“Provocações filosóficas”…

Trago comigo algumas frases do livro “Não se  desespere” do filósofo Mario Sergio Cortella.

Penso que seja interessante uma reflexão.

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No capítulo – “Felicidade foi se embora” ele fala de algo demasiadamente humano.

…” Nós não fomos um animal que trouxe a competição como modo de vida. Aliás, se não fôssemos   um animal cooperativo, não teríamos sobrevivido…Somos um animal frágil, e a nossa fragilidade é tão grande que nós temos de viver juntos o tempo todo para termos a força. …somos animais gregários …O radical greg, em indo-europeu, significa” rebanho” …temos que viver em rebanho, não no sentido de diferenciação e comportamento disperso…mas sim no sentido de “juntos” …

“As empresas farmacêuticas não estão tão interessadas em curá-lo, mas apenas em ganhar dinheiro”

Tão sério quanto mídias que se colocam, como partidos, indevidamente e sonegando grande parte do acúmulo de seu capital, este capital pago pelos contribuintes. O pior é que muitos contribuintes acreditam que as mídias estão defendendo os direitos do povo. A mídia desonesta, que tem pavor de fazer auto crítica e que se coloca acima de qualquer instancia. Um dia está observação será revelada. Penso que já iniciamos este processo, revelações. E então os grandes “donos” das mídias começam a artilharia contra o próprio contribuinte. E este que é desrespeitado aplaude e pede “bis’. Assim como nós sabíamos que a indústria farmacêutica não tem interesse em trabalhar para curar as doenças, as grandes mídias também não têm interesse em produzir cultura, conhecimento, informação com critério ético. A polêmica, o  sensacionalismos, a frase de efeito o lucro certo é o que move nossa grande mídia nacional. É lamentável.

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O médico britânico e Prêmio Nobel, Richard J. Roberts, acusou as grandes empresas farmacêuticas de colocar em primeiro lugar os benefícios econômicos do que a saúde das pessoas, impedindo o progresso científico na cura de doenças porque curar não é rentável.

Os medicamentos que curam não são rentáveis, e portanto, não são desenvolvidos pela indústria farmacêutica, que desenvolvem drogas para tratamentos crônicos que são consumidas forma serializada“, disse o prêmio Nobel em uma entrevista para a revista ‘PijamaSurf’. “Algumas drogas que poderiam curar as doenças de uma vez não são investigadas. Até certo ponto é verdade que a indústria da saúde é regida pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chegam a se parecer muitocom a máfia “, se pergunta o Nobel da medicina de 1993. O cientista e pesquisador acusa a indústria farmacêutica de se esquecer de servir as pessoas e se preocupar apenas com o desempenho econômico. “Eu vi como, em alguns casos, pesquisadores dependentes de fundos privados podem ter encontrado remédios muito eficazes que teriam terminado completamente com uma doença“, explicou.

As empresas farmacêuticas não estão tão interessadas em curá-lo, mas apenas em ganhar dinheiro” 

Ele acrescenta que as empresas param de investigar, porque “elas não estão tão interessadas em curá-lo do que em tirar o seu dinheiro, assim, uma pesquisa de repente é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam de todo, mas tornam a doença crônica e fazem experimentar uma melhoria, que desaparece quando você para de tomar a droga.” Diante disso, nota-se que a indústria está interessada em áreas de pesquisa, não para curas para doenças, mas “apenas para torná-las doenças crônicas com drogas cronificadoras muitos mais rentáveis do que curar completamente e de uma vez por todas “.

Quanto aos motivos por que os políticos não intervêm, Roberts argumenta que “em nosso sistema, os políticos são apenas funcionários dos capitalistas , que investem o necessário para que seus filhos não sejam deixados de fora, e se são, compram daqueles que são escolhidos”.

