Consolidação da Democracia

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Fomentar uma manifestação que estimula o ódio, a intolerância a intransigência e ao desrespeito aos direitos humanos e a democracia. Fere profundamente o direito à liberdade de expressão. É profundamente lamentável. Os meios de comunicação responsáveis por divulgar e ampliar as possibilidades de ações que proponham um melhor momentos político, econômico e social, no país fizeram propagandas que diziam claramente vamos cobrar e mais nada. Agiram mais uma vez como crianças zangadas ”donas da bola” que revoltadas por perder o jogo saem chutando todos, agarrados, na bola e ficam curtindo o dia da desforra. Lamentável! Os meios de comunicação esqueceram, de pontuar, a luta histórica em defesa das liberdades de expressão de todos os brasileiros, todos.

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Desrespeitar os processos históricos é um não serviço que os meios de comunicação prática com a população. Enfrentar a instabilidade econômica através de uma prática infantil, “como eu não ganhei agora vou perturbar até você ficar irritado.” É prática mais uma vez lamentável próprio de quem não quer ver a sociedade brasileira crescer em todos os sentidos. Nesta semana foi possível observar nos meios de comunicação um convite( para o amigo também zangado)” vamos revidar”…não sabendo nem mesmo “o que.”

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As mídias precisam cada vez mais rever sua concessão e assumir seu papel de prestadoras de serviço, pois são, concessão pública ( privilégio concedido pelo Estado a uma empresa ou indivíduo para que explore um serviço de utilidade pública ou naturais recursos) e não formadoras de opinião, para este ou aquele grupo econômico. Sabemos que em países mais organizados social e economicamente, quando tendo diferentes interlocutores de um mesmo tema o espectador começa a criar seu pensamento sobre todas as coisas. Penso que é preciso rever esta concessão pública com urgência a mesma que cabe fazer a reforma política. Estamos vivendo em um tempo, em que por diferentes redes sociais as manifestações acontecem com rapidez. Precisamos aprender a conviver com isso.

A  Democracia brasileira completa 30 anos. Estamos vivendo o reflexo da tão duramente conquistada democracia. É preciso aprender a conviver com o reflexo da democracia. Não cabe pedir retrocesso.

A Democracia esta convivendo com a força das instituições e seus avanços. As “crianças zangadas”

 precisam compreender este fato. Vivemos em momentos de redes sociais. Elas contribuem e muito, nas nossas ações, sabemos disso. Porém vivemos na começo da maturidade da democracia E portanto a satisfação sobre todas as coisas não pôde ser apenas “nossa” e também de” nosoutros”. De preferência tal e qual. Vemos insatisfação. Sim, isso é fato.

Então pergunto… se…a política assim como está não serve…o que por no lugar.

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As expressões “fora”, “basta”, “chega estou cansado”! Apresenta uma carga profundamente negativa, que cabe reflexão.

Sinto me acolhida neste momento de instabilidade política e econômica quando vejo falas de estudiosos que acreditam, em um pacto social necessário que amplia e consolida avanços e diálogos necessários para que a vida do pais e nossa tenha avanços. Este pacto para o avanço democrático, assim como em qualquer relação será demorado, terá sacrifícios, defeitos e qualidades, precisamos saber que não seremos contemplados em sua totalidade, mas é necessário construí-lo. Existe espaço político e social para construção. É preciso paciência ação e reflexão para se adequar e consolidar a democracia. A “criança zangada” perde espaço e preciso crescer para conviver na democracia precisa ver por exemplo que no dia 13/03/2015 seus amigos que pensam uma sociedade mais justa e igualitária também fizeram manifestações, em defesa de melhoras para o nosso país como um todo. Não cabe dizer “fora MST”  sabendo que, a Reforma Agrária ainda não foi realizada em nosso país. Temos muito o que construir. Ver também que a imprensa internacional observa que nas manifestações do dia 15/03/2015 a maioria dos manifestantes eram brancos de classe média. O que será que fez a imprensa observar este fato?

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Por alguma razão a polícia da Capital, de São Paulo aumento o número de manifestantes, na Av. Paulista. quatro vezes a mais do que o número apontado pelos organizadores, pelo metro e por um órgão de estatísticas. As escolhas das notícias que são transmitidas nunca são livres de estética, ética e política.

É ISTO!

É… É preciso consolidar a democracia. Processo difícil, doloroso, mas necessário.

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DAVI/GOLIAS E MÍDIAS ATUAIS.

