Somos protagonistas da nossa história.”Comissão da verdade” é um fato histórico na história do Brasil.

A COMISSÃO DA VERDADE CONCRETIZA A MATURIDADE, E A RESPONSABILIDADE POLÍTICA E SOCIAL DESSE PAÍS. GARANTINDO O DIREITO QUE O POVO BRASILEIRO TEM EM RECONHECER E CONHECER SUA HISTÓRIA.

 

 

A esperança jamais morrerá. ♫… Esse país ainda há de cumprir seu ideal… ♫

 

INTEGRANTES DA COMISSÃO DA VERDADE

 

Paulo Sérgio Pinheiro

Paulo Sérgio Pinheiro

O diplomata Paulo Sérgio Pinheiro é presidente da Comissão Internacional Independente de Investigação da ONU para a Síria, pesquisador do Núcleo de Estudos das Violências da USP e foi secretário de Direitos Humanos do governo Fernando Henrique Cardoso.

Maria Rita Kehl

A psicanalista e ensaísta Maria Rita Kehl é autora de “O Tempo e o Cão”, vencedor do Prêmio Jabuti de não ficção de 2010. Durante a ditadura militar (1964-1985), foi editora do “Jornal Movimento”, um dos mais importantes nomes da imprensa alternativa da época, e sempre esteve ligada a setores esquerdistas da sociedade.

José Carlos Dias

O advogado José Carlos Dias presidiu a Comissão de Justiça e Paz de São Paulo, foi secretário da Justiça de São Paulo de Franco Montoro (1983-1987) e foi ministro da Justiça entre 1999 e 2000, durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, Dias defendeu que os dois lados de violações dos direitos humanos sejam analisados pela Comissão — tanto o dos militares quanto os das guerrilhas de esquerda.

Cláudio Fonteles

Cláudio Fonteles foi procurador-geral da República de 2003 a 2005, durante o governo Lula. Além disso, foi professor de direito na UnB e na Escola Superior de Magistratura. Aposentou-se da Procuradoria em 2008.

Gilson Dipp

Gilson Dipp presidiu o TRF da 4ª Região e desde 1998 é ministro do Superior Tribunal de Justiça. Foi também corregedor do Conselho Nacional de Justiça e atualmente é ministro substituto do Tribunal Superior Eleitora.

José Paulo Cavalcanti Filho

O jurista José Paulo Cavalcanti Filho é consultor da Unesco e do Banco Mundial e ocupa a cadeira 27 da Academia Pernambucana de Letras. Foi secretário-geral do Ministério da Justiça no governo Sarney e respondeu interinamente pela pasta.

Rosa Maria Cardoso da Cunha

A advogada Rosa Maria Cardoso da Cunha defendeu Dilma quando a presidente foi presa durante a ditadura militar (1964-1985). É doutora em ciência política pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) e professora universitária. Em entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, Rosa Maria afirmou que a Comissão da Verdade foi criada para investigar os crimes de agentes de Estado que atuaram na repressão aos opositores da ditadura militar. A declaração veio um dia após José Carlos Dias afirmar que os dois lados de violações dos direitos humanos devem ser analisados — tanto o dos militares quanto os da guerrilhas de esquerda.

Henfil

O mundo acompanha o que pretende ser a comissão da verdade.

A Comissão Nacional da Verdade é um grupo formado por sete integrantes que irá “examinar e esclarecer as graves violações de direitos humanos” praticadas entre 1946 e 1988 e redigir um relatório oficial, em um período de dois anos. Entre os objetivos estabelecidos na lei que cria a comissão está o de “identificar e tornar públicos as estruturas, os locais, as instituições e as circunstâncias relacionadas à prática de violações de direitos humanos (…) e suas eventuais ramificações nos diversos aparelhos estatais e na sociedade”. O foco inicial deve ser os desaparecimentos políticos e eventos da ditadura militar (1964-1985)

Pretende-se tornar público os fatos ocorridos no período da ditadura militar.

Para levar adiante os trabalhos, a comissão poderá acessar qualquer documento oficial, convocar pessoas para depoimentos, determinar perícias e diligências e promover audiências públicas e parcerias com entidades para o intercâmbio de informações. Por outro lado, a Comissão não tem poder para condenar ninguém; ela apenas fará um relatório sobre as circunstâncias das violações e apontará os nomes dos responsáveis.

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Sobre luciadifatima
Que eu me lembre...sempre gostei de compreender a vida observando ou fazendo uso de imagens...quando adolescente amava fazer recorte e colagem...quando o professor de Arte pedia pra interpretar poemas e temas usando imagens de revistas velhas.O trabalho com a pesquisa de imagens era pra mim um encanto. Hoje sinto que as convivências humanas são direcionadas por eternos recortes e colagens...Humanamente recheados e colados por acertos e erros...os registros gravados neste espaço pretendem estimular e ampliar...reflexões...que busque a construção da melhoria das nossas convivências. O trabalho com educação que realizei durantes alguns anos, principalmente com crianças, amplia a esperança em nos tornarmos cada vez mais humanos. Provavelmente trocaremos saberes sobre mil coisas. Agradeço sua participação e a sua significativa contribuição neste processo de emancipação cidadã para todos e com todos.

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