Para todas as nossas crianças todas, todas,todas… 3

Acredito que ao fazermos o exercício de percebermos nossos processos internos e externos temos mais oportunidade em garantir nossa comunicação.

Gerações.

Na sociedade atual precisamos ser educados. É fundamental para existirmos com humanidade, condição essencial da nossa natureza de animais pensantes.

Pensando em uma sociedade humana, solidária e justa. Acredito que uma criança quando desejada, querida e amada no útero de sua mãe ou de quem a desejar com todo esse pensamento humano tem mais oportunidade nos dias de hoje, (respeitando todo nosso processo histórico) desenvolver-se um adulto mais justo, humano e solidário. Respeitando suas necessidades, físicas, biológicas, econômicas, geográficas e sociais.

Sociedade humana.

Estou pensando em uma expressão que já ouvi nas filas de caixa dos mercados… ”Filhos são uma benção ! Pena que não venha com manual

de instrução!”

Filhos como educa-los.

Trago comigo o olhar da filósofa, mestre em educação, professora e autora de 20 livros, Tania Zagury em seu livro “Filhos manual de instruções” para pais das gerações X e Y. Essa contribuição tem a pretensão de fomentar o interesse em atitudes maduras e responsáveis dos pais que desenvolvem o processo de educar seus filhos nos dias de hoje.

Tania Zagury

A professora Tania preocupada com educação escreve este livro com a pretensão de contribuir na educação dos filhos dos pais da atualidade.

TANIA ZAGURY

No primeiro do seu livro.

“Como fazer seu filho comer bem”

A autora nos fala sobre a preocupação das mães com o ato de alimentar seu filho intimamente ligado ao ato de cuidado é uma prova de amor. Amamentar é a ação primeira de doação e proteção.

Amamentação.

Considera compreensível, que mamães modernas que na maioria das situações fica longe do seu filho por cerca de dez horas por dia, desde bem pequenos, tentem compensar a ausência que as perturba, cuidando” além da conta” da alimentação dos filhos. A compensação confunde qualidade com quantidade- Quanto mais a criança come, parece que é maior o alívio e mais atenuada a culpa que sentem.  

Mães trabalhando.

Nas últimas décadas 40 milhões de mulheres entraram no mercado de trabalho- 44% da força de trabalho brasileira é composta por mulheres. (2011)

É preciso ter um número mínimo de informações sobre o que de fato importa em termos de nutrição infantil e adotar medidas práticas.

Comer bem é…

Criança comendo.

Atender às necessidades nutricionais do organismo.

Fazer refeições balanceadas sempre; cada refeição deve conter os nutrientes básicos, à manutenção da saúde crescimento e harmonia corporal.

Comer sem “empurrar a comida”.

Fazer as refeições corretas, sem beliscar entre uma refeição e outra.

Fazer todas as refeições.

Comer para satisfazer a fome.

Evitar comer quando não temos fome. É medida essencial. A propaganda incentiva exatamente o contrário. No Brasil a regulamentação da publicidade de alimentos foi lamentavelmente suspensa.

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Para todas as nossas crianças todas, todas… sobrinhos, afilhados, filhos, netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.2

Gerações

DIFERENTES-GERAÇÕES

Atualmente precisamos  conhecer os pensadores da Educação e da   Organização da Sociedade, cuidadosamente um  pouco das nossas próprias gerações e o que cada um de nós deixa de bom para as novas gerações. Enfim é fundamental conhecermos a nós mesmos, para contribuirmos conscientemente com  melhor de  cada um de nós.

DIFERENTES-GERAÇÕES

 Vários autores procuram explicar as diferenças entre as gerações, variam suas datas para classifica-las. Cada uma apresenta diferentes circunstâncias e contextos. Diferentes tempos e sociedades.

Podemos considerar que;

1948 – 1963 são pessoas que pertencem à geração Baby Boomers.

