“As empresas farmacêuticas não estão tão interessadas em curá-lo, mas apenas em ganhar dinheiro”

Tão sério quanto mídias que se colocam, como partidos, indevidamente e sonegando grande parte do acúmulo de seu capital, este capital pago pelos contribuintes. O pior é que muitos contribuintes acreditam que as mídias estão defendendo os direitos do povo. A mídia desonesta, que tem pavor de fazer auto crítica e que se coloca acima de qualquer instancia. Um dia está observação será revelada. Penso que já iniciamos este processo, revelações. E então os grandes “donos” das mídias começam a artilharia contra o próprio contribuinte. E este que é desrespeitado aplaude e pede “bis’. Assim como nós sabíamos que a indústria farmacêutica não tem interesse em trabalhar para curar as doenças, as grandes mídias também não têm interesse em produzir cultura, conhecimento, informação com critério ético. A polêmica, o  sensacionalismos, a frase de efeito o lucro certo é o que move nossa grande mídia nacional. É lamentável.

 safe_image nobel

O médico britânico e Prêmio Nobel, Richard J. Roberts, acusou as grandes empresas farmacêuticas de colocar em primeiro lugar os benefícios econômicos do que a saúde das pessoas, impedindo o progresso científico na cura de doenças porque curar não é rentável.

Os medicamentos que curam não são rentáveis, e portanto, não são desenvolvidos pela indústria farmacêutica, que desenvolvem drogas para tratamentos crônicos que são consumidas forma serializada“, disse o prêmio Nobel em uma entrevista para a revista ‘PijamaSurf’. “Algumas drogas que poderiam curar as doenças de uma vez não são investigadas. Até certo ponto é verdade que a indústria da saúde é regida pelos mesmos valores e princípios que o mercado capitalista, que chegam a se parecer muitocom a máfia “, se pergunta o Nobel da medicina de 1993. O cientista e pesquisador acusa a indústria farmacêutica de se esquecer de servir as pessoas e se preocupar apenas com o desempenho econômico. “Eu vi como, em alguns casos, pesquisadores dependentes de fundos privados podem ter encontrado remédios muito eficazes que teriam terminado completamente com uma doença“, explicou.

As empresas farmacêuticas não estão tão interessadas em curá-lo, mas apenas em ganhar dinheiro” 

Ele acrescenta que as empresas param de investigar, porque “elas não estão tão interessadas em curá-lo do que em tirar o seu dinheiro, assim, uma pesquisa de repente é desviada para a descoberta de medicamentos que não curam de todo, mas tornam a doença crônica e fazem experimentar uma melhoria, que desaparece quando você para de tomar a droga.” Diante disso, nota-se que a indústria está interessada em áreas de pesquisa, não para curas para doenças, mas “apenas para torná-las doenças crônicas com drogas cronificadoras muitos mais rentáveis do que curar completamente e de uma vez por todas “.

Quanto aos motivos por que os políticos não intervêm, Roberts argumenta que “em nosso sistema, os políticos são apenas funcionários dos capitalistas , que investem o necessário para que seus filhos não sejam deixados de fora, e se são, compram daqueles que são escolhidos”.

Fonte: Russia Today: Nobel de medicina: “Curar enfermedades no es rentable para las farmacéuticas”

Leia mais: http://www.noticiasnaturais.com/2013/06/nobel-de-medicina-a-cura-de-doencas-nao-e-lucrativa-para-a-industria-farmaceutica/#ixzz3Ii4uFWJu

Anúncios

Democratização da mídias. Precisamos falar sobre isso.

A ausência de respeito e consideração com todos os cidadãos do norte e nordeste do nosso país manifestada pelos meios de comunicação do nosso país,( que é bom sempre lembrar gozam de absurdo lucros para seu enriquecimento cada vez maior) é de uma gravidade profunda.

Esta pratica discriminatória que foi vista pela população brasileira por vários veículos de comunicação, fere profundamente com sutilize de crueldade a dignidade do outro.imagesbllyin2

Um pedido de desculpa, que não houve é muito pouco. Este pedido de desculpa se tivesse ocorrido pelos cais de mídia, não reconstruiria as mazelas, que a fala destes jornalistas proferiram, após o resultado das eleições.

Fiquei assustada, entristecida, profundamente indignada e preocupada em especial com o adolescente do norte e nordeste do nosso país.

O motivo da indignação é visível: os jovens adolescentes que não encontro modelos para construir sua identidade com auto estima adequada, pois as grandes mídias não proporcionam modelos que permitem ao jovem adolescente identificar-se com seu lugar, com sua história e menos ainda não propõem modelos que permitam aos jovens apoderar-se da sua identidade tornando-se protagonista da usa história.

Percebo que a imobilidade é grande. O jovem construir sua identidade é muito difícil todas as mídias compartilham com modelos que nega a construção verdadeira do jovem adolescente. A mídia sempre estimula ao jovem adolescente a negar sua origem, seu lugar,sua história ela perpetua um único modelo. E pronto. As mídias desconsideram valores, costumes, particularidades e diversidade. O Brasil todo tem apenas um sotaque. Isto é grave!

O fato de um meio de comunicação de domínio nacional vem a público e diminui ainda mais a identidade e compara a algo insignificante é um ato que produz grande males na identidade do jovem adolescente. Fere profundamente em muitos de nós, ditos adultos maduros imagine o que poderá acontecer com a estima de um jovem, que percebe sua origem ser desconsiderada, diminuída, desvalorizada. Podemos supor o estrago que é possível acontecer na construção de identidade do jovem adolescente.

Sabemos que por conta do contexto social os jovens adolescentes não encontro apoio, de amigos, familiares, adultos, responsáveis, lideres religiosos, educadores, professores, (que muitas vezes este profissional por falta de informação compartilha do olhar desta mídia opressora e não percebe o trágico cárcere, que esta mídia brasileira é capaz de produzir por décadas). E lamentavelmente e produziu.bullyin 4

Este adolescente esta à disposição inconsciente desta mídia perversa e cruel. Sofre “Bull yin” público e televisivo sem que nada seja feito em defesa deste adolescente, no sentido da valorização da sua naturalidade. Penso que esta atitude de vários jornalistas é no mínimo um crime contra a natureza do ser. Lamentável que o ministério público ainda não tenha se manifestado a este respeito. Penso que as emissoras que permitiram que seus jornalistas provocassem tamanha tragédia, sobre o desrespeito com a naturalidade dos jovens cidadão brasileiros precisam ser responsabilizadas por sua atitude. As mídias precisam ser responsabilizadas, o seu lucro absurdo precisa ser reavaliado. Os cidadãos comuns devem ter direito de defesa. Sempre. Isto ainda não ocorre. Penso que as mídias sabem o que venha a ser “Bull yin” . O jornalista Diogo Mainardi é representante de uma grande mídia brasileira. Ele precisa ser responsabilizado. ”BULLYIN” violência física ou psicológica. Os psicoterapeutas, os psicólogos, os advogados, os professores, os filósofos, os diretores, na figura de suas organizações e a sociedade precisa solicitar responsabilidades das mídia brasileira. Estamos vivendo um período que será um divisor de práticas cidadãs. Espero. Lúcia di Fátima

 

 

Planeta Terra e as crianças?

Temos que pensar nas crianças como rosas cálidas. O Planeta Terra resistirá aos descasos com a natureza. images.jpg paneta terra criaças 1Nós seres humanos não resistiríamos ao nosso desmando  inconsequente sobre a natureza. Pensando sobre este desrespeito  com o futuro do planeta acredito que é necessário criarmos ações que movimentem-se em direção da formação cuidadosa das nossas crianças. Muitas ações estão sendo realizadas.images.jpg planeta terra 2
Penso que agrupar estas ações contribuirá muito para o encontro de soluções solidárias.
imagesK2HHCI58.jpg panetrra dois

ELEIÇÕES –2014 – TRAGO COMIGO – FREI BETO E LEONARDO BOFF

ELEIÇÕES –2014 – TRAGO COMIGO – FREI BETO E LEONARDO BOFF

Em tempo de eleições, no Brasil as opiniões divergem. Acredito que nosso país pra além das mazelas que ainda são percebidas em grandes números, e de diferentes naturezas teve avanços significativos em políticas públicas. Sei o quanto…” é preciso navegar” em direção de políticas em que o cidadão verdadeiramente possa manifestar suas opiniões. Sabemos que não fizemos revolução, mas temos vivenciado um olhar e um comprometimento mais justo com a população menos favorecida. É pouco. Ainda é pouco. Porém sabemos que governar um país em que a corrupção faz parte da história e do cotidiano dos seus cidadãos é tarefa complexa. Tarefa ainda mais delicada, quando um novo governo, (no caso o governo do partido dos trabalhadores PT) com posturas diferentes voltadas para a emancipação do povo e provocando a possibilidade do cidadão apoderar-se de seus direitos, vislumbra a possibilidade de governar para além de 10 anos. Os conservadores de bens e da manutenção de suas riquezas ficam intolerantes. Reagem de formas das mais diversas. São arbitrários, perversos, habilidosos na prática de manipular, o rumo da história ao seu favor. Vemos isto acontecer diariamente na nossa sala de estar vinculado pelas emissoras de televisão do nosso país. O que é lamentável é que estas emissoras têm concessão para manipular o contribuinte. O cidadão brasileiro. Muitas são as lutas que temos que enfrentar, hoje uma das maiores é o uso da mídia contra o cidadão. Precisamos fazer nossa crítica, em relação as lideranças da classe trabalhadora. Diferente do que as mídias ditam precisamos nos manter, no poder e melhorar nossa forma de governar. Nós sabemos governar. Dentro desta melhora proponho que as concessões das mídias devam ser revistas. Lucia di Fatima.

Frei Betto  –                     13  -razões para reeleger Dilma

 imagesCAQJIJHM FREI BETO
 1. Apesar das mazelas e contradições do PT e do atual governo, votarei em Dilma para que se aprimorem as políticas sociais que, nos últimos 12 anos, tiraram da miséria 36 milhões de brasileiros.

2. Votarei para que o Brasil prossiga independente e soberano, livre das ingerências do FMI e do Banco Mundial, distante dos ditames da União Europeia e crítico às ações imperialistas dos EUA.

3. Votarei pela integração latino-americana e caribenha; pelo solidário apoio aos governos de Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador e Uruguai; pela autonomia da CELAC e do Mercosul.

4. Votarei pelo respeito ao direito constitucional de greves e manifestações públicas, sem criminalização dos movimentos sociais e de seus líderes.

5. Votarei pela Política Nacional de Participação Social; pela manutenção de cotas em universidades; pelo Enem, o Pronatec e o ProUni; e pelo aumento do percentual do PIB aplicado em educação.

6. Votarei a favor do Programa Mais Médicos que, graças à sua ação preventiva, fez decrescer a mortalidade infantil para 15,7 em cada 1.000 nascidos vivos.

7. Votarei pelo crédito facilitado e o reajuste anual do salário mínimo, de modo a ampliar o poder aquisitivo das famílias brasileiras, a ponto de viagens aéreas deixarem de ser um luxo das classes abastadas.

8. Votarei para que o trabalho escravo em fazendas do agronegócio seja severamente punido e tais propriedades confiscadas em prol da reforma agrária.

9. Votarei para que a Polícia Federal prossiga apartidária, efetuando prisões até mesmo de membros do governo, combatendo o narcotráfico, o contrabando e a atividade nefasta dos doleiros.

10. Votarei para que a inflação seja mantida sob controle e, no Brasil, o crescimento do IDH seja considerado mais importante que o do PIB. Se nosso PIB cresce pouco, nosso IDH é o segundo do mundo, atrás apenas dos EUA, se considerarmos o tamanho da população.

11. Votarei para que a nossa diplomacia permaneça independente, aliada às causas justas, sem tirar os sapatos nas alfândegas usamericanas e endossar o terrorismo bélico dos EUA, que dissemina lagrimas e sofrimentos em tantas regiões do planeta.

12. Votarei pela preservação do Marco Zero da internet, sem ingerência das gigantes de telecomunicações, interessadas em mercantilizar as redes sociais e manter controle sobre a comunicação digital.

13. Votarei, enfim, por um Brasil melhor, mesmo sabendo que o atual governo é contraditório e incapaz de promover reformas de estruturas e punir os responsáveis pelos crimes da ditadura militar. Porém, temo o retrocesso e, na atual conjuntura, não troco o conhecido pelo desconhecido.