É sempre uma luta injusta, que o cidadão comum e invisível, trava contra os meus de comunicação. Fique fortalecida quando, o atual Papa Francisco pedia que todas as mídias tivessem o compromisso com a verdade. A mídia deve ter feito ouvidos surdos para a fala do Papa Francisco. Lamentável! A dor, o desrespeito com o outro, contra valores e direitos humanos e sempre em defesa do capital e do lucro certo é o que marca a nossa mídia, especialmente, a de São Paulo. A mídia coloca-se disponível para fazer a crítica de tudo, sobre tudo e de todos. Nuncaaaaaaaaaaaaaaaaa!!! Faz autocrítica. Nunca deixa claro, nunca mostra seu real interesse, que é o de estar sempre dominando o pensamento de todos para assim poder continuar dominando com total tranqüilidade os caminhos da sociedade.

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DAVI DE MICHELANGELO.

 

Se antes  tínhamos muito pelo o que lutar em momentos históricos, no passado, hoje a luta é mais sutil, difícil, porém fundamentalmente necessária. Vivemos em tempos em que o pensamento é negociado como um produto e isso poderá ser lamentável em um futuro muito próximo. As lutas em defesa dos direitos humanos ganham forma a cada dia que vivemos. Os movimentos sociais fazem parte do corpo desta luta insana. Nos dias atuais a mídia brasileira mostra-se cada vez mais declarada e contra aos avanços sociais que os últimos governos desenvolveram e legitimaram para a classe trabalhadora. A mídia defende a si mesma usando os seus próprios meios de comunicação e não esclarecimento  no fato que divulga. Apenas comentários que ela julga oportuno para blindar todos os seus direitos. O que é muito lamentável e o fato de saber que esta mídia como em vários outros países deveria ser regulamentada e perder a concessão absurda que ela apropriou-se. Como disse a luta é injusta verdadeiramente, Davi e Golias. Muitos “Davis” para enfrentar  Golias Midiáticos.

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O programa “ De volta para casa” da TV Cultura esta negando ao seu ouvinte o exercício da critica, pois essa emissora de rádio publica coloca-se em uma posição de defender o governo de São Paulo sem estimular a autocrítica. Não traz para as reflexões a lamentável proposta de governar dos governos, de São Paulo que fizeram este caos na distribuição de água, no Estado de São Paulo. A TV e rádio pública tem que trazer reflexões com diferentes olhares como nos congressos de estudos. Se isso não acontece a programação está atrelada ao partido político e dela faz uso. Sendo assim penso que  a TV publica carece de autocrítica.

 

 

“Provocações filosóficas”…

Trago comigo algumas frases do livro “Não se  desespere” do filósofo Mario Sergio Cortella.

Penso que seja interessante uma reflexão.

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No capítulo – “Felicidade foi se embora” ele fala de algo demasiadamente humano.

…” Nós não fomos um animal que trouxe a competição como modo de vida. Aliás, se não fôssemos   um animal cooperativo, não teríamos sobrevivido…Somos um animal frágil, e a nossa fragilidade é tão grande que nós temos de viver juntos o tempo todo para termos a força. …somos animais gregários …O radical greg, em indo-europeu, significa” rebanho” …temos que viver em rebanho, não no sentido de diferenciação e comportamento disperso…mas sim no sentido de “juntos” …

Movimentos sociais em ação e foco. Sempre.

 Aconteceu em, São Paulo o seminário “A SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA E O PROCESSO DEMOCRÁTICO DA AMÉRICA LÁTINA” o evento foi gratuito participei do seminário inscrita como educadora da educação infantil da cidade de, São Paulo foi interessante perceber que muitos dos participantes são pessoas que fazem parte de movimentos sociais em países da América Latina e que e que se preocupam com a transformação social.

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Este seminário apresenta-se com criticidade sobre o próprio percurso durante anos atrás, iniciado na ditadura  dos governos latinos americanos fato que configura o marco deste percurso. E projeta possibilidades, esperanças de ações que, a sociedade civil organizada seja capaz de construir em defesa da democracia, de justiça social, econômica e política. Em certo sentido o seminário reconhece que os desafios enfrentados para reconstrução da sociedade que percebe o homem enquanto cidadão de direitos e não como mercadorias de consumo. Esta reconstrução  é difícil, porém é fortalecida pela participação popular defendida neste momento por organizações não governamentais  que,  tenha a democracia como norte nas  práticas de sua ações.

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Ação de projeto financiado pela União Europeia traz renomados pensadores, jornalistas e economistas latino-americanos para refletir sobre avanços e desafios nas relações entre sociedade civil organizada, setor privado e governos.

A Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong) promove, em parceria com a Mesa de Articulación, plataforma de articulação de ONGs da América Latina e Caribe, o Seminário Internacional – A Sociedade Civil Organizada e o Processo Democrático na América Latina. O evento é gratuito e acontece dia 12 de novembro de 2013 (terça-feira), das 9h às 18h30 na Rua General Jardim, 660 – Vila Buarque, em São Paulo (SP).

O seminário integra projeto financiado pela União Europeia, que pretende promover a reflexão sobre o papel das ONGs na região, assim como seus mecanismos de financiamento e marcos jurídicos para o campo.

As organizações da sociedade civil (OSCs) têm tido um papel fundamental em nossas sociedades na ampliação da democracia, na defesa dos direitos humanos, em prol especialmente de setores discriminados, marginalizados, excluídos, a favor dos povos tradicionais, na defesa dos bens comuns, contra a mercantilização da natureza e a expropriação dos territórios.

Nos últimos anos, no entanto, em muitos países, tais organizações têm sofrido um processo de criminalização, seja por parte dos meios de comunicação, seja por parte de governos, e o ambiente político e legal não tem sido favorável à sua existência e à sua ação.

Nesse sentido, o seminário procura visibilizar a contribuição das organizações da sociedade civil no aprofundamento da democracia na América Latina e no Caribe, refletir sobre o seu papel e levantar os avanços e as dificuldades, de forma a pensar em medidas para tornar o ambiente favorável e enfrentar o processo de criminalização, no contexto mais amplo da crise internacional.

Expositores O chileno Miguel Santibañez, presidente da Asociación Chilena de ONG – Acción será responsável pela abertura do evento, às 9h30.

A partir das 10h, Sérgio Haddad, da Ação Educativa e do Fundo Brasil de Direitos Humanos, falará no Painel 1 sobre “O Papel das Organizações da Sociedade Civil na Construção da Democracia e Seus Obstáculos”, com moderação de Loreta Bravo (Acción – Chile). O debatedor será Silvio Caccia-Bava (Instituto Pólis e Le Monde Diplomatique Brasil).

O segundo painel, com início previsto para as 14h, terá como tema “Movimentos Sociais e Organizações da Sociedade Civil nas Lutas pela Transformação Social” com a participação do jornalista e ativista uruguaio Raúl Zibechi (em vídeo-conferência). A moderadora será Laura Becerra (Equipo Pueblo, do México) e o debatedor será Jorge Balbis, da Asociación Latinoamericana de Organizaciones de Promoción al Desarrollo – ALOP).

A conferência “Crises e Transformações no Capitalismo Contemporâneo” encerra o seminário a partir das 16h30 e será proferida pelo economista mexicano Oscar Ugarteche, com moderação de Ivo Lesbaupin (Iser Assessoria e Abong). Todos os painéis e conferência contarão com debate com o público.

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/1BF3aTirbzxt4I3S-wkIM5OrGwobZ7shZ8pRUTecFDj0/viewform#start=openform

Sobre a Abong A Associação Brasileira de Organizações não Governamentais – Abong, fundada em 1991, é uma sociedade civil sem fins lucrativos, democrática, pluralista, antirracista e anti-sexista, que congrega organizações que lutam contra todas as formas de discriminação, de desigualdades, pela construção de modos sustentáveis de vida e pela radicalização da democracia.

Serviço Seminário Internacional – A Sociedade Civil Organizada e o Processo Democrático na América Latina Data: 12 de novembro de 2013 (terça-feira) Horário: 9h – 18h30

Informações para a Imprensa e Credenciamento Vivian Ragazzi – Assessora de Comunicação Contato: (11) 3237-2122; cel: (11) 95137-9404 E-mail: seminario.internacional@abong.org.br

 

HUGO CHÁVEZ.O HOMEM QUE PENSOU O SOCIALISMO DO SÉCULO XXI.

UM CIDADÃO DO MUNDO. HUGO CHÁVEZ DEIXA SUA PASSAGEM NA HISTÓRIA DA AMÉRICA LATINA VENCENDO DESAFIOS COMPLEXOS. QUEM É O MAIOR VENCEDOR NA HISTÓRIA COMPARTILHADA DE HUGO CHÁVEZ; O POVO EXCLUÍDO QUE GANHOU DIGNIDADE. E ISTO FAZ TODA DIFERENÇA. COMO COSTUMO DIZER TRAGO COMIGO CONTRIBUIÇÕES DE AMIGOS QUE COMPARTILHAM AS LUTAS DE HUGO CHÁVEZ.

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 Portal Vermelho

Todo o povo defende sua revolução”, “mais que nunca, Chávez somos todos”, “Chávez vive em todos nós”, “morreu e virou milhões”. Estas são algumas das palavras mais usadas no cortejo fúnebre que transportou o líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez Frías, do Hospital Militar à Academia Militar. Há dor, mas também firmeza nas demonstrações de amor e carinho ao líder bolivariano. http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=207679&id_secao=7

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Hugo Chávez: a trajetória de um líder do povo e sua luta pela integração latino-americana

Tatiana Félix  -Jornalista da Adital – Adital  -06.03.13 – Venezuela

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Nascido em 28 de julho de 1954 em Barinas, Hugo Rafael Chávez Frías iniciou sua formação militar em 1971, onde após quatro anos de estudo, graduou-se como subtenente, também licenciado em Ciências e Artes Militares. Fez cursos de comunicação, de Meio de Blindados do Exército, onde se destacou, também cursou o Avançado de Blindados, participou do curso Internacional de Guerras Políticas na Guatemala e no início dos anos 90 estudou no Curso de Comando e Estado Maior na Escola Superior do Exército. Seguindo a carreira militar na Força Armada Nacional, alcançou o grau de tenente-coronel em 1990.