1-     Geração Baby Boomers

Geração Baby Boomers 1946- 1964

A geração Baby Boomers refere-se às pessoas nascidas entre 1943 e 1963, durante o

Baby Boom. Para Oliveira (2009) os anos correspondem a 1940 a 1960. São consideradas pessoas motivadas, otimistas e workaholies (VIACIADAS NO TRABALHO). Nasceram no período de crescimento econômico, no final e após a segunda Guerra Mundial, por isso idealizavam atuar na reconstrução de um novo mundo pós-guerra. Durante sua trajetória, essa geração, foi educada para competir, trazida com muita disciplina, ordem e respeito pelos outros. Qualidades essas que não foram consideradas ou apreciadas nos anos subsequentes, como aponta Conger (1998). O autor pontua a presença da Guerra do Vietnã, o surgimento dos anticoncepcionais e os movimentos feministas e sociais que promoveram grandes conquistas em relação aos direitos trabalhistas às mulheres, podendo-se perceber, por exemplo, as questões da flexibilidade do horário de trabalho, o aumento do período de licença maternidade, a possibilidade de fazer parte das tarefas domésticas, preparando, dessa forma, o cenário para as gerações vindouras.

Baby Boomers

Diante da rigidez da disciplina que recebiam a tendência natural à rebeldia aparecia na música, momento que surge o Rock and Roll e grandes nomes da música como Elvis Presley, Bob Dylan, Beatles e Rolling Stones (OLIVEIRA, 2009).

Nesse contexto surgiram, então, dois perfis dos jovens: o disciplinado e o rebelde. Os disciplinados aceitavam as condições impostas pelos pais e exerciam um comportamento um tanto quanto correto, ingressavam na vida adulta com maior rapidez e buscavam a estabilidade na empresa e a constituição de família. Quanto aos jovens rebeldes, na sua maioria, eram filhos de pais ricos e militares e buscavam transgredir todas as regras da sociedade, usando cabelos compridos, fazendo sexo antes do casamento, fumando e usando roupas coladas ao corpo. Além disso, seguiam as influências de personagens do cinema, lutavam ativamente pela liberdade política e exigiam mudanças nesse cenário. Também foram líderes de movimentos feministas, homossexuais, civis. Participaram de movimentos estudantis e do movimento “Yuppie” (Young Urban Professional – Jovem Profissional Urbano). No Brasil, a luta foi direcionada ativamente contra a ditadura militar (MACEDO, s/d).

Gerações

No que se referem às questões profissionais, os participantes dessa geração foram educados em um ambiente corporativo no qual a liderança era sinônimo de controle.

Demonstravam lealdade, focando sempre os resultados e mantendo um alinhamento e um compromisso com a missão da empresa que trabalhavam, valorizando o status e a ascensão profissional. De acordo com Kanaame (1999), aplicavam as habilidades e competências escolares em carreiras que oportunizavam posições elevadas ou mesmo garantias e/ou segurança para o futuro. A questão da empregabilidade representava uma afirmação de identidade, porém, a qualidade de vida não era muito preservada, uma vez que a ansiedade gerada pela necessidade de se construir um mundo diferente acabava por intensificar o trabalho, já que esse era entendido como o ponto mais importante para o momento histórico.

Gerações

Atualmente, presencia um estágio maduro, contradizendo as tendências tradicionais no que se refere ao seu poder de compra e, por tal condição, está recebendo um tratamento

especial novamente, todavia ainda trata-se de uma geração resistente às mudanças, pois devido à bagagem e vivência de experiências relevantes demonstram resistência em conciliar ações em um ambiente cooperativo. São pessoas que não se abrem muito para questionamento e a principal preocupação está na busca pela estabilidade no emprego. Colocam a carreira acima de tudo e se adaptam em qualquer organização, porém, é uma geração que está saindo do mercado de trabalho.

Para Kanname (1999) essa geração tornou-se mais saudável e instruída que sua antecessora, uma vez que a motivação favorece uma aposentadoria mais tardia, por variados motivos, como a necessidade de complementar a renda familiar, pela vitalidade que sentem e a necessidade de continuar produzindo.

1964 – 1977 são pessoas  da geração – X

2- Geração X

De acordo com Oliveira (2009) a geração X é a dos nascidos entre 1960 e 1980.

Engelmann (2009) considera a data como 1964 a 1977. Viveram num momento de revolução e de luta política e social, presenciando escândalos políticos como o assassinato de Martin Luther King. Presenciaram a Guerra Fria, a queda do muro de Berlin, a AIDS e a modificação de conceitos impostos pela sociedade anterior, o que promoveu a adoção de um sentimento de patriotismo.

 

Para Lombardia (2008) as inovações tecnológicas avançaram significativamente

deixando grandes marcas na juventude da época, favorecendo a aceleração das atividades diárias, promovendo manifestações revolucionárias e qualificando estilos diferenciados nos modos de viver desses jovens. Os revolucionários assumidos organizavam manifestações em movimentos estudantis como os “Hippies”

Os hippies (no singular, hippie) eram parte do que se convencionou chamar movimento de contra cultura dos anos de 1970).

Geração X

Buscavam direitos iguais para todos. A música servia pra representar os valores e posições políticas, outrora marcadas pela censura de imprensa. Além disso, a liberdade de escolha passou a ser característica marcante dessa geração.

Quanto à estrutura familiar, são filhos de pais separados e mães que trabalhavam fora,

o que começou a provocar o imenso sentimento de culpa das mulheres por se ausentarem de seus lares, gerando dificuldade de se colocar limites e estruturar a disciplina. Essa convivência promoveu a quebra de padrões considerados arcaicos sociais e morais. A questão do casamento, por exemplo, deixou de ser uma condição de permanência perpétua. Oliveira (2009) também pontua que essa geração foi totalmente influenciada por programas de televisão, tanto no que diz respeito à educação, quanto à rotina familiar. Tal influência também envolveu um aumento exacerbado dos apelos consumistas, reordenando e orientando o modo de viver e agir das pessoas.

Tal condição leva essa mesma geração à valorização do trabalho e a estabilidade financeira, na condição de garantir a realização de desejos pessoais e materiais já que a

carreira ainda encontra-se como o centro de seus direcionamentos e pode levar ao sucesso profissional. Mas, em contrapartida, efetiva-se a busca acirrada pelo sucesso da vida pessoal, e, depois, a constituição de uma família e a preocupação com a qualidade de vida, muito embora essas questões se mostrem um tanto quanto conturbadas com todos os percalços impostos pela vida moderna. Nesse sentido, muitas vezes os valores pessoais são submergidos na busca dos objetivos. Por isso também podem ser consideradas pessoas egoístas. “Essa geração é marcada pelo pragmatismo e autoconfiança nas escolhas, e busca promover a igualdade de direitos e de justiça em suas decisões” (Oliveira, 2009, p.63).

Geração X

Lombardia (2008, p.4) explicita que as pessoas pertinentes a essa geração “são conservadores, materialistas e possuem aversão a supervisão. Desconfiam de verdades absolutas, são positivistas, autoconfiantes, cumprem objetivos e não os prazos, além de serem muito criativos”. Como profissionais essa geração valoriza o trabalho e busca ascensão profissional, sendo independente e autoconfiante.

No seguimento profissional procuram por um ambiente de trabalho mais informal e com uma hierarquia menos rigorosa. Apesar de não serem fãs de regras na vida pessoal,

consideram sua necessidade no ambiente empresarial. Carregam o fator de terem crescido durante o florescimento do downsizing- Em português: achatamento. Trata-se de uma das técnicas da administração contemporânea, que tem por objetivo a eliminação da burocracia corporativa desnecessária, pois ela é focada no centro da pirâmide hierárquica, isto é, na área de recursos humanos   corporativo e, devido a essa quebra da estabilidade, buscam o desenvolvimento de habilidades que favorecem a empregabilidade. Apresentam um comportamento mais independente e mais empreendedor, focando as ações em resultados (OLIVEIRA, 2009).

1978 – 1994 são pessoas da geração – Y

Geração -Y

3-A geração Y é constituída por indivíduos filhos da geração Baby Boomers e dos primeiros membros da geração X e, segundo Lombardia (2008) são as pessoas nascidas entre

1980 a 2000, já para Engelmann (2009) são as que nasceram entre 1978 e 1994. É conhecida como a geração dos resultados, tendo em vista que nasceu na época das tecnologias, da

Internet e do excesso de segurança. Oliveira (2009) observa que ela não viveu nenhuma grande ruptura social vive a democracia, a liberdade política e a prosperidade econômica. Nativos Virtuais. As pessoas dessa geração são consideradas ambiciosas, individualistas, instáveis, todavia, preocupadas com o meio ambiente e com os direitos humanos. Também são

identificadas como esperançosas, decididas, coletivas e com um bom nível de formação, geralmente agindo sem autorização e desenvolvendo um alto poder e/ou pretensão de

consumo. Tendem a fazer várias coisas ao mesmo tempo, gostam de variedade, desafios e oportunidades.