Frei Betto é escritor, autor de “O que a vida me ensinou” (Saraiva), entre outros livros.

Escritor e assessor de movimentos sociais
logo ADITAL

As muitas razões para votar em Dilma

20/09/2014imagesCAL13DSA BOFF

 Reconhecendo os percalços e erros que houve nos últimos 12 anos do governo de Lula-Dilma e vendo os esboços de projetos políticos apresentados pelos partidos de oposição, estou convencido de que o projeto liderado pelo PT com Dilma é ainda o mais adequado para o Brasil. Só por isso já meu voto vai para Dilma Rousseff.

Mas tenho outras razões a serem ponderadas.

A primeira delas se trata de algo de magnitude histórica inegável. A partir de 2002 com Lula e seus aliados ligados às bases da sociedade, fez-se, pela primeira vez, uma revolução democrática e pacífica no Brasil. Importa dizer claramente: o que ocorreu não foi apenas uma alternância de poder, mas a alternância de classe social. As classes dominantes que ao longo de toda a história ocuparam o Estado, garantindo mais seus privilégios do que os direitos de todos, foram apeadas do Estado e de seus aparelhos. Um representante das classes subalternas, Lula, chegou a ser Presidente. E realizou uma verdadeira revolução no sentido que Caio Prado Jr. deu em seu clássico A Revolução Brasileira (1996): revolução significa “transformações capazes de atender as aspirações das grandes maiorias que nunca foram atendidas devidamente; revolução que leva a vida do país por um novo rumo”.

Não podemos negar que milhões viram suas aspirações atendidas e que hoje o rumo do Brasil é outro. Pode não ser do agrado das classes dominantes que foram derrotadas pelo voto. De um Estado neoliberal e privatista que se alinhava ao neoliberalismo dominante, passamos a um Estado republicano, Estado que coloca a res publica, a coisa pública, o social no foco de sua ação, Daí a centralidade que o governo Lula-Dilma deu aos milhões que estavam secularmente à margem e que foram – são 36 milhões – inseridos na sociedade organizada.

Esta conquista histórica não podemos perdê-la. Há que consolidá-la e aprofundá-la. Os que antes comiam caviar tem que se acostumar a comer carne de sol ou baião de dois.

Para consolidar esta revolução é que voto em Dilma.

A segunda razão consiste em garantir as duas revoluções que ocorreram: uma rumorosa e outra silenciosa. A rumorosa foram as muitas políticas sociais que são do conhecimento geral. Estas ficaram visíveis nas multidões que começaram a usufruir daqueles benefícios mínimos de uma sociedade moderna. Tal fato correu mundo e serviu de ponto de referência para outros paises. Quantas vezes, andando nos meios populares, ouvi a frase: “O PT pensa nos pobres” Não só pensa nos pobres mas faz para os pobres e mais ainda, na linha de Paulo Freire, faz com os pobres. Mas houve tambem uma revolução silenciosa: as várias universidades federais criadas em todo o pais e as dezenas de escolas técnicas e cursos professionalizantes que habilitaram mihões de pessoas. Essa política de educação deve ainda ser estendida, multiplicada e ganhar qualidade. Por esta razão meu voto vai para Dilma.

Uma terceira razão é o crescimento com a multiplicação de empregos. É verdade que o nosso crescimento é pequeno mas nunca se manteve o desemprego a níveis tão baixos, 5,5% dos trabalhadores. No mundo, dada a crise neoliberal, existem cerca de 400 milhões de dezempregados; só na zona do euro são 102 milhões em países   com nenhum ou com irisório crescimento.

De forma vergonhosa, a Inglaterra para aumentar seu PIB incluíu nele  o tráfico de drogas e a prostituição, ganhando assim 37 bilhões de dólares a mais (veja o The Guardian de 29 de maio de 2014).

Nossa geração viu cair dois muros, o de Berlim em 1989 e o de Wall Street em 2008. Resistimos às duas quedas: não perdemos os ideais do socialismo democrático nem tivemos que desempregar e renunciar às políticas públicas. Os salários nesses 12 anos subiram 70% acima da inflação. Por isso minha preferência é por Dilma.