Durante seus estudos – ele também se pós-graduou em Ciências Políticas-, Chávez descobriu sua inquietude política e viu em Simón Bolívar, que defendia uma América unida, um ideal a ser seguido. Era o início de sua trajetória na política.

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Em 1982, junto a outros oficiais militares, ele fundou o Movimento Bolivariano Revolucionário 200 (MBR200), em um momento em que a Venezuela enfrentava uma crise sócio-política e econômica com o esgotamento do modelo neoliberal instruído pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), e que mais tarde, em fevereiro de 1989, eclodiu na série de protestos populares contra o governo de Carlos Andrés Pérez, conhecidos como ‘El Caracazo’.

El Caracazo marca o início da Revolução Bolivariana, encabeçada por Hugo Chávez em fevereiro de 1992, quando ele liderou uma rebelião cívico-militar, contra o mesmo governo de Carlos Andrés Pérez. Fracassando em sua tentativa de atingir o governo, Hugo Chávez assumiu publicamente a responsabilidade pela ação e pagou a pena passando dois anos na prisão.

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Quando foi libertado, o revolucionário bolivariano funda o Movimento V República e começa a se articular por todo o país com o objetivo de alcançar a refundação do Estado e recuperar a soberania popular e nacional, através da transformação social.

Cativando a maioria da população, Hugo Chávez chegou ao poder em 1998, quando venceu sua primeira eleição presidencial com mais de 56% dos votos. Em 1999, convocou um referendum para executar a reforma da Constituição Nacional que datava de 1961, ato que teve expressivo apoio da população. No ano 2000, cumprindo o estabelecido na nova Constituição, Chávez se candidata para novas eleições gerais onde vence com quase 60% dos votos.

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A Lei de Hidrocarbonetos em 2001 que propunha recuperar os recursos derivados do petróleo atingiu diretamente os setores que contavam com o apoio dos Estados Unidos. Em consequência desta e de outras medidas pela independência e soberania do país, o governo bolivariano de Hugo Chávez sofreu um breve golpe de Estado em abril de 2002, que durou 47 horas, quando militares prenderam ilegalmente o mandatário, dissolveram a Assembleia Nacional e o Supremo Tribunal e anularam a Constituição de 1999.

Na ocasião, Pedro Carmona, então presidente da Federação Venezuelana de Câmaras de Comércio foi instalado como presidente interino do país, e imediatamente, setores chavistas realizaram um levante pela volta do líder eleito pelo povo. A falta de apoio a Carmona derrubou o “presidente de fato” de forma mais rápido que sua chegada ao poder, e reinstalou Chávez ao seu lugar de comandante da Venezuela.

Superando a greve do setor petroleiro entre 2003 e 2004, o apoio popular consultado por meio de mais um referendum, confirmou em 2004, que o ‘presidente do povo’, Hugo Chávez, deveria continuar no comando do país.

Em 2006, Chávez foi reeleito presidente com 62,84% dos votos nas eleições nacionais. Em 2007, um novo referendum para outra reforma da Constituição Nacional foi rejeitado por pouco mais da metade da população venezuelana. Insistindo na modificação da emenda para permitir a reeleição indefinida, um novo referendum foi convocado em 2009, no qual o “sim” obteve a maioria dos votos. Nas últimas eleições presidenciais, em outubro de 2012, Hugo Chávez foi reeleito com 55,14% dos votos, para mais um mandato de seis anos.

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Soberania da Venezuela e Integração Latino-americana

Lutando pela soberania da Venezuela, o governo de Hugo Chávez foi marcado por atividades econômicas sustentadas em políticas sociais dirigidas aos mais pobres e excluídos, de acordo com os objetivos do Projeto Nacional Simón Bolívar, destacando assim a recuperação e o desenvolvimento social do país.

O presidente Hugo Chávez, quem também defendia a integração da América Latina, foi o impulsor da criação de entidades como União das Nações da América do Sul (Unasul), da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe (CELAC) e da Alternativa Bolivariana para Nossa América (Alba), todas com o intuito de fortalecer a integração e a independência regional, reduzindo a influência dos Estados Unidos na região. A aliança Petrocaribe, outra iniciativa da Venezuela com países do Caribe, fornece petróleo em condições especiais para países do continente, principalmente para Cuba.

Sergio Ferrari. Ex-diplomata suíço na Venezuela. ‘Chávez devolveu a dignidade aos excluídos’

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Povo venezuelano acompanha o presidente Chávez    -   6.03.13 - Venezuela - Adital
Por volta das 11h da manhã desta quarta-feira começou o translado dos restos mortais do líder da Revolução bolivariana, Hugo Chávez Frías, partindo do Hospital Militar Doctor Arvelo rumo à Academia Militar, no Forte Tiuna, em Caracas.

O caixão coberto com a bandeira da Venezuela saiu carregado por membros da Casa Militar. Em uma ponta estava sua mãe, Elena Frías. Após as orações dirigidas por um sacerdote e acompanhadas pelo povo que se encontrava nos arredores do centro de saúde, o caixão foi colocado sobre o teto de um veículo cercado de coroas de flores.

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O carro começou a rota escoltado por uma multidão e membros de sua equipe de Governo: o vice-presidente Nicolás Maduro; o ministro de Energia e Petróleo, Rafael Ramírez; o chanceler, Elías Jaua; o presidente da Assembleia Nacional (AN), Diosdado Cabello; o titular da pasta de esportes, Héctor Rodríguez; e a vice-presidenta do Parlamento, Blanca Eekhout, entre outros.

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O povo lhe saúda a sua passagem com bandeiras, gritos, cantos de amor e entoando o

Hino Nacional. As pessoas se abraçam e se dão as mãos enquanto escutam as interpretações da Banda Marcial e as composições do cantor do povo, Alí Primera.

Na caminhada de despedida estão também o presidente da Bolívia, Evo Morales; o governador do estado Aragua, Tareck El Aissami; a procuradora Geral da República, Cilia Flores; e a ministra para a Juventude, Maripili Hernández.

Desde os edifícios mais próximos as pessoas mostram o tricolor nacional, fotografias do líder revolucionário e o popular coração de Chávez, imagem que marcou sua mais recente campanha eleitoral em que obteve o triunfo de maneira esmagadora.

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O cortejo atravessa a avenida San Martín, a praça O’Leary, a avenida Bolívar, o corredor Cólon até o corredor Los Ilustres de Los Próceres. A notícia é de AVN

O principal socialista do século XXI se despede da vida com grande legado logo_prt

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O presidente venezuelano, Hugo Chávez, morreu de câncer. A morte do líder foi anunciada na televisão pelo vice-presidente do país Nicolás Maduro. Após a cirurgia oncológica realizada em 11 de dezembro em Cuba, a condição do líder venezuelano se deteriorou rapidamente. Hugo Chávez tinha 58 anos de idade. Ele governou o país por mais de 14 anos.

Memórias e Histórias

O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons – Martin Luther King

Vamos brincar de esconder, pessoal. Quando eu contar até duzentos anos, vocês aparecem.

Há alguns meses atrás lia nos blogs de alguns colunistas de jornais de grande circulação nacional e mundial, (pois via e lia na internet), falas e opiniões duras e provocativas de seus leitores sobre o direito a memória. Muitos contrários a abertura da Comissão da Verdade. Ato realizado por parte dos países que praticaram torturas contra seus cidadãos. Como estou em um países com bases democráticas e vejo como um grande avanço a Comissão da Verdade trago comigo alguns livros e filmes para ampliar nosso olhar e nossa compressão, sobre o que aconteceu nesse período tão sofrido para muitos brasileiros.

Arquivos secretos da ditadura.

ANOS REBELDES

Gilberto Braga lançou o livro Anos Rebeldes, que fala sobre os momentos da ditadura militar do Brasil, protagonizado por Malu Madder, Cassio Cabus Mendes e Claudia Abreu que marcou uma das cenas mais fortes do último capitulo da minissérie a morte da esquerdista Heloisa, a obra também relata na época sobre no ano em que o Brasil estava atento sobre o impeachment de Fernando Collor, a obra de Gilberto Braga esta nas livrarias.

Anos Rebeldes

PRA FRENTE BRASIL

 Em 1970 o Brasil inteiro torce e vibra com a seleção de futebol no México, enquanto prisioneiros políticos são torturados nos porões da ditadura militar e inocentes são vítimas desta violência. Todos estes acontecimentos são vistos pela ótica de uma família quando um dos seus integrantes, um pacato trabalhador da classe média, é confundido com um ativista político e “desaparece”.

Pra frente Brasil.

Gênero: Drama

Tempo de Duração: 104 minutos

Ano de Lançamento: 1982

Site Oficial: http://www.imdb.com/title/tt0084529/

Direção: Roberto Farias

 

A VIDA QUER É CORAGEM

Ricardo Batista Amaral é jornalista. Neste livro, ele conta a trajetória de Dilma Rousseff, a primeira presidenta da República do Brasil. Nas primeiras páginas da referida obra, percebemos que “Coragem” é uma virtude que sustenta a vida.

– A vida não é fácil. Nunca foi (p.12).

Vítima das torturas na Ditadura Militar, Dilma descobriu que não é fácil viver.

Quem passou pela violência do pau de arara, pelas máquinas de choques elétricos, pela agonia incerta de resistir à tortura sabe que a vida não é fácil. Nunca foi. Mas havia outra dimensão na notícia que ela compartilhava com a pequena família: a dimensão da política. Por mais seguro e otimista que fosse o prognóstico dos médicos, câncer era uma palavra maldita quando pronunciada em público, especialmente se relacionada a um candidato presidencial (p.17).

A vida quer é coragem

PEDRO E OS LOBOS

O livro Pedro e os lobos leva em paralelo duas histórias. A primeira é a saga do ex-sargento da Força Pública paulista Pedro Lobo de Oliveira, onde se vê a ascensão e queda dos grupos armados que enfrentaram a ditadura militar durante os Anos de Chumbo no Brasil. Estão ali, além do capitão Carlos Lamarca, Leonel Brizola, Carlos Marighella, Mário Alves, o líder do PC do B João Amazonas e mais uma gama de abnegados guerrilheiros que, com ações arrojadas, ousaram desafiar a ordem imposta pelos generais. Ao mesmo tempo corre a agitação da grande política da época, desde a renúncia do presidente Jânio Quadros, a questão da posse de João Goulart e as principais características de cada um dos governos militares que marcaram o período.

Pedro e os Lobos

Resistência da Mulher À Ditadura Militar No Brasil

Ao Trabalhar com a construção do Sujeito Politico “mulher Subversiva”, Ana Maria Colling procurou recuperar o silêncio do domínio privado e das paredes domésticas e, ao mesmo tempo, revisar essa concepção da História contada pela metade.

A resistência da mulher à ditadura militar no Brasil

“ BRASIL NUNCA MAIS”

Documentos e microfilmes do período da ditadura militar (1964-1985) que estavam no exterior.

O material que retorna ao país faz parte do projeto “Brasil: Nunca Mais” e integrará o acervo do “Brasil Nunca Mais Digital”. A ideia é disponibilizar informações referentes ao regime ditatorial para consultas na internet. Os documentos e microfilmes que revelam as violações aos direitos humanos durante a ditadura militar foram enviados aos Estados Unidos por receio de que fossem descobertos e destruídos por agentes repressores.

O projeto “Brasil: Nunca Mais” começou durante a ditadura militar brasileira, quando religiosos e advogados iniciaram uma busca por informações de violações aos direitos humanos realizados por agentes do Estado. Informações do site “Armazém Memória” revelam que, entre 1979 e 1985, cerca de 30 pessoas copiaram e estudaram, de forma clandestina, 707 processos que estavam no Superior Tribunal Militar. A ação foi conseguida com o apoio de Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo, e de Jaime Wright, reverendo da Igreja Presbiteriana.

O receio de que o material fosse apreendido pelos repressores levaram o grupo a microfilmar os documentos e enviá-los a outros países. A tarefa resultou em um relatório de 12 volumes sobre as informações dos processos judiciais, também chamado de “Projeto A”, e na publicação do livro “Brasil: Nunca Mais” (Projeto B).

A proposta também era tornar públicas as informações. Para isso, a documentação do projeto foi doada à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que ficou responsável por disponibilizar os documentos para consultas e reproduções. Ao verificar que parte do material estava danificada pela ação do tempo, o Ministério Público Federal, juntamente com o Armazém da Memória, sentiu a necessidade de digitalizar as cópias dos documentos.

Centro de Referência Virtual Brasil Nunca Mais

Atualmente, o Armazém da Memória disponibiliza, em seu Centro de Referência Virtual Brasil Nunca Mais, alguns documentos, vídeos e livros sobre o período da ditadura militar brasileira. Já estão digitalizados: os 12 volumes do “Projeto A” do Brasil Nunca Mais; 80% das fontes citadas no Relatório; o processo do “Caso Riocentro”; o relatório das torturas de Inês Etienne; e documentos do Acervo da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo.

Com informações de Armazém da Memória, PRR-3 e CMI

BRASIL NUNCA MAIS

O dialógo é a violência

Este livro sobre 1968 no Brasil tem com eixo de análise o movimento estudantil. Sua originalidade e sua consequente contribuição para os estudos sobre esse momento de inflexão na sociedade brasileira podem ser destacadas a partir de alguns traços que o distinguem. A construção detalhada e rigorosa de quatro momentos do ano de 1968 no Brasil é redigida com base em uma questão central, a violência, que se constitui na linha interpretativa do trabalho. Focalizando o jogo político entre o movimento estudantil e a ditadura militar, faz incidir aí um outro “ator”, a imprensa da época, até então inexplorado nesse registro de análise, nos estudos já existentes. Outro traço a ser destacado é o da estratégia narrativa utilizada para a construção do texto. A linha interpretativa centrada na questão da violência vai emergindo ao longo dos quatro momentos de um relato em que a posição temporal do narrador coincide com a do tempo histórico de 68. A estratégia do discurso faz com que os quatro momentos sejam narrados em uma posição de relativa ignorância do desfecho, embora este seja antecipado na Introdução da obra. A questão da violência, cuja percepção hoje é mais evidente, pode ser então contrastada com o relativo desconhecimento dos diversos sentidos de ação em confronto, cujas consequências tinham um certo grau de imprevisibilidade.

O diálogo é a violência

Maria Ribeiro do Valle

1968: O diálogo é a violência – Movimento estudantil e ditadura militar no Brasil

editora: UNICAMP

assunto: História, Política

 

REPRESSÃO E RESISTÊNCIA

Pesquisadora da USP sistematiza lista de obras de ficção censuradas pela última ditadura e analisa casos específicos. Conclusões estão no livro Repressão e resistência: Censura a livros na ditadura militarLiteratura censurada pela ditadura é tema de estudo

Agência FAPESP – Entre 1970 e 1988, durante a última ditadura militar no Brasil, mais de 140 livros nacionais chegaram a sofrer censura prévia.

A partir do estudo dos atos censórios do Departamento de Censura e Diversões Públicas (DCDP), uma pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) sistematizou pela primeira vez uma listagem das obras de ficção censuradas, além de identificar e analisar, a partir de alguns casos particulares, os mecanismos de censura utilizados.

Os resultados do estudo estão sintetizados no livro Repressão e resistência: Censura a livros na ditadura militar, de Sandra Reimão, professora da Escola de Artes e Ciências Humanas (EACH) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP.

REPRESSÃO E RESISTÊNCIA

A DITADURA MILITAR NO BRASIL

O livro “A Ditadura Militar no Brasil: repressão e pretensão de legitimidade-1964-1984”, da autoria de Maria José de Rezende, docente do Departamento de Ciências Sociais da UEL, demonstra, entre outros aspectos, que “a análise das diversas estratégias (econômica, política, militar e psicossocial) do regime militar revelavam o quanto era ditatorial o seu projeto de sociedade”.

Destaca ainda que a pretensão de legitimidade não é pertinente apenas aos regimes democráticos, mas que as ditaduras buscam ganhar o reconhecimento dos diversos segmentos sociais. Portanto, de acordo com a autora, mesmo não existindo qualquer sinal de legitimidade no regime militar, não se pode afirmar que este não se preocupava em buscar formas de aceitação para seu projeto de sociedade. Isto é, a ditadura empenhou-se em construir estratégias nas diversas esferas da vida social, visando alcançar aprovação para sua proposta de construção, organização e condução de uma determinada ordem social.

“A Ditadura Militar no Brasil: repressão e pretensão de legitimidade-1964-1984”, da autoria de Maria José de Rezende,

 O Regime Militar No Brasil – (1964-1985)

Ler sobre o período militar é decisivo aos alunos dos ensinos fundamental e médio ao possibilitar a discussão e a reflexão sobre as práticas dos regimes autoritários. Muito mais que informação, o estudo do período de 1964 a 1985 levanta questões cruciais à formação da cidadania, ao valor da democracia e de seu exercício, bandeiras tão caras aos dias de hoje.

O regime militar no Brasil- Carlos Fico

CRIMES DA DITADURA MILITAR

Quase 30 anos após a abertura política do Brasil, o País e principalmente as vítimas e seus familiares se ressentem com os crimes cometidos pelo Regime Militar. Com o intuito de trazer a questão de volta à discussão popular e apoiada pela recente condenação do Brasil na Corte Interamericana para investigar, julgar e punir os autores dos crimes, o presidente da Rede de Ensino LFG e jurista, Luiz Flávio Gomes e especialistas renomados em parceria com a Editora RT promoveram no Auditório Brasil do Edifício Parque Avenida (Avenida Paulista 1776, Trianon – SP), sede do Instituto de Pesquisa e Cultura Luiz Flávio Gomes (IPC-LFG), em São Paulo. O encontro reunirá autores para falarem sobre o lançamento do livro “Crimes da Ditadura Militar: uma análise à luz da jurisprudência atual da Corte Interamericana de Direitos Humanos” e o Regime Militar. Segundo os autores… “Temos um compromisso com as vítimas desse regime autoritário que se apropriou do País por mais de 20 anos. Acreditamos nisso e por essa razão, no lançamento do livro, resolvemos promover gratuitamente uma Jornada, para aproximar e suscitar o debate entre os autores, especialistas convidados, representantes de organizações da sociedade civil, familiares das vítimas, estudantes, cidadão, todos, desta discussão que faz parte da história recente de nosso País. Se queremos crescer enquanto Nação e aprimorarmos a nossa jovem democracia, não podemos varrer casos como estes para debaixo do tapete”, explica o jurista Luiz Flávio Gomes.

“Crimes da Ditadura Militar: uma análise à luz da jurisprudência atual da Corte Interamericana de Direitos Humanos”

Batismo de Sangue 

Um dos mais tocantes e importantes relatos sobre os horrores da ditadura militar, Batismo de sangue chega à sua 14ª edição acrescido de informações novas e relevantes. Frei Betto, o autor deste documento histórico, compartilha suas descobertas recentes sobre as circunstâncias da morte de Carlos Marighella, líder da Ação Libertadora Nacional (ALN) assassinado em 1969. Fica ainda mais forte a tese de que aquele crime fora planejado de modo a não apenas eliminar o maior inimigo do regime militar, mas também jogar a esquerda contra os frades dominicanos, enfraquecendo a oposição à ditadura. Do dia para a noite, os religiosos passaram de colaboradores da guerrilha a traidores, graças a uma farsa muito bem tecida pelo Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Deops). É o que diz Frei Betto nesta que ele atesta ser a versão definitiva de sua obra, vencedora do Prêmio Jabuti de melhor livro de memórias de 1982.

 Um dos eixos mais fascinantes de Batismo de sangue é a história de como os frades da Ordem dos Dominicanos davam apoio logístico à ALN. Numa época em que marxismo era também sinônimo de ateísmo, a população não poderia sequer sonhar com a hipótese de que os inimigos do regime encontravam apoio naqueles insuspeitos religiosos católicos. Pois os frades escondiam guerrilheiros, facilitavam sua fuga para fora do país, cuidavam dos feridos, guardavam suas armas e material considerado subversivo, e ainda faziam o levantamento de potenciais áreas para a guerrilha rural. Como conciliar fé cristã com ação política revolucionária? Esta é uma das questões que Frei Betto elucida neste livro.

Batismo de Sangue

Frei Ivo e Frei Fernando, frades que colaboravam com a ALN, foram presos, torturados, demonizados como terroristas e, por fim, usados pelo Deops para fazer com que toda a sociedade se voltasse contra os dominicanos – enquanto a direita e a população ficavam estarrecidas com a participação dos religiosos na luta contra a ditadura.

 Também colabora para a importância de Batismo de sangue a denúncia dos métodos de tortura utilizados pela polícia naquela época. Frei Fernando e Frei Ivo, por exemplo, foram terrivelmente torturados até dizer o que o Deops já sabia: como chegar a Marighella. Mas o caso de Frei Tito talvez seja o mais impressionante, triste e revoltante. Diversas vezes torturado até o limite de suas forças, o frade conseguiu se manter calado mesmo sob a notória crueldade do delegado Sérgio Paranhos Fleury. Seus torturadores – inclusive militares do II Exército, em São Paulo – não o mataram nem conseguiram fazê-lo falar, mas o enlouqueceram: Frei Tito cometeu suicídio no exílio, em 1974.

Em 2007, Batismo de sangue chegou aos cinemas num filme homônimo dirigido por Helvécio Ratton, tendo o ator Daniel de Oliveira no papel de Frei Betto.

O filme Batismo de Sangue

 Memórias de uma guerra suja

O livro Memórias de uma Guerra suja, de Rogério Medeiros e Marcello Netto será, sem dúvida, uma das referências importantes para guarnecer a Comissão da Verdade. A farsa cai por terra, a partir da ampla divulgação de documentos disponíveis nos arquivos e de reportagens como esta, do livro reportagem, que entra para a história do país. Memórias do ex-delegado Guerra.

Memórias de uma guerra suja

Desmond Tutu fala  a sua experiência de liderança da Comissão Verdade e Reconciliação na África do SuL.

Desmond Tutu

Desmond Tutu fala sobre a sua experiência de liderança da Comissão Verdade  e Reconciliação na África do Sul, na qual o país encontrou um caminho para começar a sarar as feridas deixadas pelo apartheid. O perdão é a chave para superar as situações mais dolorosas e injustas. O ódio gera ódio, a vingança gera vingança. Arrependimento, confissão e perdão conduzem à paz. Legendado em Português para uso da Academia Ubuntu.


É preciso ver…melhor.

Boa noite amigos! Lembrando que vivemos sob um organismo chamado capital, e sabendo que tudo neste sistema orgânico não nos é dado com facilidade. Trago comigo uma reflexão sobre o poder da midia na manutenção e domínio das nossas ações.

Lendo e Vendo Melhor

Os percursos podem mudar.Devem! Caminhar em direção das melhorias para todos.

Vendo e ouvindo melhor

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