Geração Y

Outra característica marcante das pessoas da geração Y é que aceita a diversidade convive muito bem com as diferenças de etnia, sexo, religião e nacionalidades em seus círculos de relação (LOIOLA, 2009).

Raines (2000) acrescenta que são filhos de geração de mães independentes emocional e financeiramente e possuem uma vida profissional ativa, por isso acabaram sendo criados

pelos profissionais das creches ou por avós. Além disso, o modelo de família padrão também foi substituído por uma organização que não necessariamente é representada pelo pai ou pela mãe presente.

Geração Y

O modelo familiar mais acentuado é o flexível, muitos são filhos de pais separados, convivem com irmãos de pais diferentes, madrastas, padrastos, namorados de pais e mães. São pertencentes a famílias que elencaram como objetivo preparar seus filhos para o futuro, por isso a “agenda” da infância era determinada por muitos afazeres, como cursos de idiomas, esportes e outras tarefas para preencherem o dia a dia, esquecendo-se de acharem um tempo para o ser crianças Conseguem acesso fácil as informações e são sensíveis as injustiças. Contudo, são impacientes, folgados, distraídos, superficiais e insubordinados, só fazendo o que gostam e quando percebem que há algum sentido ou alguma recompensa. Possuem dificuldades de acatar os limites e adoram fastfoods (refeições rápidas). São jovens brilhantes que dominam as tecnologias, mas não se contentam com os desafios propostos, buscando sempre novas perspectivas.

Geração Y

A facilidade com que lidam com as tecnologias tornou-se, assim, um importante meio de sobrevivência, de maneira que as rápidas e constantes mudanças nos meios de comunicação não assustam esta geração. Para Engelmann (2009) o mundo virtual motivou a essa geração o desenvolvimento do pensamento sistêmico, com a possibilidade de olhar para o global e o local, competência esta que é tão importante ao novo mundo de trabalho.

Geração Y

Veloso (2008) considera que esta geração possui outro conceito de trabalho, baseado em um contrato psicológico diferente do que foi estabelecido pelos seus antecessores. Identifica o trabalho como uma fonte de satisfação e aprendizado, muito mais do que uma fonte de renda. Isso favorece que os conceitos de carreira, promoção, estabilidade e vínculo profissional, aspectos relativos à vida organizacional bastantes valorizados pelas gerações anteriores, passem a ser analisados sobre novas perspectivas.

Geração Y

Para Oliveira (2009) as pessoas dessa geração valorizam menos a permanência em uma única empresa e mantém mais lealdade a si mesmos, porém são mais fáceis de serem recrutadas, uma vez que buscam trabalhar com liberdade, flexibilidades e criatividade, sentindo, ainda, necessidades de avaliações contínuas. Além disso, Engelmann (2009) enfatiza que não respeitam cargos ou currículos, mas demonstram admiração por competência real e comportamento ético. “A falta de cerimônia com os pais leva à indiferença sobre autoridades admiram “a competência real e não a hierarquia.” (KUNTZ, 2009, p.56), conversam de igual pra igual com os chefes, não se preocupando com o nível hierárquico.

Geração Y

Loiola (2009) pontua que elas esperam do líder a explicitação do papel que necessitam desempenhar, porém, não querem cobranças. Possuem capacidade de resolver os problemas e buscam o reconhecimento. Raines (2000) acrescenta que como profissionais possuem o desejo de trabalhar e aprender, não demonstrando medo do risco de demissão, fator que faz com que busquem o máximo de conhecimento das empresas nas quais estão atuando em determinado momento.

Geração Y

Apesar de dominarem as tecnologias não se contentam com os desafios propostos, sempre querendo mais, motivo para não permanecerem nas empresas em que trabalham. Segundo Gonçalves (2011, p.4) “precisam de razões e estímulos para se manter no emprego. A geração Y refere-se a uma população que está entrando no mercado, oriundos de num período econômico próspero. Continua…

Novas gerações

Para todas as nossas crianças todas, todas…sobrinhos, afilhados, filhos, netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.1

Trago comigo uma reflexão sobre as gerações. Penso sobre a importância em conhecermos suas diferenças, com a pretensão de construirmos um relacionamento melhor entre todos.