Um quarta razão: em algns estratos do PT houve corrupção. Esta não vem de agora mas de muito antes. Há que reconhecê-la rejeitá-la e condená-la Mas jamais, em nenhum momento se acusou a Presidenta Dilma de corrupta. Nem nunca ela aceitou aprovar projetos que fossem danosos ao povo brasileiro. Sempre foi fiel ao povo, point d’honneur de sua gestão.

Lutaremos para vencer. Não para vencer simplesmente. Mas para consolidar o que já se ganhou, avançar e aprofundar em muitos pontos, especilamente, naqueles que foram gritados nas ruas em junho de 2013. Resumindo ai se pedia: queremos uma democracia participativa, na qual os movimentos sociais possam ajudar a discutir, pensar e decidir os melhores caminhos especialmente para os mais vulneráveis. Isso implica melhor educação, mais saúde, transporte decente, saneamento, cultura onde o povo possa mostrar o que sabe e participar do que se faz nas várias regiões do Brasil.

Temos que avançar na redução da desigualdade, na sustentabilidade ambiental, na reforma agrária, no proteção das terras indígenas e na cultura em todas as suas expressões. Pela cultura se supera a mentalidade meramente consumista e materialista e se cria o espaço para aquilo que só o ser humano pode realizar: criatividade nas artes, na música, no teatro, no cinema, nas letras e em outros campos em que a cultura se expressa. Na cultura se revela mais claramente a alma de um povo. Estou segiuro que Dilma acatará esses pontos. Para que isso aconteça com mais segurança voto em Dilma.

Por fim, estamos assistindo ao alvorecer de uma nova civilização biocentrada, quer dizer, que coloca a vida no centro, a vida humana, a vida da natureza e a vida da Mãe Terra, à qual devem servir a economia, a política e a cutura. O Brasil tem todas as condições de ser um dos primeiros a inaugurar esta nova fase da história. Com Dilma será mais fácil percorrer esse caminho. Por isso voto em Dilma na esperança de que seja o mais certo e seguro  para o futuro do povo brasileiro.

A ORIGEM DA INTOLERÂNCIA…PODERIA SER DA FALTA DE INFORMAÇÃO…OU USO ARBITRÁRIO DA INFORMAÇÃO.

 

A intolerância que muitos brasileiros manifestam com, a efetivação de políticas públicas  apresentadas e oportunizadas nestes governos dos últimos dez anos é no minimo  lamentável. Essas políticas públicas dirigidas, em  especial  aos cidadãos  mais  desfavorecidos, em relação, a distribuição de renda.É  uma atitude inovadora, corajosa e histórica no percurso da historia econômica do Brasil. Este governo sob a sigla do Partido dos Trabalhadores, que muitos infelizmente preferem ignorar os avanços sociais tem realizado significativo avanço e melhoria da condição da miséria no Brasil. Isso é um fato. A afirmação escritas deste e muitos outros “cartazes” que percorrem as redes sociais via “alguém” é estranho. É muito triste saber que os processos históricos de todas as naturezas do conhecimento humano mundial disponível na rede estejam,( penso eu por opção) tão distantes de pessoas que queiram subjugar, minimizar,desconsiderar os avanços sociais,  no Brasil. É profundamente lamentável que certas pessoas tenham tão pouca capacidade de pesquisar a historia do Brasil. Que seja a última década já seria bem interessante. Lamentável que muitos cartazes e muitos blogues tenham acesso a tão poucas e miseráveis informações sobre principalmente como aconteceu o acumulo de riquezas na historia do Brasil. Sem estas informações não dá pra discutir sobre posições e estes muitos brasileiros tornam-se no  meu olhar vitimas do seu vitimismo intolerante.

medicos   cubanos10361335_317372575081731_5037760043341443677_n

 

Agora

10565030_752331564809498_7226305303572196536_n igrejaPenso que experimentamos uma dificuldade na construção das afetividades nas relações humanas sem igual na história da vida dos homens. Percebo que começamos a navegar para nossa consciência interior. Isso causa náusea, angústia, dores, estranhamento sobre quem somos nós, e ao mesmo tempo sabemos que ao nos movimentarmos, em direção  a esta descoberta do que somos e sentimos nos direcionamos para um estado interessante de maturidade emocional. Estamos verdadeiramente sós e  nunca tivemos tanta consciência desta condição. O que fazer com este fato é uma questão que deverá se desdobrar em algo humano.

