Nós mães, nós pais, nós adultos responsáveis por crianças.

Nós mães, nós pais, nós adultos responsáveis por crianças.
Boa tarde, pessoas queridas. Hoje trago comigo a contribuição em e escrita, de pessoas que percebem a necessidade que os dias atuais apresentam como demanda, na formação especialmente da infância das nossas crianças do zero aos sete anos. Dizem que as crianças nascessem prontas. É preocupante e isto é algo que deveria muito nos assustar. Sabemos que é uma afirmativa que precisa ser muito bem discutida. A nossa criança de, hoje e sempre, carece de proteção em todos os aspectos da sua vida. Percebo que no momentos atual muitas vivências e experiências possam ser vividas. Minimizar ou desconsiderar a ausência da afetividade e do respeito para com a natureza humana da criança e de seu próprio desenvolvimento, tem sido objeto de preocupação entre muitos, professores, familiares, educadores, pedagogos, psicanalistas, sociólogos, cuidadores, enfim entre todos adultos sensibilizados com a infância e qual direção o cuidado de seu desenvolvimento deve ocupar-se na prática cotidiana e como deve caminhar. Afinal nós somos pessoas, que crescemos, em outras gerações temos diferentes vivências, e fomos acolhidos e cuidados enquanto crianças, sabemos da nossa incompletude humana, mas de alguma maneira fomos acolhidos e este acolhimento fez total diferença para lidarmos com nossa dolorida incompletude humana. Não as crianças não nascem prontas, cada geração nova que nasce necessita ser melhor recebida, acolhida, acompanhada. Como pensar em cuidar do planeta sem construir um olhar cuidador em nossas novas gerações. Como?  Espero um olhar mais atento  para as pedagogias, que  se preocupa com o físico, o humano e o espiritual das nossas crianças.

 

A Pedagogia Waldorf é uma pedagogia que tem como ponto de partida o conhecimento da criança e de seu desenvolvimento em diversos aspectos. Enfoca o ser humano como ente físico, anímico e espiritual.
Embasada na concepção de ser humano e mundo desenvolvida pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925), essa pedagogia tem como objetivo o cultivo das potencialidades individuais. Leva em consideração a diversidade cultural e se compromete com princípios éticos humanos amplos e gerais.

imagesCAX7LD4V bonecos 1 Há uma valorização de:
• Integração social e cooperação
• Integração de escola e família
• Infância saudável
• Alegria e responsabilidade nos processos de aprendizagem
• Excelência intelectual, imaginação, criatividade, cultivo da memória,
habilidades em resolução de problemas
• Arte e movimento como meios de exercitar capacidades e como
elementos que permeiam todo o processo de aprendizagem
• Currículo que propicia um desenvolvimento adequado a cada faixa
etária nos âmbitos físico, emocional e cognitivo.
• Professores em permanente processo de autoeducação: além da
formação acadêmica os professores passam por uma formação específica em Pedagogia Waldorf.

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Especificidades da Pedagogia Waldorf
• Os conteúdos e atividades visam ir ao encontro das necessidades próprias de cada fase do desenvolvimento dos alunos
• Educação Infantil com espaço e tempo para o desenvolvimento de uma infância saudável, sem procedimentos voltados para a alfabetização precoce
• Os primeiros oito anos escolares do Ensino Fundamental têm, preferencialmente, acompanhamento feito pelo mesmo professor
• Aulas de Euritmia
• Ensino em módulos temáticos
• Aulas   Manuais, Música, Jardinagem, Artes ao longo de todo o currículo
• Ensino de línguas estrangeiras (Inglês e Alemão) desde o primeiro ano
• A avaliação é contínua e diversificada, e considera o aluno em seus diversos aspectos. Pretende ser tanto
um retrato da situação de aprendizagem quanto um ponto de partida para desenvolvimentos posteriores
• O elemento artístico, além de ser utilizado como uma faculdade em si, é um veículo didático 

 

“A nossa mais elevada tarefa deve ser a de formar seres humanos livres que sejam capazes de, por si mesmos, encontrar propósito e direção para suas vidas.”
Rudolf Steiner

TERCEIRA IDADE NO BRASIL

 

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UM BRINDE AOS AMIGOS E AMIGAS QUE PODEM GOZAR DO PRAZER DESTA NOVA ETAPA DA VIDA. QUE ESTE GOZO SEJA POSSÍVEL PARA TODOS.

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QUE NOSSO GOVERNO PROCURE MELHORAR AS CONDIÇÕES DE VIDA PARA ESTA NOVA POPULAÇÃO.

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COM CERTEZA ESTAS PESSOAS CONTRIBUÍRAM E AINDA CONTRIBUEM NA CONSTRUÇÃO DESTE PAÍS. POPULAÇÃO ESTA QUE SEMPRE LUTOU POR UM PAÍS MAIS JUSTO, HUMANO E SOLIDÁRIO.

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QUE NESTE NOVO TEMPO NÃO LHES FALTE SOLIDARIEDADE, JUSTIÇA E GARANTIA DE DIREITOS. QUE SEJA     AMPLIADO, GARANTIDO, REPENSADO, PERCEBIDO, CONSIDERADO OS CUIDADOS QUE A TERCEIRA IDADE TEM POR DIREITO E NECESSITA COM URGÊNCIA. ESPERO QUE NOSSOS DIRIGENTES SENSIBILIZEM-SE E PROMOVAM POLÍTICAS PÚBLICAS QUE GARANTAM OS DIREITOS DESTES CIDADÃOS.

Senior couple on cycle ride

HOJE JÁ MAIS FRÁGEIS E NECESSITADOS DE PROTEÇÃO. UM BRINDE ESPERANÇOSO PARA A TERCEIRA IDADE DO BRASIL.L.F.R. 

QUANDO PENSAMOS  EM GARANTIAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS NO BRASIL ESTAMOS É NECESSÁRIO TRAZER A QUESTÃO DA DISTRIBUIÇÃO DE RENDA NESTE PAÍS. 

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Bora cuidar melhor das nossa crianças.

HOJE TRAGO COMIGO CONTRIBUIÇÕES PARA COMPARTILHAR SOBRE COMO ESTAMOS CUIDANDO DAS NOSSAS CRIANÇAS. PENSO QUE PRECISAMOS TER BASTANTE CUIDADO COM O QUE E COMO ESTAMOS CUIDANDO DAS CRIANÇAS.

PENSANDO SOBRE A EDUCAÇÃO INFANTIL

NOSSA PREOCUPAÇÃO COM NOSSAS FUTURAS GERAÇÕES CONTINUAM CADA VEZ MAIS PRESENTES. SABEMOS QUE A EDUCAÇÃO É UM MEIO DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA ACOLHER AS RELAÇÕES INTERACIONISTAS DAS CRIANÇAS QUE REPRESENTAM DE CERTO MODO AS FUTURAS GERAÇÕES.

TRAGO COMIGO A EXPERIÊNCIA DA ESCOLA REGGIO EMILIA PARA CONTRIBUIR SOBRE NOSSO LIDAR COM AS CRIANÇAS DE UMA MANEIRA,CRIATIVA,RESPEITOSA,INTELIGENTE,COLABORATIVA  E COMPARTILHADA.

 

 

MARIA CECÍLIA CURY

A abordagem inovadora do Reggio Emilia

 

A abordagem de Educação Infantil de Reggio Emilia pode ser aplicada em qualquer escola, seja ela pública ou privada, construtivista ou sociointerativa? Como segue o processo de formação de alunos que foram educados dentro dessa metodologia na Educação Infantil quando eles seguem para o Ensino Fundamental e, posteriormente, no Ensino Médio? (Áureo Gomes Monteiro Junior, Curitiba/PR)

Creio que seria extremamente inapropriado e incorreríamos em erro se, simplesmente, tentássemos importar a experiência de Reggio Emilia. Na educação, a boa teoria tem, frequentemente, vinda de uma prática bem-sucedida. Por sua vez, a teoria que se origina da prática passada pode renovar a prática e trazer novas orientações num processo contínuo e singular de exploração, pesquisa, experimentação e inovação. É uma relação interativa. Temos nossa própria história e temos de partir da nossa realidade. Nossa configuração social é outra, temos diferenças culturais e institucionais, o que não desqualifica essa abordagem, mas requer tantos estudos e discussões quanto nossa curiosidade intelectual permitir. E, a partir daí, ir adiante, observando, aprofundando, debatendo e construindo conhecimentos adequados ao nosso cenário sociocultural.

Nunca é demais aplaudir o sucesso e a ousadia da comunidade Reggio Emilia, que, em meio aos escombros da Segunda Guerra, apenas seis anos após seu término, aproveitou os tijolos e os ferros das casas bombardeadas para construir uma escola para crianças, dando-nos o testemunho de que é possível transformar a realidade quando há ideal, determinação e compromisso.

Essa abordagem incentiva o desenvolvimento intelectual da criança por meio de um foco sistemático sobre a representação simbólica. Ela é encorajada a explorar seu ambiente, que é rico em possibilidades, e a expressar-se através de todas as suas “linguagens” — desenho, pintura, palavras, movimento, montagens, dramatizações, colagens, escultura, música —, o que a conduz a surpreendentes níveis de habilidades simbólicas e de criatividade.

A abordagem Reggio Emilia só é utilizada na Educação Infantil. No momento, discute-se, na Itália, a possibilidade de estendê-la para outros segmentos. Entretanto, acredito que isso não seja problema. Não há choques com o ensino posterior. A criança constrói uma base sólida e torna-se capaz de movimentar-se bem em outros sistemas pedagógicos.

Meu filho tem 2 anos e meio e já frequenta a escola. Ele corre o risco de um dia enjoar de estudar por começar tão cedo? Existe alguma literatura indicada para essa questão?

Jamais uma criança vai enjoar de estudar por ter começado a frequentar a escola infantil muito cedo. A escola infantil oferece inúmeras oportunidades para a criança expressar-se por meio de atividades prazerosas: pintura, desenho, música, movimento, leitura, escrita, escultura, dança, teatro. Além disso, toda e qualquer atividade na escola infantil é permeada pelo lúdico. Tudo se transforma numa grande festa. Os jogos, os brinquedos, as brincadeiras estão sempre presentes e, o mais importante, a criança vai construindo hábitos e atitudes, competências e habilidades, valores e conhecimentos de uma forma leve, natural e agradável.

Além disso, a criança inicia a aprendizagem pela convivência. Diz um provérbio popular: “O melhor brinquedo para uma criança é outra criança”. Na escola infantil, a criança convive com outras crianças, e isso é superdivertido. Ela passa a ter um grupo da sua idade para brincar, viver interessantes experiências e significativas trocas. No grupo, ela aprende as regras da convivência: dividir, partilhar, fazer valer seus direitos, respeitar o espaço e o direito do outro. É um grande ganho. Depoimentos de jovens adultos que começaram muito cedo em escolas infantis revelam uma lembrança muito positiva e cheia de afetividade daquela época.

Fique tranquila. Seu filho está bem. Ninguém enjoa do que é bom. Quanto à bibliografia, recomendo: Brincar na Pré-Escola. Gisela Wajskop. Ed. Artmed; Creche: Crianças, Faz-de-conta e Cia. Zilma de Moraes Oliveira. Ed. Cortez; e Jogo, Brinquedo, Brincadeira e a Educação. Tizuko Kishimoto. Ed. Cortez.

Indico, ainda, as obras de Maria Tereza Maldonado como leitura interessante sobre a relação entre pais e filhos: Comunicação entre Pais e Filhos (Editora Saraiva) e Como Cuidar de Bebês e Crianças Pequenas. Para mais informações, acesse o site http://www.mtmaldonado.com.br

 

Você poderia citar quais são os critérios aplicativos do referencial pedagógico do Reggio Emilia para que possamos ampliar nosso conhecimento sobre sua teoria e prática, bem como bibliografias existentes? (Adelina Barbosa Ramos, Santos, SP)

Loris Malaguzzi, o idealizador da abordagem Reggio Emilia, pensou na escola como uma construção em contínuo ajuste que deve, de tempos em tempos, rever seu sistema sem interromper seu curso natural. Considerava fundamental que o sistema de escolarização se expandisse para o mundo da família, integrando-a e respeitando seu direito de conhecer e participar do trabalho desenvolvido pela escola. Ponderava ser essencial que o foco de seu sistema fosse a criança, mas não só ela. Era preciso que os professores e as famílias fossem vistas como centrais para a educação das crianças.

Em Reggio Emilia, a educação é estruturada tendo por base o relacionamento e a participação. A relação é a dimensão fundamental de conexão do sistema, entendido como uma conjunção dinâmica de forças e elementos interagindo para uma finalidade comum. É importante que a escola seja confortável, de modo que todos se sintam em casa e os três protagonistas principais possam incorporar maneiras de intensificar suas relações, garantindo total atenção aos problemas da educação e ativando a participação e a pesquisa. A intensa atividade na exploração e criação em grupo refina habilidades de comunicação e ajuda o grupo a manter-se aberto e receptivo a mudanças.

O objetivo do projeto educacional Reggio Emilia é, segundo seus educadores, criar uma criança protagonista, investigadora, capaz de descobrir os significados das novas relações e de perceber os poderes de seus pensamentos por meio da síntese de todas as linguagens: expressivas, comunicativas e cognitivas.

Bibliografia:

Edwards, Carolyn. As cem linguagens da criança: a abordagem de Reggio Emilia na educação da primeira infância. Editora Artmed, 1999.

Malaguzzi, L. A historical outline, data, and information. Reggio Emilia, Italy: Center for Education Research.

Rabbit, G. A procura da dimensão perdida: uma escola de infância de Reggio Emilia. Editora Artmed.

Rinaldi, C. The Reggio Emilia approach. A paper presented at the Conference on the Hundred Languages of Children, Detroit, MI. 1991.

Alguma escola no Brasil já utiliza essa abordagem? (Maria Cecília Garcia Serafim Fulgêncio, Valença/RJ e Fernando Miguel Marinho dos Anjos, Rio de Janeiro/RJ)

Não tenho conhecimento de escola que utilize essa abordagem no Brasil. Sei que, tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro, há estudiosos aprofundando suas pesquisas. Em São Paulo, há uma educadora de uma escola de orientação italiana e, simultaneamente, professora da Universidade de Bolonha, grande entusiasta da abordagem Reggio Emilia, que participou ativamente para tornar possível que a mostra “As Cem Linguagens da Criança” acontecesse em São Paulo no início de agosto. Essa belíssima exibição, que tem corrido o mundo, é uma amostra, por meio de fotos, pinturas, desenhos, colagens e estruturas construtivas do processo educacional Reggio Emilia.

No final de janeiro desse ano, depois de insistentes pedidos nossos, foi aberto um curso em Reggio Emilia destinado aos latino-americanos. Estiveram lá 25 brasileiros, estudando, debatendo, maravilhando-se, inserindo-se naquela realidade. Acredito que seja necessário aprofundarmos nossas investigações e daí partirmos para novos caminhos e propostas.

