A Tolerância e seus limites.

Trago comigo reflexões de pessoas, que propõem um olhar comprometido, na construção da convivência humana.

Não faz muito tempo falei sobre as questões da intolerância, entre os homens. Muitos de nós sabemos o quanto são grandes, graves e profundas as consequências, que são deixadas por conta das atitudes humanas intolerantes. O mundo novamente sentiu, viu e presenciou atitudes intolerantes “justificadas” pela religião.

Garotinho segura arma de brinquedo durante protesto contra um filme de produção dos EUA que ridiculariza o profeta Maomé, no campo de refugiados palestinos de Ain el-Hilweh, no Líbano.Fonte Uol

É profundamente lamentável. É torturante assistir a morte em nome da Fé. Sabemos que isto precisa ser transformado. As ações por conta do filme ‘Inocência dos muçulmanos’  -” O Julgamento de Maomé”,precisa ser transformada, humanizada. Já falamos aqui… A Tolerância tem limites. Penso que precisa existir ações  emacipadoraras, que garantam o direito à proteção da vida. Da convivência humana. Para além da Fé e das Culturas.

O líder iraniano acena antes de entrar no avião em Teerã, rumo aos EUA para participar da Assembleia Geral
O presidente iraniano Mahmud Ahmadineyad criticou o filme islamofóbico que desencadeou violentos protestos no mundo muçulmano, mas também pediu contenção nas reações.
“Basicamente e antes de mais nada, qualquer ação que é provocativa e ofende os pensamentos religiosos e os sentimentos de qualquer pessoas, nós condenamos”, afirmou em ao canal “CNN” em sua chegada aos Estados Unidos para participar esta semana na Assembleia Geral da ONU.
Mais de 50 pessoas morreram nos protestos e ataques em todo o mundo em resposta ao filme produzido nos Estados Unidos que denigre o Islã e o profeta Maomé. Fonte Uol24/09/2012

Leonardo Boff – espiritualidade

Mario Sérgio Cortella – espiritualidade

Dom Pedro Casaldaliga – espiritualidade e esperança

Desmond Tutu

Bono Vox – U2

Bono Vox – u2 – One

Anúncios

O que possibilita nossa postura de independentes?

O quadro Independência ou Morte (foto), que está exposto no Museu do Ipiranga, em São Paulo, foi pintado por Pedro Américo de Figueiredo e Melo. Nascido em Areias, na Paraíba, Pedro Américo foi também escritor, tendo criado alguns romances e poemas.
Já famoso, e morando em Florença, Pedro Américo recebeu a encomenda do quadro que retrataria o momento mais marcante do processo de independência do Brasil. O quadro Independência ou morte, também conhecido como Grito do Ipiranga, ficou pronto em 1888 e, desde então, está exposto no salão nobre do Museu do Ipiranga.

 

A percepção do acúmulo do conhecimento humano. A superação de nossas próprias ignorâncias. Sobre nos mesmos. A superação das necessidades básicas do homem. Tanto do aspecto físico, emocional, intelectual possibilita a transformação e a efetivação do processo de independências. Viva à independência de todas as pessoas em todos os sentidos e ao consciente compromisso de cuidar um do outro em todos os sentidos. Sabemos nós que os processos de independências estão intimamente interligados. Parabéns aos jovens brasileiros …lindos…fortes…corajosos…que a esperança nunca os abandone. Jovens que fazem toda a diferença. Parabéns.

Independência

Independência

%d blogueiros gostam disto: