conta do problema da falta de água em Breves, junte-se a esse movimento, participe, se envolva nas atividades, colabore para que o movimento possa se auto-sustentar e não se sujeitar a vinculação com a política partidária e com pessoas de má fé.

Como Pastor desta Igreja do Marajó, convido a todos os fiéis a abraçar esta causa nobre em favor da vida da população que sofre a ausência de um direito básico que é ter água para viver. 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apoia o uso da agricultura irrigada.
Além de gerar renda ao produtor, o uso racional da água destinada à irrigação ajuda na preservação do meio ambiente, o que torna a técnica sustentável e rentável.

Irrigação

Agricultura irrigada promove sustentabilidade

Agricultura irrigada promove sustentabilidade

Info do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apoia o uso da agricultura irrigada.

Além de gerar renda ao produtor, o uso racional da água destinada à irrigação ajuda na preservação do meio ambiente, o que torna a técnica sustentável e rentável.

Águas do Brasil

Privatização e exploração comercial da água

Diante da constatação da má utilização da água por parte da sociedade, da omissão do Estado em fiscalizar o uso racional dos recursos hídricos e, ainda, da iniciativa agressiva de empresas nacionais e transnacionais em privatizar a água na busca de lucro, vislumbramos um futuro de riscos, pois a água é essencial a todas as formas de vida. Água é fonte de fecundidade e o mais importante recurso natural para a vida na Terra.  

Ilma de Camargos Pereira Barcellos

A escassez de água é uma realidade mundial que preocupa pelo forte impacto no desenvolvimento socioeconômico das nações. No Brasil, causa estranheza e indignação as contradições presentes na gestão das políticas públicas relacionadas com o uso dos recursos hídricos e a maneira como a maioria da população, inclusive empresários, utiliza este precioso bem, cada vez mais raro na natureza. Não fosse isso o bastante, choca a indiferença dos nossos governantes diante da crescente contaminação do solo, dos rios, lagos e nascentes por detritos domésticos e industriais, e que, atendendo às exigências do “imperialismo”, ainda fornecem energia elétrica subsidiada a empresas multinacionais, configurando-se este ato verdadeira privatização da água, recurso natural de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida (CF, art. 225, caput).

Manaus, situada na confluência dos Rios Negro e Solimões, na maior bacia hidrográfica do mundo.

Aliás, na capital do Estado do Amazonas,Manaus, situada na confluência dos Rios Negro e Solimões, na maior bacia hidrográfica do mundo, a companhia de saneamento e distribuidora de água potável (Manaus Saneamento) foi privatizada em junho de 2000, em um leilão na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, apesar dos protestos dos manauenses. A multinacional francesa Lyonnaise des Eaux (Grupo Suez) adquiriu a empresa, inicialmente cotada em 480 milhões de reais, por apenas 193 milhões, tendo o contrato de concessão para prestação de serviços de água e esgoto por “Águas do Amazonas” (nome fantasia) a duração de 30 (trinta) anos. Nada obstante, cerca de 700 mil pessoas de baixa renda, moradores da periferia, continuam sem acesso à água encanada; para os que têm ao seu dispor os serviços de água, o valor da tarifa é 40% mais caro do que em Roma (FREIRE, 2006).

Pensar e agir consciente

Segundo o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, 1.267 Municípios brasileiros sofrem com a escassez de água. No Estado do Ceará, cerca de 41,3% dos Municípios convivem com a falta de água. Em algumas localidades, onde existem cacimbas, a água é salgada e suja e até mesmo aquela distribuída por carros-pipa é de má qualidade, além de incapaz de suprir as necessidades da população. Já a água armazenada nos mais de 8 (oito) mil reservatórios distribuídos pela região, que deveria atender aos habitantes locais, em geral é utilizada na irrigação de terras de propriedade de empresas estrangeiras, como ocorre com o Açude Castanhão cujas águas são destinadas à fruticultura.

Daí concordarmos com o ditado popular: “O problema do Nordeste não é a seca, mas a cerca”.

Jerson Kelman, citado por André Trigueiro (2003), assim se manifestou no tocante ao fornecimento de água para a população nordestina: “[…] Se os moradores de Ipanema, no Rio de Janeiro, tivessem que se mudar para o semi-árido nordestino, podendo manter suas rendas, não demoraria muito para que fosse estabelecido um suprimento confiável de água. Esta conjectura serve para destacar que a falta de água em alguns locais do Brasil não decorre da falta de recursos naturais, de recursos humanos, de capacidade técnica ou de instituições. Decorre, isto sim, da falta de renda das populações, que não conseguem pagar o custo do serviço”.

Apesar de possuir uma das maiores reservas de água doce do Planeta (cerca de 12%), o Brasil não está imune aos problemas de abastecimento, que se mostra desigual quando comparado ao número de habitantes de cada região. Citem-se, por exemplo:

Águas do Brasil

■ Região Norte: 68% das reservas de água doce encontram-se em seu território, habitado por apenas 7% da população brasileira.

■ Região Nordeste: 29% da população brasileira, ali estabelecidos, dispõem de apenas 3% das reservas de água doce.

■ Região Sudeste: com uma densidade populacional em torno de 43% do total nacional, detém apenas 6% da água disponível.

Não bastassem as desigualdades apontadas, de Norte a Sul do País, a prevalência dos interesses das elites sobre os cuidados devidos ao meio ambiente tem propiciado um crescimento urbano desordenado, que traz como consequência o aumento da poluição dos rios, agravado pelo desmatamento em torno de mananciais, com graves prejuízos ambientais e à qualidade de vida da população como um todo.

AQUÍFERO GUARANI

AQUÍFERO GUARANI

A maior reserva de água doce do mundo localiza-se sob a superfície de quatro países. O subsolo brasileiro (850.000 Km2) é ocupado por 70% da área total do Aquífero Guarani, abrangendo os Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). O restante se espalha pelo subsolo da Argentina (225.000 km2), Paraguai (70.000 Km2) e Uruguai (45.000 km2).

Nada obstante a importância desta reserva de água doce para a vida humana, é grande o risco de contaminação pelo descaso das autoridades de países como Brasil e Paraguai em oferecer adequado tratamento de esgoto à população, em especial da zona rural, onde predominam as latrinas, bem como do solo para depósito de resíduos sólidos (lixões), associado à utilização imoderada de pesticidas nas atividades agropecuárias, à superexploraçao de atividades industriais e à perfuração de poços clandestinos em nível nacional e transfronteiriço. (OLIVEIRA, 2007.)

Segundo apurou o IBGE, a contaminação do Aquífero Guarani, que fornece água para 51% da população brasileira, é facilitada pela existência de “zonas de afloramento” – áreas onde as águas, por serem mais rasas, propiciam a perfuração de poços, e isto já há mais de cem anos, o que é agravado em regiões próximas a lixões, aterros químicos e sanitários e pelo uso de agrotóxicos.

Água...pode faltar!

A omissão do Poder Público nesses casos tem como consequência a intensificação da exploração das reservas de água subterrânea, sem observância dos padrões científicos de perfuração. No Paraguai, contam-se mais de 4.700 empresas dedicadas a essa atividade e, no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (ABAS), entre 80% e 90% das empresas perfuradoras do Estado de São Paulo são clandestinas. (BRASIL, 2006.)

REBOUÇAS alerta que “a demanda por água subterrânea vem crescendo substancialmente no Brasil, em função de as águas dos rios serem de qualidade duvidosa”. E acrescenta o eminente professor: “Apesar de as águas subterrâneas corresponderem à segunda maior quantidade de água potável da Terra, elas sempre foram deixadas para a iniciativa privada, que utiliza os poços como quer para abastecer hotéis de luxo, condomínios e perímetros irrigados”.

Com efeito, em todo o País contam-se aproximadamente 20 mil poços ativos (dois mil somente no Estado de São Paulo), sem qualquer consideração ao potencial de recarga da água extraída do Aquífero Guarani, atualmente ameaçado por organizações internacionais interessadas na sua exploração e privatização. (BLANCO, 2007.)

Transposição do rio São Francisco

Transposição do rio São Francisco

A transposição do rio São Francisco se refere ao polêmico e antigo projeto de transposição de parte das águas do rio São Francisco, no Brasil, nomeado pelo governo brasileiro como “Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional”. O projeto é um empreendimento do Governo Federal, sob responsabilidade do Ministério da Integração Nacional – MI. A obra prevê a construção de mais de 600 quilômetros de canais de concreto em dois grandes eixos (norte e leste) ao longo do território de quatro estados (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte) para o desvio das águas do rio. Ao longo do caminho, o projeto prevê a construção de nove estações de bombeamento de água.[1] 

Orçado atualmente em R$ 6,8 bilhões, o projeto, teoricamente, irrigará a região nordeste e semi-árida do Brasil. A polêmica criada por esse projeto tem como base o fato de ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semi-árido brasileiro e também que se a transposição for concretizada afetará intensamente o ecossistema ao redor de todo o rio São Francisco.[2]. Há também o argumento de que essa transposição só vai ajudar os grandes latifundiários nordestinos pois grande parte do projeto passa por grandes fazendas e os problemas nordestinos não serão solucionados [3]. O principal argumento da polêmica dá-se sobretudo pela destinação do uso da água: os críticos do projeto alegam que a água será retirada de regiões onde a demanda por água para uso humano e dessedentação animal é maior que a demanda na região de destino e que a finalidade última da transposição é disponibilizar água para a agroindústria e a carcinicultura – contudo, apesar da controvérsia, tais finalidades são elencadas como positivas no relatório de Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) em razão da consequente geração de emprego e renda.

As mulheres invisíveis

Meninas…Mulheres…

Meninas Lindas…

Pytti

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Adele

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