Em síntese, como foi a experiência de visitar o Reggio Emilia? Considerando nossa realidade: a) essa abordagem de ensino é exeqüível? b) quais seriam os aspectos favoráveis — e também os desfavoráveis — que devem ser observados pelas escolas que pretendem seguir essa abordagem? (Giselaine Mary Barbosa Troglio, Foz do Iguaçu/PR e Fernando Miguel Marinho dos Anjos, Rio de Janeiro/RJ)

Já tinha visitado escolas de orientação Reggio Emilia nos Estados Unidos e na Dinamarca, mas, na Itália, foi fantástico. Ler e ouvir falar a respeito é diferente de vivenciar in loco. As escolas em Reggio Emilia surpreendem pela beleza e estética. Em cada cantinho, há um detalhe. Limpeza e ordem estão sempre presentes. Existe uma ordem estética no ambiente. Lá, fica evidenciado que, por meio da documentação e do trabalho em grupo, é possível preparar ambientes estéticos e atividades que conduzem a criança a perceber e a representar o mundo natural e cultural em que vive. O mais interessante é que o trabalho com a criança, apesar de se nutrir da arte e da estética, vai além. A arte é uma ferramenta para o pensamento.

O currículo é aberto. Trabalha-se com projetos, que eles chamam de “projetos de estudos em profundidade”, que começam com base em uma ideia e germinam por longo período, envolvendo desde a observação de ideias interessantes da criança até o desenvolvimento dessas ideias em experiências concretas. As reflexões resultantes dessas experiências geram aprendizagens e levam a novas ideias que, por sua vez, vão constituir desafios para outras atividades. Assim, um projeto pode durar meses. Um bom projeto é aquele que permite a contribuição de cada criança, de modo que ela possa interagir com as demais, discutindo, decidindo, dialogando, resolvendo conflitos, estabelecendo regras e metas, utilizando múltiplas formas de representação. A abordagem no projeto educacional de Reggio Emilia é sempre multissimbólica.

Toda escola tem um atelier e um atelierista, que é um profissional envolvido com arte e estética. Malaguzzi falava que, se pudesse, teria criado uma escola composta inteiramente por laboratórios similares a ateliês. Uma escola feita de espaços, nos quais as mãos das crianças pudessem sempre estar ativas. Mãos e mentes ativas engajadas em uma alegria liberadora e uma aprendizagem efetiva.

O atelier é um espaço rico em materiais, ferramentas e pessoas. É um espaço subversivo no sentido de permitir novas combinações e possibilidades criativas entre as diferentes linguagens da criança, gerando, assim, novas ferramentas para o pensamento.

Também é um poderoso meio para ajudar os pais a compreender como seus filhos possuem recursos e habilidades bem maiores do que percebem. Por meio dos trabalhos desenvolvidos pela criança, é possível verificar como ela pensa e se expressa, o que produz com suas mãos e inteligência, como brinca, como discute hipóteses, como sua lógica funciona. Assim, os pais podem entender o trabalho e, efetivamente, fazer parte do processo educacional. Também funciona como um laboratório de estudo e pesquisa para os professores. Novas modalidades, técnicas, materiais e instrumentos podem ser experimentados.

Há um cuidado em registrar e documentar todo o trabalho e eventos que acontecem por meio da escrita, de fotos e de filmagens. Essa documentação é, posteriormente, compartilhada com as crianças, com os pais, com os outros membros da escola, com o público. Assume-se, assim, a perspectiva de um pesquisador. O trabalho realizado é tratado como produto de uma lógica a ser compreendida.

A abordagem Reggio Emilia oferece muito material para reflexão. Evidentemente, não é possível importá-la tal qual se apresenta. Vivemos outra realidade. A falta de pressa, o número de alunos e de professores envolvidos, a tradição de cooperação comunitária, o currículo aberto e a preparação dos professores para lidar com essa abordagem são questões complexas e muito distantes de nossa cultura. Entretanto, Reggio Emilia oferece uma ampla gama de possibilidades de estudos e de investigação. Precisamos discutir, observar, aprofundar.

Como é feita a alfabetização utilizando-se a abordagem Reggio Emilia? (Tereza Raquel dos Santos Alves, Presidente Prudente/SP)

A alfabetização não é o foco em Reggio Emilia. A criança pode aprender a ler ou a escrever como resultado dos desdobramentos dos projetos desenvolvidos. Se isso não ocorrer, acontecerá depois no outro nível de escolaridade — não há pressa. O importante é que ela adquira as ferramentas fundamentais para pensar e, sendo capaz de refletir, ela fica aberta a qualquer exigência ou forma de aprendizagem.

Nos projetos, são utilizadas estratégias didáticas que facilitam o contato da criança com situações intelectual e emocionalmente desafiadoras. Como todo o percurso é registrado, documentado e exibido, a criança tem permanente contato com a escrita. Cada grupo de, no máximo cinco crianças, tem duas professoras. Enquanto uma atua diretamente, a outra registra tudo: as discussões surgidas, as hipóteses formuladas, as tentativas de resolução dos problemas. Como ela escreve o tempo todo, aguça a curiosidade da criança quanto à escrita. A literatura também é presença constante, o que facilita o gosto pela leitura e sua aprendizagem.

Os projetos são estimulados pelo educador ou são do interesse das crianças? Como também trabalho com projetos, percebo que alguns saem do interesse delas. (Carla Waldeck Santos, Curitiba/PR)

Visto como parte integral da aprendizagem cognitiva/simbólica da criança em desenvolvimento, o projeto não é criado ao acaso, mas resultado de uma exploração conduzida de temas e situações relevantes para a criança.

Em Reggio Emilia, o projeto inicia-se com uma série de reuniões entre os próprios professores visando, entre outras coisas, à revisão de princípios sobre as condições necessárias para que um projeto seja considerado bom. É evidente que o bom projeto é aquele que aguça o interesse da criança. Um projeto deve ser interessante, próximo da experiência da criança e rico em possibilidades para seguir um curso de variadas atividades.

Os projetos em Reggio Emilia evoluem em ritmo próprio, não há limitação de tempo, e seguem o seguinte caminho: organização; discussão e exploração do tema — para que todos possam pensar bastante sobre ele —; representação e experiência conclusiva.

O projeto é introduzido como uma provocação e envolve experiências de exploração e discussão em grupo, seguidas de representação e expressão, através do uso de meios simbólicos: desenho, movimento, jogos, construção com blocos, jogos.

Arte e estética são a parte central do modo como a criança percebe e representa o mundo.

 

 

 

 

 

A força da palavra.

Trago comigo contribuições para reflexão  sobre cidadania e igualdades

 

 

PAPO DE MÃE. FÉRIAS. TV BRASIL

Trago do programa Papo de Mãe da TV Brasil…uma situação bastante carente de discussão e aprimoramento.

 

FÉRIAS DAS CRIANÇAS.

NOSSAS CRIANÇAS ESTÃO NO PERÍODO DE FÉRIAS. NOSSO PAÍS PRECISA PENSAR EM POLÍTICAS PÚBLICAS QUE ATENDAM AS NECESSIDADES DAS FAMÍLIAS QUE PRECISAM DO ACOMPANHAMENTO DAS CRIANÇAS EM TODO PROCESSO DO SEU DESENVOLVIMENTO.

 

 

ENQUANTO ISTO NÃO ACONTECE, TRAGO COMIGO UMA SUGESTÃO INTERESSANTE E INTELIGENTE PARA CONTRIBUIR COM O “CUIDAR” ATENCIOSO DE NOSSA CRIANÇA.

 

Para todas as nossas crianças todas, todas,todas… 3

Acredito que ao fazermos o exercício de percebermos nossos processos internos e externos temos mais oportunidade em garantir nossa comunicação.

Gerações.

Na sociedade atual precisamos ser educados. É fundamental para existirmos com humanidade, condição essencial da nossa natureza de animais pensantes.

Pensando em uma sociedade humana, solidária e justa. Acredito que uma criança quando desejada, querida e amada no útero de sua mãe ou de quem a desejar com todo esse pensamento humano tem mais oportunidade nos dias de hoje, (respeitando todo nosso processo histórico) desenvolver-se um adulto mais justo, humano e solidário. Respeitando suas necessidades, físicas, biológicas, econômicas, geográficas e sociais.

Sociedade humana.

Estou pensando em uma expressão que já ouvi nas filas de caixa dos mercados… ”Filhos são uma benção ! Pena que não venha com manual

de instrução!”

Filhos como educa-los.

Trago comigo o olhar da filósofa, mestre em educação, professora e autora de 20 livros, Tania Zagury em seu livro “Filhos manual de instruções” para pais das gerações X e Y. Essa contribuição tem a pretensão de fomentar o interesse em atitudes maduras e responsáveis dos pais que desenvolvem o processo de educar seus filhos nos dias de hoje.

Tania Zagury

A professora Tania preocupada com educação escreve este livro com a pretensão de contribuir na educação dos filhos dos pais da atualidade.

TANIA ZAGURY

No primeiro do seu livro.

“Como fazer seu filho comer bem”

A autora nos fala sobre a preocupação das mães com o ato de alimentar seu filho intimamente ligado ao ato de cuidado é uma prova de amor. Amamentar é a ação primeira de doação e proteção.

Amamentação.

Considera compreensível, que mamães modernas que na maioria das situações fica longe do seu filho por cerca de dez horas por dia, desde bem pequenos, tentem compensar a ausência que as perturba, cuidando” além da conta” da alimentação dos filhos. A compensação confunde qualidade com quantidade- Quanto mais a criança come, parece que é maior o alívio e mais atenuada a culpa que sentem.  

Mães trabalhando.

Nas últimas décadas 40 milhões de mulheres entraram no mercado de trabalho- 44% da força de trabalho brasileira é composta por mulheres. (2011)

É preciso ter um número mínimo de informações sobre o que de fato importa em termos de nutrição infantil e adotar medidas práticas.

Comer bem é…

Criança comendo.

Atender às necessidades nutricionais do organismo.

Fazer refeições balanceadas sempre; cada refeição deve conter os nutrientes básicos, à manutenção da saúde crescimento e harmonia corporal.

Comer sem “empurrar a comida”.

Fazer as refeições corretas, sem beliscar entre uma refeição e outra.

Fazer todas as refeições.

Comer para satisfazer a fome.

Evitar comer quando não temos fome. É medida essencial. A propaganda incentiva exatamente o contrário. No Brasil a regulamentação da publicidade de alimentos foi lamentavelmente suspensa.

Para todas as nossas crianças todas, todas… sobrinhos, afilhados, filhos, netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.2

Gerações

DIFERENTES-GERAÇÕES

Atualmente precisamos  conhecer os pensadores da Educação e da   Organização da Sociedade, cuidadosamente um  pouco das nossas próprias gerações e o que cada um de nós deixa de bom para as novas gerações. Enfim é fundamental conhecermos a nós mesmos, para contribuirmos conscientemente com  melhor de  cada um de nós.

DIFERENTES-GERAÇÕES

 Vários autores procuram explicar as diferenças entre as gerações, variam suas datas para classifica-las. Cada uma apresenta diferentes circunstâncias e contextos. Diferentes tempos e sociedades.

Podemos considerar que;

1948 – 1963 são pessoas que pertencem à geração Baby Boomers.

1-     Geração Baby Boomers

Geração Baby Boomers 1946- 1964

A geração Baby Boomers refere-se às pessoas nascidas entre 1943 e 1963, durante o

Baby Boom. Para Oliveira (2009) os anos correspondem a 1940 a 1960. São consideradas pessoas motivadas, otimistas e workaholies (VIACIADAS NO TRABALHO). Nasceram no período de crescimento econômico, no final e após a segunda Guerra Mundial, por isso idealizavam atuar na reconstrução de um novo mundo pós-guerra. Durante sua trajetória, essa geração, foi educada para competir, trazida com muita disciplina, ordem e respeito pelos outros. Qualidades essas que não foram consideradas ou apreciadas nos anos subsequentes, como aponta Conger (1998). O autor pontua a presença da Guerra do Vietnã, o surgimento dos anticoncepcionais e os movimentos feministas e sociais que promoveram grandes conquistas em relação aos direitos trabalhistas às mulheres, podendo-se perceber, por exemplo, as questões da flexibilidade do horário de trabalho, o aumento do período de licença maternidade, a possibilidade de fazer parte das tarefas domésticas, preparando, dessa forma, o cenário para as gerações vindouras.

Baby Boomers

Diante da rigidez da disciplina que recebiam a tendência natural à rebeldia aparecia na música, momento que surge o Rock and Roll e grandes nomes da música como Elvis Presley, Bob Dylan, Beatles e Rolling Stones (OLIVEIRA, 2009).

Nesse contexto surgiram, então, dois perfis dos jovens: o disciplinado e o rebelde. Os disciplinados aceitavam as condições impostas pelos pais e exerciam um comportamento um tanto quanto correto, ingressavam na vida adulta com maior rapidez e buscavam a estabilidade na empresa e a constituição de família. Quanto aos jovens rebeldes, na sua maioria, eram filhos de pais ricos e militares e buscavam transgredir todas as regras da sociedade, usando cabelos compridos, fazendo sexo antes do casamento, fumando e usando roupas coladas ao corpo. Além disso, seguiam as influências de personagens do cinema, lutavam ativamente pela liberdade política e exigiam mudanças nesse cenário. Também foram líderes de movimentos feministas, homossexuais, civis. Participaram de movimentos estudantis e do movimento “Yuppie” (Young Urban Professional – Jovem Profissional Urbano). No Brasil, a luta foi direcionada ativamente contra a ditadura militar (MACEDO, s/d).

Gerações

No que se referem às questões profissionais, os participantes dessa geração foram educados em um ambiente corporativo no qual a liderança era sinônimo de controle.

Demonstravam lealdade, focando sempre os resultados e mantendo um alinhamento e um compromisso com a missão da empresa que trabalhavam, valorizando o status e a ascensão profissional. De acordo com Kanaame (1999), aplicavam as habilidades e competências escolares em carreiras que oportunizavam posições elevadas ou mesmo garantias e/ou segurança para o futuro. A questão da empregabilidade representava uma afirmação de identidade, porém, a qualidade de vida não era muito preservada, uma vez que a ansiedade gerada pela necessidade de se construir um mundo diferente acabava por intensificar o trabalho, já que esse era entendido como o ponto mais importante para o momento histórico.

Gerações

Atualmente, presencia um estágio maduro, contradizendo as tendências tradicionais no que se refere ao seu poder de compra e, por tal condição, está recebendo um tratamento

especial novamente, todavia ainda trata-se de uma geração resistente às mudanças, pois devido à bagagem e vivência de experiências relevantes demonstram resistência em conciliar ações em um ambiente cooperativo. São pessoas que não se abrem muito para questionamento e a principal preocupação está na busca pela estabilidade no emprego. Colocam a carreira acima de tudo e se adaptam em qualquer organização, porém, é uma geração que está saindo do mercado de trabalho.

Para Kanname (1999) essa geração tornou-se mais saudável e instruída que sua antecessora, uma vez que a motivação favorece uma aposentadoria mais tardia, por variados motivos, como a necessidade de complementar a renda familiar, pela vitalidade que sentem e a necessidade de continuar produzindo.

1964 – 1977 são pessoas  da geração – X

2- Geração X

De acordo com Oliveira (2009) a geração X é a dos nascidos entre 1960 e 1980.

Engelmann (2009) considera a data como 1964 a 1977. Viveram num momento de revolução e de luta política e social, presenciando escândalos políticos como o assassinato de Martin Luther King. Presenciaram a Guerra Fria, a queda do muro de Berlin, a AIDS e a modificação de conceitos impostos pela sociedade anterior, o que promoveu a adoção de um sentimento de patriotismo.