Fonte: Russia Today: Nobel de medicina: “Curar enfermedades no es rentable para las farmacéuticas”

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/06/nobel-de-medicina-a-cura-de-doencas-nao-e-lucrativa-para-a-industria-farmaceutica/#ixzz3Ii4uFWJu

Democratização da mídias. Precisamos falar sobre isso.

A ausência de respeito e consideração com todos os cidadãos do norte e nordeste do nosso país manifestada pelos meios de comunicação do nosso país,( que é bom sempre lembrar gozam de absurdo lucros para seu enriquecimento cada vez maior) é de uma gravidade profunda.

Esta pratica discriminatória que foi vista pela população brasileira por vários veículos de comunicação, fere profundamente com sutilize de crueldade a dignidade do outro.imagesbllyin2

Um pedido de desculpa, que não houve é muito pouco. Este pedido de desculpa se tivesse ocorrido pelos cais de mídia, não reconstruiria as mazelas, que a fala destes jornalistas proferiram, após o resultado das eleições.

Fiquei assustada, entristecida, profundamente indignada e preocupada em especial com o adolescente do norte e nordeste do nosso país.

O motivo da indignação é visível: os jovens adolescentes que não encontro modelos para construir sua identidade com auto estima adequada, pois as grandes mídias não proporcionam modelos que permitem ao jovem adolescente identificar-se com seu lugar, com sua história e menos ainda não propõem modelos que permitam aos jovens apoderar-se da sua identidade tornando-se protagonista da usa história.

Percebo que a imobilidade é grande. O jovem construir sua identidade é muito difícil todas as mídias compartilham com modelos que nega a construção verdadeira do jovem adolescente. A mídia sempre estimula ao jovem adolescente a negar sua origem, seu lugar,sua história ela perpetua um único modelo. E pronto. As mídias desconsideram valores, costumes, particularidades e diversidade. O Brasil todo tem apenas um sotaque. Isto é grave!

O fato de um meio de comunicação de domínio nacional vem a público e diminui ainda mais a identidade e compara a algo insignificante é um ato que produz grande males na identidade do jovem adolescente. Fere profundamente em muitos de nós, ditos adultos maduros imagine o que poderá acontecer com a estima de um jovem, que percebe sua origem ser desconsiderada, diminuída, desvalorizada. Podemos supor o estrago que é possível acontecer na construção de identidade do jovem adolescente.

Sabemos que por conta do contexto social os jovens adolescentes não encontro apoio, de amigos, familiares, adultos, responsáveis, lideres religiosos, educadores, professores, (que muitas vezes este profissional por falta de informação compartilha do olhar desta mídia opressora e não percebe o trágico cárcere, que esta mídia brasileira é capaz de produzir por décadas). E lamentavelmente e produziu.bullyin 4

Este adolescente esta à disposição inconsciente desta mídia perversa e cruel. Sofre “Bull yin” público e televisivo sem que nada seja feito em defesa deste adolescente, no sentido da valorização da sua naturalidade. Penso que esta atitude de vários jornalistas é no mínimo um crime contra a natureza do ser. Lamentável que o ministério público ainda não tenha se manifestado a este respeito. Penso que as emissoras que permitiram que seus jornalistas provocassem tamanha tragédia, sobre o desrespeito com a naturalidade dos jovens cidadão brasileiros precisam ser responsabilizadas por sua atitude. As mídias precisam ser responsabilizadas, o seu lucro absurdo precisa ser reavaliado. Os cidadãos comuns devem ter direito de defesa. Sempre. Isto ainda não ocorre. Penso que as mídias sabem o que venha a ser “Bull yin” . O jornalista Diogo Mainardi é representante de uma grande mídia brasileira. Ele precisa ser responsabilizado. ”BULLYIN” violência física ou psicológica. Os psicoterapeutas, os psicólogos, os advogados, os professores, os filósofos, os diretores, na figura de suas organizações e a sociedade precisa solicitar responsabilidades das mídia brasileira. Estamos vivendo um período que será um divisor de práticas cidadãs. Espero. Lúcia di Fátima

 

 

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