Novas possibilidades com o antigo.

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Estive pensando a história da civilização do Homem. Há momentos que mobiliza nossa vontade em ver novas e mais verdadeiramente justas e humanas relações humanas. O apogeu e o fim de grandes civilizações deveria servir sempre para avanços atuais. Tenho esperança nesta condição humana em aprender com os processos da própria história. Oxalá está possibilidade em aprender seja fato. Penso que seria algo fortalecedor sempre.

A África ontem e hoje.

Trago comigo um pensamento já recorrente, as questões do continente Africano são visíveis  e vão tornar-se gigantes e infinitamente próximas de todos nós. O mundo vai sentir a lei do retorno. É preciso equacionar está questão histórica e global. Está questão é muito séria. 11150340_940408739323533_1826692365584228256_n africa

Para além das bruxas.

Diz a música …”todo conto de fada têm  sempre uma bruxa pra apavorar”…

E isso com o passar dos anos fica cada vez mais certo que é preciso perceber os obstáculos da nossa vida cotidiana. Conhecer a nós mesmos é cada vez mais necessário. A contemporaneidade nos convida a conhecer nossos sentimentos tentar conviver melhor com eles e não deixar nossos sentimentos negativos sabotar nosso olhar leve, alegre, sobre nós mesmos. O maior desafio e não deixar que nós mesmos sejamos sabotados por nós mesmos. Perceber o quanto nos mesmos nos culpamos, nos punimos,  reforçamos crenças negativas, que interrompem nosso bem estar. Precisamos encarar nossas derrotas, refletir sobre elas e ultrapassar a sensação de culpa ou incapacidade. Este movimento de superação dos nossos fracassos já eram amparados há muitos e muitos anos atrás com as histórias dos contos de fadas. Nestas histórias sempre havia a oportunidade da superação. E então  a vida fica melhor de ser vivida mesmo com a visita frequente de situações organizadas pelas  bruxas. É isso!

 

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Então… é Natal. Dezembro 2014.

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Olá Amigos… obrigada por ter vivido coisas boas e doloridas com você. E o melhor de tudo… sobrevivemos.!!! Isso é mágico!  Você aquece e conforta meu corpo e minha alma.

Estou pensando sobre o espírito de Natal, especialmente na sensação de tranquilidade que  trago comigo agora. Uma manifestação tranquila em ver as atividades concluídas, os deveres cumpridos, o trabalho concretizado.  O que é possível ate o momento…Neste momento lembro-me da canção de Cazuza que diz…”só as mães são felizes”… é…essa sensação com jeito,de calma resultante da prática quotidiana de estar atento ao outro…coisas que as mães sabem muito bem do que se trata. Falo da disposição sincera das mães que colocam-se dispostas a ver seus filhos crescerem e  começam a seguir seus próprios caminhos, atravessar suas pontes, assumir seus quereres, cair e levantar. As mães sempre atentas para ampara-lós, confiantes em suas capacidades, respirando  uma sensação de paz, interior, profunda e corpórea. É isso! Sinto-me cada vez mais  voltada à praticar e vivenciar esta sensação natalina conscientemente e quotidianamente. Esse amor verdadeiro que as mães verdadeiras ou postiças tem o dom de doar.  É…  acredito que seja possível  tentar. Penso que a festa cristã  que comemoramos no mês de dezembro seja sempre acompanhada por um sentimento de humanidade triplicada.Com generosidade gratuita com saúde favorável. Que tenha clima amigável, alegrias compartilhadas, com pretensão de solidariedade eterna…na…na entre todos. Gosto de Ensaios…quem sabe ensaiar a solidariedade com essa prática do amor incondicional das mães algo de muito bom e novo possa nos surpreender. Quem sabe?   Penso que seja bom tentar!  Gosto muito desse nível de pretensão!
Lúcia di Fátima. Obrigada amigo! Obrigada por momentos felizes que vivemos juntos!  Natal Dezembro – 2014

Sempre uma reflexão interessante da nossa amiga Malfada.

“As empresas farmacêuticas não estão tão interessadas em curá-lo, mas apenas em ganhar dinheiro”

Tão sério quanto mídias que se colocam, como partidos, indevidamente e sonegando grande parte do acúmulo de seu capital, este capital pago pelos contribuintes. O pior é que muitos contribuintes acreditam que as mídias estão defendendo os direitos do povo. A mídia desonesta, que tem pavor de fazer auto crítica e que se coloca acima de qualquer instancia. Um dia está observação será revelada. Penso que já iniciamos este processo, revelações. E então os grandes “donos” das mídias começam a artilharia contra o próprio contribuinte. E este que é desrespeitado aplaude e pede “bis’. Assim como nós sabíamos que a indústria farmacêutica não tem interesse em trabalhar para curar as doenças, as grandes mídias também não têm interesse em produzir cultura, conhecimento, informação com critério ético. A polêmica, o  sensacionalismos, a frase de efeito o lucro certo é o que move nossa grande mídia nacional. É lamentável.

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O médico britânico e Prêmio Nobel, Richard J. Roberts, acusou as grandes empresas farmacêuticas de colocar em primeiro lugar os benefícios econômicos do que a saúde das pessoas, impedindo o progresso científico na cura de doenças porque curar não é rentável.

Os medicamentos que curam não são rentáveis, e portanto, não são desenvolvidos pela indústria farmacêutica, que desenvolvem drogas para tratamentos crônicos que são consumidas forma serializada“, disse o prêmio Nobel em uma entrevista para a revista ‘PijamaSurf’. “Algumas drogas que poderiam curar as doenças de uma vez não são investigadas. Até certo ponto é verdade que a indústria da saúde é regida pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chegam a se parecer muitocom a máfia “, se pergunta o Nobel da medicina de 1993. O cientista e pesquisador acusa a indústria farmacêutica de se esquecer de servir as pessoas e se preocupar apenas com o desempenho econômico. “Eu vi como, em alguns casos, pesquisadores dependentes de fundos privados podem ter encontrado remédios muito eficazes que teriam terminado completamente com uma doença“, explicou.

As empresas farmacêuticas não estão tão interessadas em curá-lo, mas apenas em ganhar dinheiro” 

Ele acrescenta que as empresas param de investigar, porque “elas não estão tão interessadas em curá-lo do que em tirar o seu dinheiro, assim, uma pesquisa de repente é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam de todo, mas tornam a doença crônica e fazem experimentar uma melhoria, que desaparece quando você para de tomar a droga.” Diante disso, nota-se que a indústria está interessada em áreas de pesquisa, não para curas para doenças, mas “apenas para torná-las doenças crônicas com drogas cronificadoras muitos mais rentáveis do que curar completamente e de uma vez por todas “.

Quanto aos motivos por que os políticos não intervêm, Roberts argumenta que “em nosso sistema, os políticos são apenas funcionários dos capitalistas , que investem o necessário para que seus filhos não sejam deixados de fora, e se são, compram daqueles que são escolhidos”.

Fonte: Russia Today: Nobel de medicina: “Curar enfermedades no es rentable para las farmacéuticas”

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/06/nobel-de-medicina-a-cura-de-doencas-nao-e-lucrativa-para-a-industria-farmaceutica/#ixzz3Ii4uFWJu

Democratização da mídias. Precisamos falar sobre isso.

A ausência de respeito e consideração com todos os cidadãos do norte e nordeste do nosso país manifestada pelos meios de comunicação do nosso país,( que é bom sempre lembrar gozam de absurdo lucros para seu enriquecimento cada vez maior) é de uma gravidade profunda.

Esta pratica discriminatória que foi vista pela população brasileira por vários veículos de comunicação, fere profundamente com sutilize de crueldade a dignidade do outro.imagesbllyin2

Um pedido de desculpa, que não houve é muito pouco. Este pedido de desculpa se tivesse ocorrido pelos cais de mídia, não reconstruiria as mazelas, que a fala destes jornalistas proferiram, após o resultado das eleições.

Fiquei assustada, entristecida, profundamente indignada e preocupada em especial com o adolescente do norte e nordeste do nosso país.

O motivo da indignação é visível: os jovens adolescentes que não encontro modelos para construir sua identidade com auto estima adequada, pois as grandes mídias não proporcionam modelos que permitem ao jovem adolescente identificar-se com seu lugar, com sua história e menos ainda não propõem modelos que permitam aos jovens apoderar-se da sua identidade tornando-se protagonista da usa história.

Percebo que a imobilidade é grande. O jovem construir sua identidade é muito difícil todas as mídias compartilham com modelos que nega a construção verdadeira do jovem adolescente. A mídia sempre estimula ao jovem adolescente a negar sua origem, seu lugar,sua história ela perpetua um único modelo. E pronto. As mídias desconsideram valores, costumes, particularidades e diversidade. O Brasil todo tem apenas um sotaque. Isto é grave!

O fato de um meio de comunicação de domínio nacional vem a público e diminui ainda mais a identidade e compara a algo insignificante é um ato que produz grande males na identidade do jovem adolescente. Fere profundamente em muitos de nós, ditos adultos maduros imagine o que poderá acontecer com a estima de um jovem, que percebe sua origem ser desconsiderada, diminuída, desvalorizada. Podemos supor o estrago que é possível acontecer na construção de identidade do jovem adolescente.

Sabemos que por conta do contexto social os jovens adolescentes não encontro apoio, de amigos, familiares, adultos, responsáveis, lideres religiosos, educadores, professores, (que muitas vezes este profissional por falta de informação compartilha do olhar desta mídia opressora e não percebe o trágico cárcere, que esta mídia brasileira é capaz de produzir por décadas). E lamentavelmente e produziu.bullyin 4

Este adolescente esta à disposição inconsciente desta mídia perversa e cruel. Sofre “Bull yin” público e televisivo sem que nada seja feito em defesa deste adolescente, no sentido da valorização da sua naturalidade. Penso que esta atitude de vários jornalistas é no mínimo um crime contra a natureza do ser. Lamentável que o ministério público ainda não tenha se manifestado a este respeito. Penso que as emissoras que permitiram que seus jornalistas provocassem tamanha tragédia, sobre o desrespeito com a naturalidade dos jovens cidadão brasileiros precisam ser responsabilizadas por sua atitude. As mídias precisam ser responsabilizadas, o seu lucro absurdo precisa ser reavaliado. Os cidadãos comuns devem ter direito de defesa. Sempre. Isto ainda não ocorre. Penso que as mídias sabem o que venha a ser “Bull yin” . O jornalista Diogo Mainardi é representante de uma grande mídia brasileira. Ele precisa ser responsabilizado. ”BULLYIN” violência física ou psicológica. Os psicoterapeutas, os psicólogos, os advogados, os professores, os filósofos, os diretores, na figura de suas organizações e a sociedade precisa solicitar responsabilidades das mídia brasileira. Estamos vivendo um período que será um divisor de práticas cidadãs. Espero. Lúcia di Fátima

 

 

Planeta Terra e as crianças?

Temos que pensar nas crianças como rosas cálidas. O Planeta Terra resistirá aos descasos com a natureza. images.jpg paneta terra criaças 1Nós seres humanos não resistiríamos ao nosso desmando  inconsequente sobre a natureza. Pensando sobre este desrespeito  com o futuro do planeta acredito que é necessário criarmos ações que movimentem-se em direção da formação cuidadosa das nossas crianças. Muitas ações estão sendo realizadas.images.jpg planeta terra 2
Penso que agrupar estas ações contribuirá muito para o encontro de soluções solidárias.
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