Nós mães, nós pais, nós adultos responsáveis por crianças.

Nós mães, nós pais, nós adultos responsáveis por crianças.
Boa tarde, pessoas queridas. Hoje trago comigo a contribuição em e escrita, de pessoas que percebem a necessidade que os dias atuais apresentam como demanda, na formação especialmente da infância das nossas crianças do zero aos sete anos. Dizem que as crianças nascessem prontas. É preocupante e isto é algo que deveria muito nos assustar. Sabemos que é uma afirmativa que precisa ser muito bem discutida. A nossa criança de, hoje e sempre, carece de proteção em todos os aspectos da sua vida. Percebo que no momentos atual muitas vivências e experiências possam ser vividas. Minimizar ou desconsiderar a ausência da afetividade e do respeito para com a natureza humana da criança e de seu próprio desenvolvimento, tem sido objeto de preocupação entre muitos, professores, familiares, educadores, pedagogos, psicanalistas, sociólogos, cuidadores, enfim entre todos adultos sensibilizados com a infância e qual direção o cuidado de seu desenvolvimento deve ocupar-se na prática cotidiana e como deve caminhar. Afinal nós somos pessoas, que crescemos, em outras gerações temos diferentes vivências, e fomos acolhidos e cuidados enquanto crianças, sabemos da nossa incompletude humana, mas de alguma maneira fomos acolhidos e este acolhimento fez total diferença para lidarmos com nossa dolorida incompletude humana. Não as crianças não nascem prontas, cada geração nova que nasce necessita ser melhor recebida, acolhida, acompanhada. Como pensar em cuidar do planeta sem construir um olhar cuidador em nossas novas gerações. Como?  Espero um olhar mais atento  para as pedagogias, que  se preocupa com o físico, o humano e o espiritual das nossas crianças.

 

A Pedagogia Waldorf é uma pedagogia que tem como ponto de partida o conhecimento da criança e de seu desenvolvimento em diversos aspectos. Enfoca o ser humano como ente físico, anímico e espiritual.
Embasada na concepção de ser humano e mundo desenvolvida pelo filósofo austríaco Rudolf Steiner (1861-1925), essa pedagogia tem como objetivo o cultivo das potencialidades individuais. Leva em consideração a diversidade cultural e se compromete com princípios éticos humanos amplos e gerais.

imagesCAX7LD4V bonecos 1 Há uma valorização de:
• Integração social e cooperação
• Integração de escola e família
• Infância saudável
• Alegria e responsabilidade nos processos de aprendizagem
• Excelência intelectual, imaginação, criatividade, cultivo da memória,
habilidades em resolução de problemas
• Arte e movimento como meios de exercitar capacidades e como
elementos que permeiam todo o processo de aprendizagem
• Currículo que propicia um desenvolvimento adequado a cada faixa
etária nos âmbitos físico, emocional e cognitivo.
• Professores em permanente processo de autoeducação: além da
formação acadêmica os professores passam por uma formação específica em Pedagogia Waldorf.

imagesCA7BA3PS boneco 2

Especificidades da Pedagogia Waldorf
• Os conteúdos e atividades visam ir ao encontro das necessidades próprias de cada fase do desenvolvimento dos alunos
• Educação Infantil com espaço e tempo para o desenvolvimento de uma infância saudável, sem procedimentos voltados para a alfabetização precoce
• Os primeiros oito anos escolares do Ensino Fundamental têm, preferencialmente, acompanhamento feito pelo mesmo professor
• Aulas de Euritmia
• Ensino em módulos temáticos
• Aulas   Manuais, Música, Jardinagem, Artes ao longo de todo o currículo
• Ensino de línguas estrangeiras (Inglês e Alemão) desde o primeiro ano
• A avaliação é contínua e diversificada, e considera o aluno em seus diversos aspectos. Pretende ser tanto
um retrato da situação de aprendizagem quanto um ponto de partida para desenvolvimentos posteriores
• O elemento artístico, além de ser utilizado como uma faculdade em si, é um veículo didático 

 

“A nossa mais elevada tarefa deve ser a de formar seres humanos livres que sejam capazes de, por si mesmos, encontrar propósito e direção para suas vidas.”
Rudolf Steiner
%d blogueiros gostam disto: