Educação Financeira

Educação Financeira

Pensar em   economia doméstica é pensar em saúde financeira e em qualidade de vida.  É lembrar que há um organismo chamado capital que nos absorve.Sendo assim o que tratamos por economia doméstica ou economia   financeira vai  além de sabermos fazer uma planilha de gastos mensais. Ela envolve pensar sobre nossas escolhas conscientemente. Tarefa que não é fácil, mas  necessária para garantimos  nossa qualidade de vida. o uso racional dos recursos, a escolha correta dos bens de consumo e de alimentos,nas atitudes cotidianas que evitam o desperdício podemos considerar ações importantes para despertar o consumo consciente ecom esperanças de melhorar nossa economia doméstica.

Atualmente existe vários livros que tratam sobre esta importante questão. Muitos projetos caminham para concretização deste aprendizado.

Seu Futuro – Educação Financeira E Atitudes Para Conquistar Sua Independência, de José Pio Martins, Editora Fundamento

Sinopse: Oferece ferramentas para que o leitor analise seu comportamento e faça mudanças, incluindo questões práticas, como tipos de investimentos, elaboração e administração de orçamento e formas de ensinar os filhos a pouparem e a valorizarem o que ganham.

Pai Rico – o Poder da Educação Financeira – Lições Sobre Dinheiro Que Não Se Aprende Na Escola, de Robert Kiyosaki, Editora Campus Elsevier

Sinopse: Com instruções para despertar o lado financeiro nos filhos e prepará-los para lidarem com uma nova era, em que empregos já não são mais tão estáveis como antigamente.

GIBIS

Gibis de educação financeira para crianças ensinam que a relação com o dinheiro se constrói a partir dos cinco anos de idade. A Serasa Experian em parceria com Cássia D’Aquino, educadora com especialização infantil e autora de livros sobre o tema, desenvolveram a cartilha “Dinheiro Não É Brincadeira” com a colaboração do jornalista e ilustrador Claudio de Oliveira.

Cássia D’Aquino diz que a falta de jeito para lidar com finanças pode ser, no decorrer da vida, consertado e aprendido, mas o ideal é receber, ainda criança, educação financeira. As atitudes que funcionaram na infância e que levaram as pessoas a alcançar os objetivos desejados é que moldaram a mentalidade financeira que elas têm hoje.

O descontrole orçamentário na vida de uma família pode causar traumas e separação no ambiente familiar e no trabalho. Pensando nisso, o gibi aborda valores e comportamentos envolvidos no ganho e no uso do dinheiro no cotidiano das famílias.

“Família Poupe” é um trabalho da Cassia D’Aquino com a Citi Financial que mostra a importância da administração do dinheiro, sobretudo na percepção dos desejos de consumo. A cartilha fala sobre como obter o melhor proveito ao adquirir algo desejado e incentiva as atitudes empreendedoras. Assim, o gibi é um dos muitos instrumentos na educação das crianças e evita que elas se tornem pessoas mimadas.

Educação financeira nas escolas já mostra resultados e pode ajudar no combate à inflação.

O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram hoje (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.

Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.

Segundo o especialista do banco Rogeli Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. “O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]”, acrescentou.

O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.

O  Banco Central também apresenta um programa de Educação Financeira para jovens.

Educação Finaceira para jovens

Contato com o cidadão

O Programa de Educação Financeira do Banco Central (PEF-BC) envolve ações que visam propiciar orientação à sociedade sobre assuntos financeiros, destacando o papel do Banco Central como agente promotor da estabilidade econômica. O propósito é contribuir para que as pessoas entendam as relações que influenciam suas vidas na área da economia e das finanças.

Trata-se de um programa sintonizado com tendências de bancos centrais de outros países e de instituições financeiras modernas, que vêm aderindo a essa nova forma de contato com os cidadãos, independentemente do segmento social a que estes pertençam.

VEJA ALGUMAS POSSIBILIDADES

Água: economize no banheiro, elimine vazamentos, use a vassoura e não a mangueira para varrer a calçada, não deixe torneiras pingando e opte por modelos com sensores automáticos;

Alimentos: prefira produtos da estação, aproveite todas as partes de verduras e legumes, manuseio com cuidado os alimentos para não danificá-los, consuma produtos da região (ajudando a reduzir os custos de transporte), faça um cardápio para a semana (existe muito desperdício doméstico com frutas, legumes e verduras) e atenção à validade dos produtos;

Reciclagem: priorize produtos ambientalmente corretos, consuma somente o necessário, evite mercadorias com muitas embalagens, separe seu lixo para coleta seletiva, doe o que não serve mais para você, use os dois lados da folha de papel, imprima somente o necessário e use sacolas ecológicas quando for às compras;

Energia: economize ao lavar e passar roupa, lavando e passando uma grande quantidade de roupas de uma vez e não exagerando no sabão em pó. Use o ar condicionado com moderação, não deixe os aparelhos em ligado na tomada, diminua o tempo do banho, não abra muito a geladeira para ela gastar menos energia e use somente aparelhos com selo Procel;

Dinheiro: faça sua planilha de gastos mensais, prefira compras à vista, use o cartão de crédito com responsabilidade, pesquise as melhores ofertas, avalie bem quando comprar a prazo, não despreze as moedas e não consuma produtos piratas.

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NOSSA AMIGA SHEREZADE…CHEGA ESTIMULANDO CRIATIVIDADE E CORAGEM…

SHEREZADE…CHEGA ESTIMULANDO CRIATIVIDADE E CORAGEM…

Bom dia amigos… Trago para nossa troca de saberes de hoje… Um pouco da nossa  mundialmente conhecida, e especial contadora de histórias;- Sherezade:-

Um pouco da história de nossa heroína  – As Mil e uma Noites  surge com o apogeu do mundo árabe alcançado durante o reinado de Harum-el-Raschid, quinto califa da dinastia dos Abácidas, século VIII d.C.

Aladim e o gênio da lâmpada, Simbá, o marujo, e Ali Babá são alguns dos personagens que por três anos ajudaram, Sherazade, a manter-se viva  até que, por fim, estando o califa completamente apaixonado por ela e transformado interiormente pela beleza de suas histórias, liberta-se de sua depressão, suspende a pena, e a pede em casamento.

Os contos das “Noites Árabes” haviam servido a el-Raschid como verdadeira terapia! Este é o procedimento adotado desde a antigüidade pela medicina hindu, chamada Ayurveda, na qual os pacientes são convidados a meditar sobre contos de fadas para que suas mentes se purifiquem, condição prévia para que qualquer cura seja alcançada.

Sei que existe diferentes olhares sobre o poder das suas narrativas. Eu admiro sua criatividade. Vejo o seu modo de contar história muito interessante.  Ao decidir optar em postergar o final das histórias, claro que com o objetivo de salvar sua própria vida, porém pouco a pouco abranda os o ânimo do próprio sultão.

O seu modo de contar histórias presente nos dias de hoje nas novelas  televisivas. Ao assistirmos ou acompanharmos uma novela  sabemos que no final da novela o mocinho se sairá bem e ficará com a mocinha e viverão felizes para sempre.

Sabemos que os filmes mesmo os de terror, têm finais felizes, alguns deles já não nos surpreendem e,  no entanto, insistimos em assisti-los, acompanhando-os até o último momento.

Mantemos esta prática porque os sonhos nos dão vida. Gostamos de ouvir histórias. Quem sonha engrandece a alma. O sonho acorda as vontades e as vontades acordam a inteligência. Os sonhos revigoram as esperanças. Os fracos acordam revigorados porque o sonho apontou outros caminhos.

Esta conversa pretende ser uma reflexão que caminha e convida  para a afirmação da importância de ouvir e ler  histórias para as crianças e para todos nos ,  o poder das histórias nos leva adiante, nos ajuda a olhar com os olhos mais abertos. E o mais importante: as histórias salvam vidas. Sherazade, grande contadora de histórias, contou e encantou por 1001 noites salvando sua vida e a do sultão que aprendeu a amar de novo.

Os contos de fadas  são narrativas transparente do nosso mundo psicológico mais intimo de conteúdo muito mais rico que o mero teor moral encontrado na maioria das fábulas, são os contos de fada a fórmula mágica capaz de envolver a atenção das crianças, e nos adultos sentimentos e valores intuitivos que clamam por um desenvolvimento justo, tão pleno quanto possa vir a ser.



Os contos sempre foram popular como tradição oral. Não há como alcançar completamente seu sentido em termos puramente intelectuais, fato que nos desperta a percepção intuitiva. E contribui para sermos mais justos e generosos conosco, com nossas histórias e com os outros.

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