Para todas as nossas crianças todas, todas...sobrinhos, afilhados, filhos netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.

Para todas as nossas crianças todas, todas... sobrinhos, afilhados, filhos netos, órfãos e abandonados entregues à própria sorte.

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Se vislumbrarmos a construção de uma sociedade, mais justa humana e solidária é preciso olhar com mais atenção aos processos e contextos históricos das nossas gerações. Proponho nosso despertar para reconhecermos, compartilhar e fundamentarmos sobre as diferenças contidas em cada geração, buscando valorizar o que há de melhor entre cada uma delas.

Para podermos pensar sobre como queremos e podemos educar nossas crianças, em busca de uma sociedade mais justa, humana e solidária. Esses estudos as organizações empresariais que objetivam atender e manter-se dominando sempre as novas logicas, que atendem ao capital investem com muita eficiência, no gerenciamento em pessoas. Isso para manter-se sempre dominando a sociedade.

O investimento em pessoas pretende garantir a idealização e o encaminhamento de ações que favoreçam as empresas na produção e no aumento de sua renda. Nós que nos percebemos como pessoas interessadas no olhar e numa prática compromissada com o humano precisamos nos apropriar desses saberes e coloca-los em ação nas relações humanas construídas cotidianamente nas escolas, nas ruas, em casa, nas instituições sociais, na mídia que constrói conceitos de uma maneira subliminar, nos diferentes grupos e agrupamentos sociais e atualmente nas redes sociais. Valorizar ampliar e efetuarmos nosso processo de comunicação comprometido com o humano entre avós, pais e filhos é tarefa nossa que precisa ser melhor divulgação. Continua…

 

É preciso ver…melhor.

Boa noite amigos! Lembrando que vivemos sob um organismo chamado capital, e sabendo que tudo neste sistema orgânico não nos é dado com facilidade. Trago comigo uma reflexão sobre o poder da midia na manutenção e domínio das nossas ações.

Lendo e Vendo Melhor

Os percursos podem mudar.Devem! Caminhar em direção das melhorias para todos.

Vendo e ouvindo melhor

Dia internacional contra a discriminação racial 21 de Março

Trago comigo contibuições para pensar possibilidades de superação de preconceitos. Um pouco da história.

Instituido pela Organização das Nações Unidas no ano de 1966, o dia internacional contra a discriminação racial. foi criado na ocasião em que se completavam 6 anos do massacre de Sharpeville, na África do Sul, ocasião em que, 69 civis negros foram assassinados pela polícia sul-africana porque protestavam contra as péssomas condições de vida dos negros sob o regime do apartheid.

Massacre-Sharpeville

Foi criado na ocasião em que se completavam 6 anos do massacre de Sharpeville, na África do Sul, ocasião em que, 69 civis negros foram assassinados pela polícia sul-africana porque protestavam contra as péssomas condições de vida dos negros sob o regime do apartheid.

Massacre

O ano de 1960 em diversos localidades do mundo, como EUA lutavam contra o racismo, sendo assim, ambos os países foram palco da desumanização das sociedades que geraram violências estruturais, clamarando atenção para as atitudes tomadas contra a população negra e africana no mundo.  Essa situação permite definir o governo sul-africano como uma ditadura da raça branca.

Massacre

As diferenças raciais foram juridicamente classificadas de modo a dividir a população de acordo com o grupo social a que pertenciam. A segregação assumiu enorme extensão permeando todos os espaços e relações sociais. Os casamentos entre brancos e negros foram proibidos. Os negros não podiam ocupar o mesmo transporte coletivo usado pelos brancos, não podiam residir no mesmo bairro e nem realizar o mesmo trabalho, entre outras restrições. Os brancos passaram a controlar cerca de 87% do território do país, o que sobrava se compunha de territórios independentes, mas paupérrimos, deixados aos grupos sociais não-brancos.

Tolerância sempre entre todos

Em 1990, o novo presidente conduz o regime sul-africano a uma mudança que põe fim ao apartheid. Neste mesmo ano, o líder negro Nelson Mandela, que desde 1964 cumpria pena de prisão perpétua, é posto em liberdade. Nas primeiras eleições livres, ocorridas em 1993, Mandela é eleito presidente da África do Sul e governa de 1994 a 1999.

Mandela

Neste dia poderíamos fazer  um momento de reflexão, para que ao mesmo tempo que continue valendo como referência da discriminação racial que a humanidade inteira deve consiga superar este preconceito. Fonte:Escrito por Tereza Gavinho

Apartheid

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo. Ele aconteceu na África do Sul de 1948 até 1990 e durante todo esse tempo esteve ligado à política do país. A antiga Constituição sul-africana incluía artigos onde era clara a discriminação racial entre os cidadãos, mesmo os negros sendo a maioria na população.

Apartheid

Em 1487, quando o navegador português Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, os europeus chegaram à região da África do Sul. Nos anos seguintes, a região foi povoada por holandeses, franceses, ingleses e alemães. Os descendentes dessa minoria branca começaram a criar leis, no começo do século XX, que garantiam o seu poder sobre a população negra. Essa política de segregação racial, O Apartheid, ganhou força e foi oficializado em 1948, quando o Partido Nacional, dos brancos, assumiu o poder.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

O Apartheid, atingia a habitação, o emprego, a educação e os serviços públicos, pois os negros não podiam ser proprietários de terras, não tinham direito de participação na política e eram obrigados a viver em zonas residenciais separadas das dos brancos. Os casamentos e relações sexuais entre pessoas de raças diferentes eram ilegais. Os negros geralmente trabalhavam nas minas, comandados por capatazes brancos e viviam em guetos miseráveis e superpovoados.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

Para lutar contra essas injustiças, os negros acionaram o Congresso Nacional Africano – CNA, uma organização negra clandestina, que tinha como líder Nelson Mandela. Após o massacre de Sharpeville, o CNA optou pela luta armada contra o governo branco, o que fez com que Nelson Mandela fosse preso em 1962 e condenado à prisão perpétua. A partir daí, o apartheid tornou-se ainda mais forte e violento, chegando ao ponto de definir territórios tribais chamados Bantustões, onde os negros eram distribuídos em grupos e ficavam amontoados nessas regiões.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

A partir de 1975, com o fim do império português na África, lentamente começaram os avanços para acabar com o apartheid. A comunidade internacional e a Organização das Nações Unidas – ONU faziam pressão pelo fim da segregação racial. Em 1991, o então presidente Frederick de Klerk não teve outra saída: condenou oficialmente o apartheid e libertou líderes políticos, entre eles Nelson Mandela.

Mandela

A partir daí, outras conquistas foram obtidas: o Congresso Nacional Africano foi legalizado, De Klerk e Mandela receberam o Prêmio Nobel da Paz (1993), uma nova Constituição não-racial passou a vigorar, os negros adquiriram direito ao voto e em 1994 foram realizadas as primeiras eleições multirraciais na África do Sul e Nelson Mandela se tornou presidente da África do Sul. Fonte: http://br.geocities.com/siteafricadosul/APARTHEID2.htm

Nelson Mandela

“O perdão liberta o coração. A reconciliação limpa o medo por isso é uma arma tão poderosa, …temos que surpreender com compaixão e generosidade”.

Nelson Mandela

Mandela, “passou 67 anos de sua vida se dedicando ativamente a promover e conseguir a mudança social” e por causa disso, a Fundação Nelson Mandela, de Johannesburgo, sugere que a partir de hoje, 18 de julho 2011 e todos os próximos anos, “as pessoas dediquem simbolicamente pelo menos 67 minutos de seu tempo para servir suas comunidades em qualquer coisa que quiserem”. Gente, vamos entrar nessa corrente.Fonte blog universo da Bia

Nelson Mandela

Filmes que contribuem para ampliar a reflexão

Borboletas Negras

Borboletas negras

Após presenciar um ato de violência contra crianças sul-africanas, a poetiza Ingrid Jonker escreveu o poema The Dead Child of Nyanga, que mais tarde foi lido por Nelson Mandela em seu discurso de inauguração do primeiro parlamento democrata da África do Sul em 1994. Sua história de inconformismo com o regime segregacionista do Apartheid e suas relações precárias com os homens – incluindo seu pai (Rutger Hauer), membro do regime – dão a tônica do filme dirigido pela Paula van der Oest.

Sinopse: Invictus acompanha o período em que Nelson Mandela (Morgan Freeman) sai da prisão em 1990, torna-se presidente em 1994 e os anos subsequentes. Na tentativa de diminuir a segregação racial na África do Sul, o rugby é utilizado para tentar amenizar o fosso entre negros e brancos, fomentado por quase 40 anos. O jogador Francois Pienaar (Matt Damon) é o capitão do time e será o principal parceiro de Mandela na empreitada.

Militantes presentes eternamente.

Albert Luthuli, Desmond Tutu, Nelson Mandela e Frederik de Klerk.

“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.” NM

Nelson Mandela

O mais importante herói africano em vida, chama-se Nelson Rolihlahla Mandela. Lutou contra o sistema de apartheid na África do Sul, pais onde nasceu a 18 de Julho de 1918, na vila de Mvezo, Transkei. Formado em direito, foi presidente da África do Sul entre os anos de 1994 e 1999, após vários anos como recluso, com o famoso número 466/64.

O apartheid, que significa “vida separada”, era o regime de segregação racial existente na África do Sul, que obrigava os negros a viverem separados. Os brancos controlavam o poder, enquanto o restante da população não gozava de vários direitos políticos, económicos e sociais.

Com passes, somos escravos': manifestação de mulheres contra a obrigatoriedade do porte das infames cadernetas de registro.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

ATIVIDADES PELA PROMOÇÃO  DA IGUALDADE RACIAL NO BRASIL E NO MUNDO MARÇO 2012

Denuncie!

A data também será marcada no Brasil pelo lançamento do Observatório da População Negra. O projeto, resultante de parceria entre a Faculdade Zumbi dos Palmares, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), irá catalogar as realizações dos afrodescendentes em diversas áreas produtivas e sociais no país.

 Informações da Faculdade esclarecem que o Observatório será aberto e público e irá realizar pesquisas sobre os resultados concretos das políticas públicas voltadas para a população negra, vai também reunir análises das informações coletadas e identificar avanços e barreiras nos segmentos de estudo. A primeira pesquisa será sobre a atuação dos estagiários da Zumbi dos Palmares em bancos de São Paulo.

 Em outras partes do globo, a data vai ser celebrada com base no tema “Racismo e Conflito”, proposto pela ONU. A intenção do organismo é visibilizar o fato de que o racismo e a discriminação, ainda hoje, estão no centro dos conflitos mundiais. De forma semelhante, a xenofobia também é responsável por genocídios, por crimes de guerra, crimes contra a humanidades e pelas chamadas limpezas étnicas.         Fonte.

TRAGO COMIGO MAIS CANÇÕES…

SOBRE A LEI MARIA DA PENHA

 

Militantes presentes sempre.Bispo Dom Pedro Casaldáliga.

Trago comigo a simpátia por ações positivas e corajosas  que, promovam a melhoria de vida para todos.  Sempre!

Mlilitante presente.

Bispo Dom Pedro Casaldáliga

Dom Pedro Casaldáliga CMF, nascido Pedro Casaldàliga i Pla (Balsareny, província de Barcelona, 16 de fevereiro de 1928) é um bispo católico espanhol, radicado no Brasil desde 1968.

Ingressou na Congregação Claretiana em 1943, sendo ordenado sacerdote em Montjuïc, Barcelona, no dia 31 de maio de 1952. Em 1968, mudou-se para a Amazônia Brasileira.

Foi nomeado administrador apostólico da prelazia de São Félix do Araguaia no dia 27 de abril de 1970. O Papa Paulo VI o nomeou bispo prelado de São Félix do Araguaia (Mato Grosso), no dia 27 de agosto de 1971. Sua ordenação episcopal deu-se a 23 de outubro de 1971, pelas mãos de Dom Fernando Gomes dos Santos, Arcebispo de Goiânia e de Dom Tomás Balduíno, OP e Dom Juvenal Roriz, CSSR. Foi bispo da sé titular de Altava até 1975.

Adepto da teologia da libertação, adotou como lema para sua atividade pastoral: Nada possuir, nada carregar, nada pedir, nada calar e, sobretudo, nada matar. É poeta, autor de várias obras.

Mlilitante presente.

Mensagem para a cidade São Félix do Araguaia

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