 

Para Lombardia (2008) as inovações tecnológicas avançaram significativamente

deixando grandes marcas na juventude da época, favorecendo a aceleração das atividades diárias, promovendo manifestações revolucionárias e qualificando estilos diferenciados nos modos de viver desses jovens. Os revolucionários assumidos organizavam manifestações em movimentos estudantis como os “Hippies”

Os hippies (no singular, hippie) eram parte do que se convencionou chamar movimento de contra cultura dos anos de 1970).

Geração X

Buscavam direitos iguais para todos. A música servia pra representar os valores e posições políticas, outrora marcadas pela censura de imprensa. Além disso, a liberdade de escolha passou a ser característica marcante dessa geração.

Quanto à estrutura familiar, são filhos de pais separados e mães que trabalhavam fora,

o que começou a provocar o imenso sentimento de culpa das mulheres por se ausentarem de seus lares, gerando dificuldade de se colocar limites e estruturar a disciplina. Essa convivência promoveu a quebra de padrões considerados arcaicos sociais e morais. A questão do casamento, por exemplo, deixou de ser uma condição de permanência perpétua. Oliveira (2009) também pontua que essa geração foi totalmente influenciada por programas de televisão, tanto no que diz respeito à educação, quanto à rotina familiar. Tal influência também envolveu um aumento exacerbado dos apelos consumistas, reordenando e orientando o modo de viver e agir das pessoas.

Tal condição leva essa mesma geração à valorização do trabalho e a estabilidade financeira, na condição de garantir a realização de desejos pessoais e materiais já que a

carreira ainda encontra-se como o centro de seus direcionamentos e pode levar ao sucesso profissional. Mas, em contrapartida, efetiva-se a busca acirrada pelo sucesso da vida pessoal, e, depois, a constituição de uma família e a preocupação com a qualidade de vida, muito embora essas questões se mostrem um tanto quanto conturbadas com todos os percalços impostos pela vida moderna. Nesse sentido, muitas vezes os valores pessoais são submergidos na busca dos objetivos. Por isso também podem ser consideradas pessoas egoístas. “Essa geração é marcada pelo pragmatismo e autoconfiança nas escolhas, e busca promover a igualdade de direitos e de justiça em suas decisões” (Oliveira, 2009, p.63).

Geração X

Lombardia (2008, p.4) explicita que as pessoas pertinentes a essa geração “são conservadores, materialistas e possuem aversão a supervisão. Desconfiam de verdades absolutas, são positivistas, autoconfiantes, cumprem objetivos e não os prazos, além de serem muito criativos”. Como profissionais essa geração valoriza o trabalho e busca ascensão profissional, sendo independente e autoconfiante.

No seguimento profissional procuram por um ambiente de trabalho mais informal e com uma hierarquia menos rigorosa. Apesar de não serem fãs de regras na vida pessoal,

consideram sua necessidade no ambiente empresarial. Carregam o fator de terem crescido durante o florescimento do downsizing- Em português: achatamento. Trata-se de uma das técnicas da administração contemporânea, que tem por objetivo a eliminação da burocracia corporativa desnecessária, pois ela é focada no centro da pirâmide hierárquica, isto é, na área de recursos humanos   corporativo e, devido a essa quebra da estabilidade, buscam o desenvolvimento de habilidades que favorecem a empregabilidade. Apresentam um comportamento mais independente e mais empreendedor, focando as ações em resultados (OLIVEIRA, 2009).

1978 – 1994 são pessoas da geração – Y

Geração -Y

3-A geração Y é constituída por indivíduos filhos da geração Baby Boomers e dos primeiros membros da geração X e, segundo Lombardia (2008) são as pessoas nascidas entre

1980 a 2000, já para Engelmann (2009) são as que nasceram entre 1978 e 1994. É conhecida como a geração dos resultados, tendo em vista que nasceu na época das tecnologias, da

Internet e do excesso de segurança. Oliveira (2009) observa que ela não viveu nenhuma grande ruptura social vive a democracia, a liberdade política e a prosperidade econômica. Nativos Virtuais. As pessoas dessa geração são consideradas ambiciosas, individualistas, instáveis, todavia, preocupadas com o meio ambiente e com os direitos humanos. Também são

identificadas como esperançosas, decididas, coletivas e com um bom nível de formação, geralmente agindo sem autorização e desenvolvendo um alto poder e/ou pretensão de

consumo. Tendem a fazer várias coisas ao mesmo tempo, gostam de variedade, desafios e oportunidades.

Geração Y

Outra característica marcante das pessoas da geração Y é que aceita a diversidade convive muito bem com as diferenças de etnia, sexo, religião e nacionalidades em seus círculos de relação (LOIOLA, 2009).

Raines (2000) acrescenta que são filhos de geração de mães independentes emocional e financeiramente e possuem uma vida profissional ativa, por isso acabaram sendo criados

pelos profissionais das creches ou por avós. Além disso, o modelo de família padrão também foi substituído por uma organização que não necessariamente é representada pelo pai ou pela mãe presente.

Geração Y

O modelo familiar mais acentuado é o flexível, muitos são filhos de pais separados, convivem com irmãos de pais diferentes, madrastas, padrastos, namorados de pais e mães. São pertencentes a famílias que elencaram como objetivo preparar seus filhos para o futuro, por isso a “agenda” da infância era determinada por muitos afazeres, como cursos de idiomas, esportes e outras tarefas para preencherem o dia a dia, esquecendo-se de acharem um tempo para o ser crianças Conseguem acesso fácil as informações e são sensíveis as injustiças. Contudo, são impacientes, folgados, distraídos, superficiais e insubordinados, só fazendo o que gostam e quando percebem que há algum sentido ou alguma recompensa. Possuem dificuldades de acatar os limites e adoram fastfoods (refeições rápidas). São jovens brilhantes que dominam as tecnologias, mas não se contentam com os desafios propostos, buscando sempre novas perspectivas.

Geração Y

A facilidade com que lidam com as tecnologias tornou-se, assim, um importante meio de sobrevivência, de maneira que as rápidas e constantes mudanças nos meios de comunicação não assustam esta geração. Para Engelmann (2009) o mundo virtual motivou a essa geração o desenvolvimento do pensamento sistêmico, com a possibilidade de olhar para o global e o local, competência esta que é tão importante ao novo mundo de trabalho.

Geração Y

Veloso (2008) considera que esta geração possui outro conceito de trabalho, baseado em um contrato psicológico diferente do que foi estabelecido pelos seus antecessores. Identifica o trabalho como uma fonte de satisfação e aprendizado, muito mais do que uma fonte de renda. Isso favorece que os conceitos de carreira, promoção, estabilidade e vínculo profissional, aspectos relativos à vida organizacional bastantes valorizados pelas gerações anteriores, passem a ser analisados sobre novas perspectivas.

Geração Y

Para Oliveira (2009) as pessoas dessa geração valorizam menos a permanência em uma única empresa e mantém mais lealdade a si mesmos, porém são mais fáceis de serem recrutadas, uma vez que buscam trabalhar com liberdade, flexibilidades e criatividade, sentindo, ainda, necessidades de avaliações contínuas. Além disso, Engelmann (2009) enfatiza que não respeitam cargos ou currículos, mas demonstram admiração por competência real e comportamento ético. “A falta de cerimônia com os pais leva à indiferença sobre autoridades admiram “a competência real e não a hierarquia.” (KUNTZ, 2009, p.56), conversam de igual pra igual com os chefes, não se preocupando com o nível hierárquico.

Geração Y

Loiola (2009) pontua que elas esperam do líder a explicitação do papel que necessitam desempenhar, porém, não querem cobranças. Possuem capacidade de resolver os problemas e buscam o reconhecimento. Raines (2000) acrescenta que como profissionais possuem o desejo de trabalhar e aprender, não demonstrando medo do risco de demissão, fator que faz com que busquem o máximo de conhecimento das empresas nas quais estão atuando em determinado momento.

Geração Y

Apesar de dominarem as tecnologias não se contentam com os desafios propostos, sempre querendo mais, motivo para não permanecerem nas empresas em que trabalham. Segundo Gonçalves (2011, p.4) “precisam de razões e estímulos para se manter no emprego. A geração Y refere-se a uma população que está entrando no mercado, oriundos de num período econômico próspero. Continua…

Novas gerações

Para todas as nossas crianças todas, todas…sobrinhos, afilhados, filhos, netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.1

Trago comigo uma reflexão sobre as gerações. Penso sobre a importância em conhecermos suas diferenças, com a pretensão de construirmos um relacionamento melhor entre todos.

Para todas as nossas crianças todas, todas...sobrinhos, afilhados, filhos netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.

Para todas as nossas crianças todas, todas... sobrinhos, afilhados, filhos netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.

Para todas as nossas crianças todas, todas...sobrinhos, afilhados, filhos netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.

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Para todas as nossas crianças todas, todas... sobrinhos, afilhados, filhos, netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.

Se vislumbrarmos a construção de uma sociedade, mais justa humana e solidária é preciso olhar com mais atenção aos processos e contextos históricos das nossas gerações. Proponho nosso despertar para reconhecermos, compartilhar e fundamentarmos sobre as diferenças contidas em cada geração, buscando valorizar o que há de melhor entre cada uma delas.

Para podermos pensar sobre como queremos e podemos educar nossas crianças, em busca de uma sociedade mais justa, humana e solidária. Esses estudos as organizações empresariais que objetivam atender e manter-se dominando sempre as novas logicas, que atendem ao capital investem com muita eficiência, no gerenciamento em pessoas. Isso para manter-se sempre dominando a sociedade.

O investimento em pessoas pretende garantir a idealização e o encaminhamento de ações que favoreçam as empresas na produção e no aumento de sua renda. Nós que nos percebemos como pessoas interessadas no olhar e numa prática compromissada com o humano precisamos nos apropriar desses saberes e coloca-los em ação nas relações humanas construídas cotidianamente nas escolas, nas ruas, em casa, nas instituições sociais, na mídia que constrói conceitos de uma maneira subliminar, nos diferentes grupos e agrupamentos sociais e atualmente nas redes sociais. Valorizar ampliar e efetuarmos nosso processo de comunicação comprometido com o humano entre avós, pais e filhos é tarefa nossa que precisa ser melhor divulgação. Continua…

 

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