NATAL RENOVAÇÃO DE ANTIGAS ESPERANÇAS.

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Então é novamente natal…a festa cristã.

Penso que este redescobrimento do valor humano do ser, caminha para termos mais generosos da sociedade com um todo. Agregar valor humano para os cidadãos é um grande movimento que pode sugerir um novo caminhar da nossa tão contraditória humanidade. Terceirizar o valor da vida para quem quer que seja é desumano. Um brinde à humanização da vida pelas pessoas não por instituições. Vamos agregar qualidade de vida entre todos.   Natal tempo de espera e renovação de antigas esperanças.

 

NATAL. TRAGO COMIGO…

Amigo…UM DOCE VIVER COM SAUDADE DE VOCÊ!!

Amigo você  quece e conforta meu corpo e minha alma quando penso que a festa cristã seja acompanhada por um sentimento de humanidade triplicada. Com generosidade gratuita com saúde favorável. Que tenha clima amigável, alegrias compartilhadas, com pretensão de solidariedade entre todos para sempre. Trago comigo uma inquietude que manifesta a pretensão de pensar que, ter consciência do nosso querer interior, saber do nosso mais verdadeiro querer, seja uma ponte forte e estimulante que pode criar possibilidades de reconstruir uma festa cristã verdadeiramente regada de solidariedade. Sinto que o Querer é pessoal, intrasferível, essencial e fundamental. O Querer é frequentemente o inicio de tudo…é um prazer querer estar com você.  

Lúcia di Fátima. Obrigada amigo! Obrigada por momentos felizes que vivemos juntos!  Natal Dezembro – 2012

Na semana passada estive pensando…sobre presentes…

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 fiquei pensando um pouco sobre a importância do presente simbólico…

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Mas com significado especial e certeiro...

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Assim como dos amigos reis magos…Que tal pensarmos…em presentes respeitosamente e fraternamente elaborados para os amigos. Os que estão por perto e os de longe.   jose-y-maria-sobre-un-burro

Que tal permitir que nossa consciência…fique alguns minutos pensando sobre amigos especiais!?

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…QUE O HOMEM SEJA LIVRE,QUE A JUSTIÇA SOBREVIVA,AI,AI…

PESSOAS LINDAS SÃO SEMENTES QUE PRODUZEM COISAS BELAS.  TRAGO COMIGO UM FORTE, TERNO E CARINHOSO  ABRAÇO PARA VOCÊ.PESSOA LINDA!

O NATAL TAMBÉM É DO POVO

Então é Natal e nossos  estômagos e bolsos parecem estar em melhores condições de sobrevivência. Penso que  este país começa a experimentar o seu  ideal. Feliz Natal, a Todo o povo Brasileiro que, cante,senti,sofre e quer ser feliz.

É PRECISO QUE BRASIL RESPEITE, RECONHEÇA E VEJA O 

OS REIS MAGOS, SÃO NICOLAU E O PAPAI NOEL

POR ALGUM MOTIVO ESTAS FIGURAS ESTÃO  LIGADAS .OS REIS MAGOS,  SÃO NICOLAU  E  O   PAPAI  NOEL

Natal festa que envolve todos os cristãos. Uma das mais coloridas celebrações da humanidade. É a maior festa dos cristãos. Não há quem consiga ignorar a data por mais que conteste a importação capitalista norte-americana nos simbolismos: neve, Papai Noel vestido com roupa de lã e botas, castanhas, trenós, renas.Os que pensam ser contra, os momentos da festa acabam fazendo, pequenas contradições. Um “presentinho” aqui, outro acolá.  Umas estrelinhas de Belém na porta,de casa normalmente dizem que ganharam de alguém, uma luzinha, um mimo para marcar a celebração da vida, que é o verdadeiro sentido da festa de Natal.

Não esquecendo o consumismo, tão marcante. O Natal sempre relembra os símbolos sagrados do dom, do mistério e da gratuidade.

Já postamos aqui sobre , as comemorações festivas do ciclo natalino vêm da Idade Média, quando a Igreja Católica introduziu, o Natal em substituição a uma festa mais antiga do Império Romano, a festa do deus Mitra, que anunciava a volta do Sol em pleno inverno do Hemisfério Norte.

A adoração a Mitra, divindade persa que se aliou ao sol para obter calor e luz em benefício das plantas, foi introduzida, em Roma no último século antes de Cristo, tornando-se uma das religiões mais populares do Império. Maria e José

Relembrando a narrativa da bíblia, um anjo anunciou para Maria que, ela daria a luz a Jesus, o filho de Deus. Na véspera do nascimento, o casal viajou de Nazaré para Belém, chegando à noite de Natal.

Como não encontraram lugar para dormir, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, ao lado de bois e cabras, Jesus nasceu sendo enrolado com panos e deitado em uma manjedoura.
Pastores que estavam próximos com seus rebanhos foram avisados por um anjo e visitaram o bebê.

Três magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso. Contam que, os Reis Magos eram inicialmente representados como dois quatro ou seis personagens, que eram apenas “magos”.

A partir do século IV ficou o número de três e somente no século VI aparece o título de “reis”.

No século XVI surgiram as características étnicas, identificando-os com os filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé, que, após o dilúvio povoaram toda a terra. Assim Baltasar, negro, representa a África. Melquior, branco, a Europa, e Gaspar, a Ásia.

Os Reis Magos que levaram seus presentes, OURO, INCENSO e MIRRA, ao Menino Jesus, se tornaram posteriormente também portadores de presentes, em geral limitados a necessidades da vida cotidiana, como alimentos, guloseimas e outras necessidades. Só no século XIX, os Reis Magos se tornaram distribuidores de presentes às crianças.

Reis Magos simbologia dos presentes

OUROO ouro, considerado um “metal nobre”, desde os tempos mais antigos, simboliza a realeza: poder, majestade, riqueza… – Oferecendo OURO ao Menino Jesus, os magos reconheciam sua Realeza. Esta Realeza, unida à sua Divindade recorda o Reino de Deus que Ele anunciaria durante os três anos de sua vida pública…

INCENSO

O incenso é uma resina produzida por algumas árvores orientais. Pura ou misturada com outras resinas ou produtos aromáticos, era queimada enchendo o ambiente de agradável aroma. Seu uso era frequente como símbolo de adoração a Deus e das orações que, como a fumaça do incenso, subiam aos céus. Mas também era usado como purificador de espaços fechados, como é o caso do antigo e famoso “Bota fumeiro” da Catedral de Santiago de Compostela (Espanha).

  Oferecendo INCENSO ao Menino Jesus, os magos reconheciam sua Divindade.

MIRRAComo o incenso, a mirra é uma resina. Ela é produzida por uma espécie de espinheiro. É amarga e produz a quem a consume, efeito anestesiante. A Bíblia narra  que os soldados que crucificaram Jesus, ofereceram-lhe vinho misturado com mirra. Mesmo que às vezes é apresentada como símbolo da imortalidade, porque era usada para embalsamar os corpos, simboliza o ser humano, sua fragilidade, seu sofrimento, suas dores, suas amarguras. Enfim, a vida do ser humano mortal.

Oferecendo MIRRA ao Menino Jesus, os Magos reconheciam nele o Deus-Homem, que, como ser humano, estava  sujeito a todas as incertezas humanas.

A resina que se obtém dos seus caules é usada na preparação de medicamentos, devido a suas propriedades antissépticas.

Os egípcios empregavam a mirra no culto ao deus Sol e como ingrediente na mumificação, uma vez que suas qualidades embalsamadoras já eram conhecidas. Até o século XV, era usada como incenso em funerais e cremações. É também utilizada em algumas celebrações religiosas como a missa. A sua fragrância também pode ser utilizada em incensos para dar um leve aroma de terra ou como aditivo para o vinho, uma prática descrita por Fabius Dorsennus, uma autoridade no assunto durante a Antigüidade.

Atualmente utilizam-se comercialmente os componentes da mirra em produtos como loções, pastas de dente, perfumes e outros cosméticos. A naturopatia ainda recomenda seu uso em cavidades orais no tratamento de infecções causadas por bactérias, fungos e vírus.

O ouro também pode representa a realeza (além da  providência divina para sua futura fuga ao Egito). Assim como o incenso pode representar a fé, pois o incenso é usado nos templos para simbolizar a oração que chega a Deus assim como a fumaça sobe ao céu. A mirra, resina antisséptica usada em embalsamamentos desde o Egito antigo, nos remete ao gênero da morte de Jesus, o martírio, sendo que um composto de mirra e óleos foi usado no embalsamamento de Jesus.

Na antiguidade, o ouro era um presente para um rei, o incenso para um sacerdote, representando

a espiritualidade e a mirra, para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a imortalidade).

Durante a Idade Média começa a devoção dos Reis Magos (e que são “baptizados”), tendo as suas relíquias sido transladadas no séc. VI desde Constantinopla (Istambul) até Milão. Em 1164, com os três já a serem adorados como santos, estas foram colocadas na catedral de Colônia, em Colônia (Alemanha), onde ainda se encontram.

Reis Magos simbologia dos presentes

Ouro (oferecido por Belchior): este representa a Sua nobreza;

Incenso (oferecido por Gaspar): representa a divindade de Jesus;

  Mirra (oferecido por Baltasar): a mirra é uma erva amarga e simbolizava o sofrimento que Cristo enfrentaria na Terra, enquanto salvador da Humanidade, também simbolizava Jesus enquanto homem.

Assim, os Reis Magos homenagearam Jesus como rei (ouro), como deus (incenso) e como homem (mirra) como já foi dito, o incenso simboliza o sacerdócio, o ouro a realeza e a mirra o sofrimento de Jesus na Terra. Contudo, também se tem entendido que estes produtos simbolizavam as várias idades do Homem: a juventude e fecundidade do trabalhador; a maturidade do guerreiro; e, por fim, a velhice do sacerdote.     O imaginário medieval (época muito propicia à criação de lendas) considera que o incenso, o ouro e a mirra, levados pelos Reis Magos a Jesus, eram provenientes das terras lendárias Preste João, que ficavam ao lado do Paraíso Terreno. Esta lenda do Preste João relaciona-se com a ideia de uma Sociedade Ideal, a criação de um Mundo Utópico, um mundo justo, sem carências e sem violências.Estes três presentes também faziam lembrar o entendimento que n Idade Média se tinha da Santíssima Trindade: o Pai era visto como o sacerdote, o Filho como o rei, e, finalmente, o Espírito Santo como produtor.

No Brasil, a cena do presépio foi apresentada pela primeira vez aos índios e colonos portugueses em 1552 por iniciativa do jesuíta José de Anchieta. A partir de, 1986 São Francisco é considerado o patrono universal do presépio.

“Fazer presépios é unir mundos”. O mundo animal, os homens e o mundo mineral (pedras e presentes) se unem na contemplação do nascimento de Jesus. Os reis Magos em uma interpretação mais recentes são lembrados como um símbolo da união dos povos: Gaspar, o negro: Melchior, o branco e Baltazar, o asiático.

As palavras de paz e serenidade de São Francisco trazem até nos o sentido verdadeiro do Natal: “Todos os homens nascem iguais…”

SOBRE OS REIS

Os três Reis Magos: Melchior, Baltasar e Gaspar.  Segundo a tradição, vieram  do Oriente observando a estrela de Belém.  Ao longo dos séculos, foram-se acrescentando a esse episódio uma série de dados para essas três figuras.

Acreditava-se que eram sábios astrólogos. A partir do século seis, porém, a Igreja passou a considerá-los reis e lhes nomeou pessoalmente, acrescentando a cada um deles características próprias. Melchior como o representante da etnia branca, europeia, e dos descendentes de Jafé; Baltasar representando etnia  amarela, habitante da Ásia e descendente de Sem, e Gaspar pertenceria a etnia negra da África e que teria como ascendente Cam. 

A igreja católica pretendia  mostrar com essa narrativa  que, mesmo povos distantes e de culturas diferentes reconhecem em Jesus o Messias, o salvador do mundo. A melhor descrição dos reis magos foi feita por São Beda, o Venerável (673-735), que no seu tratado “Excerpta et Colletanea” assim relata: “Melchior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur, terra dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltazar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia.

Quanto a seus nomes, Gaspar significa “Aquele que vai inspecionar”, Melchior quer dizer: “Meu Rei é Luz”, e Baltazar se traduz por “Deus manifesta o Rei”.

Estes três presentes também faziam lembrar o entendimento que n Idade Média se tinha da Santíssima Trindade: o Pai era visto como o sacerdote, o Filho como o rei, e, finalmente, o Espírito Santo como produtor.

Como se pretendia dizer que representavam os reis de todo o mundo, normalmente Gaspar é apresentado como negro, representando a África, mas também como rei da Índia; Melchior, rei da Pérsia; e Baltasar, rei da Arábia. Em hebreu, esses nomes significavam “rei da luz” (melichior), “o branco” (gathaspa) e “senhor dos tesouros” (bithisarea) representando as três raças existentes conhecidas.

Recebemos dos três Reis Magos a tradição de dar presentes, no Natal. No ritual da antiguidade o ouro era o presente para um rei, o  incenso para um religioso representando a espiritualidade e a mirra para um profeta (a mirra era usada para embalsamar corpos e, simbolicamente, representava a imortalidade). Melquior ofereceu ouro, Baltasar incenso e Gaspar mirra. Estes presentes confirmam o caráter de Jesus (rei, sacerdote e profeta) como símbolo do reconhecimento que aquela criança pobre que acabara de nascer haveria de se tornar um grande líder mundial e o salvador do mundo.

Em várias partes do mundo, há festas e celebrações em honra aos Magos. Com o nome de Festa de Santos Reis há importantes manifestações culturais e folclóricas no Brasil.

São Nicolau (de Mira e de Bari)

Nicolau é também conhecido por São Nicolau de Mira e de Bari. Venerado, amado e muito querido por todos os cristãos do Ocidente e do Oriente. Sem dúvida alguma, é o santo mais popular da Igreja. Ele é padroeiro da Rússia, de Moscou, da Grécia, de Lorena, na França, de Mira, na Turquia, e de Bari, na Itália, das crianças, das moças solteiras, dos marinheiros, dos cativos e dos lojistas. Por tudo isso os dados de sua vida se misturam às tradições seculares do cristianismo.

Filho de nobres, Nicolau nasceu na cidade de Patara, na Ásia Menor, na metade do século III, provavelmente no ano 250. Foi consagrado bispo de Mira, atual Turquia, quando ainda era muito jovem e desenvolveu seu apostolado também na Palestina e no Egito. Mais tarde, durante as perseguições do imperador Diocleciano, foi aprisionado até a época em que foi decretado o Edito de Constantino, sendo finalmente libertado. Segundo alguns historiadores, o bispo Nicolau esteve presente no primeiro Concílio, em Nicéia, no ano 325.

Foi venerado como santo ainda em vida, tal era a fama de taumaturgo que gozava entre o povo cristão da Ásia. Morreu no dia 6 de dezembro de 326, em Mira. Imediatamente, o local da sepultura se tornou meta de intensa peregrinação.

A tradição diz que os pais de Nicolau eram nobres, muito ricos e extremamente religiosos. Que era uma criança com inclinação à virtuosidade espiritual.  Quando jovem, desprezava os divertimentos e vaidades, preferindo frequentar a igreja. Costumava fazer doações anônimas em moedas de ouro, roupas e comida às viúvas e aos pobres. Dizem que Nicolau colocava os presentes das crianças em sacos e os jogava dentro das chaminés à noite, para serem encontrados por elas pela manhã. Dessa tradição veio a sua fama de amigo das crianças. Mais tarde, ele foi incluído nos rituais natalinos no dia 25 de dezembro, ligando Nicolau ao nascimento do Menino Jesus.

A sua figura bondosa e caridosa, símbolo da fraternidade cristã, mantém-se viva e impressa na memória de toda a cristandade.  São Nicolau nos exemplifica e recorda o seu grande amor às crianças e aos pobres e a alegria em poder servi-los em nome de Deus.

São Nicolau de Bari 

De tendências a vida monástica, na juventude realizou uma peregrinação rumo à Palestina e ao Egito e, logo depois de sua volta, por sua coragem e virtude foi eleito bispo de Mira, na Lícia, Ásia Menor.

Por ter pregado a verdadeira religião foi aprisionado pelos magistrados da cidade durante a perseguição aos cristãos pelo Imperador Diocleciano.

Libertado durante o reinado de Constantino, participou do Concílio de Nicéia (325) e ganhou fama como milagreiro. Suas relíquias ganharam fama de miraculosas, e foram transportadas no final do século XI por um grupo de mercadores italianos para a cidade de Bari, na Itália, onde até hoje são um santuário e, por isso, a designação final do nome.

PAPAI NOEL

Os holandeses, no século 17, levaram para os Estados Unidos o costume de presentear as crianças usando a lenda de São Nicolau – a quem eles chamavam Sinter Klaas. Os verdadeiros impulsores do mito de Santo Claus – nome que o Papai Noel recebeu nos Estados Unidos – foram dois escritores de Nova York. O primeiro, Washington Irving, escreveu em 1809 um livro em que São Nicolau já não usava a vestimenta de bispo, transformando-o em um personagem bonachão e bondoso, que montava um cavalo voador e jogava presentes pelas chaminés. Em 1823, um poema de um professor universitário, Clement C. Moore, enalteceu a aura mágica que Irving havia criado para a personagem, trocando o cavalo branco por renas que puxavam um trenó.

Ao longo do século 19, Santo Claus foi representado de muitas maneiras. Ele teve diferentes tamanhos, vestimentas e expressões, desde um gnomo jovial até um homem maduro de aspecto severo.

Em 1862, o desenhista norte-americano de origem alemã Thomas Nast realizou a primeira ilustração de Santo Claus descendo por uma chaminé, embora ainda tivesse o tamanho de um duende.

Pouco a pouco ele começa a ficar mais alto e barrigudo, ganhar barba e bigode brancos e a aparecer no Polo Norte.

O símbolo de Santo Claus foi logo utilizado pela publicidade comercial. Em 1931, a Coca-Cola encomendou ao artista Habdon Sundblom a remodelação do Santo Claus de Nast para torná-lo ainda mais próximo. Sundblom se inspirou em um vendedor aposentado e assim nasceu – o Papai Noel com as características físicas que conhecemos hoje.

luciadifatima trazendo… ♫ Então é Natal ♫…

 A festa  cristã. Comemorada  tradicionalmente no dia 25 de dezembro.

Diferentes agrupamentos familiares reunindo-se celebram o nascimento do menino Jesus. É uma data aguardada com ansiedade. As pessoas reencontram-se, também trocam presentes, ceiam juntos. As crianças esperam a chegada do Papai Noel. Alguns adultos também. As casas ficam enfeitadas com luzes e vários outros símbolos desta festa.

O significado do natal é religioso e cristão.  Nem sempre foi assim, o natal sofreu mudanças de significado no decorrer da história da humanidade. Sua origem era de festa pagã.  A Igreja católica toma esta data, a partir do século IV, como aniversário do nascimento de Cristo. O dia 25 apareceu pela primeira vez no calendário de Philocalus em 324, opção feita pelo Papa Júlio I, para cristianizar as grandes festas pagãs realizadas neste dia.

Hoje é uma festa religiosa para os cristãos. A palavra Natal quer dizer nascimento, e originou-se do latim. Para os cristãos é uma festa sem fronteiras. É o culto do nascimento, da bondade, da ternura, da vida e da reflexão.  Nesta festa aparecem vários símbolos e cada símbolo uma história. Trago comigo um pouquinho dos significados destes símbolos.ÁRVORE DE NATAL             – Feita com pinheirinho, decorada com laços vermelhos, bolas douradas e ou luzes, segunda a tradição cristã, representa a vida e a alegria que deve aparecer nas comemorações deste dia. Muito antes de existir o Natal, os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano em dezembro como um símbolo de triunfo da vida sobre a morte.  …Alguns autores acreditam que a existência da árvore de Natal, é anterior ao cristianismo.Na Saturnália (festival realizado no inverno em homenagem a Saturno, deus da agricultura), os romanos enfeitavam suas casas com pinheiros.
 Já o costume de ornamentar a árvore pode ter surgido do hábito que os druidas tinham de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades deste mesmo dia do ano.A árvore de Natal, no contexto que temos atualmente foi registrada em Strasbourg, Alemanha, no século XVI, quando todas as famílias, independente do seu poder aquisitivo, decoravam os pinheiros com papeis coloridos, frutas e doces. Após espalhar-se por toda a Europa, esta tradição chega ao continente americano em 1800.
A rainha Elizabete, da Inglaterra, no Natal oferecia uma grande festa, e recebia muitos presentes, pediu que os presentes fossem depositados em baixo de um pinheiro que havia no jardim.
O pinheiro é a única árvore que não perde as suas folhas durante todo o ano. Logo, a árvore de Natal passou a ser popular em todo mundo.

Contam os antigos, que quando Jesus nasceu, perto do estábulo onde ele se abrigava, havia três árvores que resolveram também presenteá-lo. A palmeira escolheu a maior e mais bela palma, e fez dela um abano para o menino.

A oliveira ofereceu o suave e perfumado óleo, para amaciar os pés do menino. E finalmente, o pinheiro, já tristemente conformado com a ideia de que não tinha nada a oferecer, pois suas folhas eram como agulhas, e poderiam machucar o menino, percebe que muitas estrelas tinham pousado em seus galhos, iluminando-o de tal forma, que o olhar de Jesus não podia resistir à beleza desta arvore, (por isso até hoje dizem, que o pinheiro foi escolhido como símbolo do Natal, devido à sua forma triangular, onde se representa a Santíssima Trindade).

Músicas

As letras falam sobre o nascimento de Jesus, valorizam a paz, amor e fraternidade que deve existir dentro de nós e transmitimos ao próximo.   A Igreja católica sempre deu muita importância para o valor da música. As primeiras canções natalinas datam do século IV e são cantadas até hoje na véspera de Natal.

Presépio

É a representação do local do nascimento de Cristo com as figuras do Menino Deus, de José, Maria, animais, pastores e magos. São montados em igrejas, residências, casas comerciais e lugares públicos. O primeiro presépio foi feito no ano, 1223 por, São Francisco de Assis, nas redondezas de Greccio, Itália. Dizem que, passeando por uma floresta, encontrou um estábulo abandonado. No outro dia trouxe para ele uma estátua de criança, colocando-a sobre a palha.  Os animais que acompanhavam o santo ficaram em volta da estátua. As pessoas da região foram ver o que estava acontecendo e entoaram cânticos natalinos. Como São Francisco via que as igrejas ficavam desertas na Noite de Natal, pediu ao papa para fazer uma réplica de gruta nos templos. Autorizado, montou o primeiro presépio com figuras humanas verdadeiras.

  São Francisco, então, celebrou uma missa em frente deste presépio, inspirando devoção a todos que o assistiam.   O costume se difundiu até chegar ao ponto de se reduzir seu tamanho e poder ser montado dentro das casas. O gesto de montar o presépio deverá vir acompanhado do propósito de reconhecer no Jesus-Menino de gesso, madeira ou outro material, uma lembrança do Filho de Deus, que veio nos libertar dos pecados.O presépio é uma linguagem visual para nos lembrar da vinda de Jesus para o meio de nós. A palavra “presépio” vem do latim e também significa estábulo, manjedoura. O presépio nos lembra de que Jesus escolheu um ambiente pobre e rude para nascer. Poderia tê-lo feito num palácio. O ensinamento que podemos tirar desse fato é o valor da simplicidade, docilidade e fé acima de tudo.

Advento

Antes da vinda. Tempo de preparação do Natal, para a vinda do Cristo-Menino. Os quatro domingos que antecedem o Dia de Natal. As famílias cristãs costumam fazer a preparação do Natal com a Coroa do Advento. Monta-se uma coroa de ramos de pinheiro adornada com fitas vermelhas, com quatro velas com igual distância entre uma e outra, simbolizando Jesus Cristo, a luz do mundo. A cada domingo, até o Natal, uma vela por vez é acesa por uma pessoa da família, antes do jantar . No quarto domingo todas as velas estarão acesas. 

Coroa do Advento ou Guirlanda

Guirlanda, grinaldas, festões e arranjos com folhagens nasceram com a superstição de que heras, pinheiro, azevinho e outras plantas ofereciam proteção, no inverno, contra bruxas e demônios. Seus ramos eram usados para afugentar a má-sorte. Representa a mandala, um diagrama em círculo lembrando que a nossa vida é um ciclo de nascimento e morte. Simbolizando a vida eterna e a paz, a guirlanda está presente na decoração natalina atual. Diz antiga lenda que se as pessoas passarem sob ela atrairão sorte para si. Ela é sinal de esperança e vida; sua fita vermelha representa o amor de Deus que nos envolve, e as velas acesas, a fé e a alegria.

A CEIA

O Natal significa comida na maior parte do mundo cristão. O simbolismo que o alimento tem na mesa no dia de Natal vem das sociedades antigas que passavam muita fome e encontravam em algum tipo de carne – o mais importante prato – uma forma de referenciar a Deus e a Jesus (ligada às palavras de Jesus: “Este é meu corpo”). Geralmente era servido porco, ganso – mais tarde substituído por peru, e peixe. Uma série de bolos e massas é preparada somente para o Natal e são conhecidos por todo mundo.

Sinos de natal

Para avisar a todos os povos o nascimento de Jesus.Os sinos emitem sons agradáveis e são ouvidos à distância, e são tocados em ocasiões geralmente festivas. Fazem parte do campanário das igrejas e também têm uso particular. Servem para enviar mensagens pelo ar. De modo geral, seu toque é festivo. Tocado por ocasião do Natal, nos lembra do fato de termos um Salvador que se fez homem, habitou entre nós e partiu deixando sua mensagem de amor e paz. Anuncia as boas vindas.

Guirlanda

São colocadas nas portas das casas simboliza a reunião da família em para comemorar o nascimento de Jesus menino.   Esta data faz parte da cultura cristã, o natal também é comemorado, em outros países em datas diferentes, mas com o mesmo sentido do natal com muita paz, alegria e amor.

O cartão de NatalA prática de enviar cartões de Natal surgiu na Inglaterra no ano de 1843. Em 1849 os primeiros cartões populares de Natal começaram a ser vendidos por um artista inglês chamado William Egly.

Os presentes

Existem muitas origens para este símbolo. Uma delas conta que São Nicolau, um anônimo benfeitor, presenteava as pessoas no período natalino. Outra tradição mais antiga lembra os três reis magos que presentearam Jesus. O dia e o motivo de dar e receber presentes varia de país para país.

Fios de prataConta uma lenda que, num determinado tempo e lugar, quando a Árvore de Natal ficou pronta, foi admirada pela família e os animais da casa. As aranhas que habitavam o celeiro também quiseram vê-la, mas foram impedidas. Durante a noite, quando todos dormiam, elas entraram por baixo da porta e não só viram a árvore, como subiram pelos seus ramos. Ao amanhecer, o Menino Jesus veio abençoar a árvore, e para sua surpresa viu que ela estava coberta de teias de aranha. Jesus, com seus dedos milagrosos, tocou nos fios da teia e eles ficaram prateados. Por isso, hoje é costume ornamentar a árvore com fios prateados.

Bolas coloridas É o enfeite tradicional da Árvore de Natal. Existem em várias cores, e geralmente são feitas de vidros. Representam os frutos da árvore, que é Jesus. São os talentos, os dons, as boas ações, o amor, o perdão, a esperança e a compreensão. Nossas atitudes são os frutos de nossa vida; como as bolas, refletem o que somos. Elas também simbolizam as graças que diariamente recebemos. A cada ano se desgastam no brilho, mas estarão cada vez mais cheias de lembranças e emoções acumuladas.

EstrelaÉ usada na ponta da Árvore de Natal para nos lembrar da Estrela de Belém, que guiou os reis magos até a manjedoura de Jesus. Tem quatro pontas, representando o norte, o sul, o leste e o oeste. É sempre usada como símbolo de alegria, de guia, para despertar e atrair. A estrela é luz permanente. Representada com cinco pontas lembra o ser humano: braços e pernas esticadas e a cabeça, onde está à vontade. Também é encontrada com seis pontas, que é sinal de paz. A estrela que guiou os três reis magos até a estrebaria onde Jesus estava também  significa o brilho que deve haver em nossas vidas.

VelasElas simbolizam Cristo, a luz do mundo, que devemos imitar. É uma tradição nórdica. No início as famílias fabricavam suas velas, usando a cera pura fabricada por abelhas, conservando sua cor natural. A chama cintila, serpenteia, atrai e ilumina nosso ser.

Então… sabendo que uma parte de mim…admira alguns rituais desta festa, trago algumas lembranças…

Lembranças

Memórias

Muita saudade

Também  esperança

BISCOITO DE GENGIBRE

Histórias que vem de longe

Um dia perguntei pra minha mãe:

– Mãe de onde vem a história do “bonequinho  que parece biscoito”?

Minha mãe que é uma senhora que ama conversar e responder com  cuidado o que lhe perguntam. Aproveitou o momento e contou várias coisas sobre a origem deste conto.

Trago comigo um pouco das lembranças da minha mãe. Ela conta que:

Existe  um conto sobre este ”Bonequinho de biscoito” O conto diz assim:The Gingerbread Man – Biscoito de gengibre

Um conto popular clássico

Era uma vez, uma mulher velha e seu marido que viviam sozinhos em uma pequena casa antiga. O casal não teve filhos,  a mulher decidiu fazer um biscoito de gengibre com formato de  menino .Ela cuidadosamente misturou a massa, rolou a massa e cortou com um formato de menino. Ela acrescentou açúcar de confeiteiro para seus cabelos, boca e roupas, e  usava clips de doces para os botões e os olhos. A velha colocou-o no forno para assar. Depois que ele ficou totalmente feito, ela lentamente abriu a porta do forno.  O biscoito saltou  de gengibre saltou do forno, e  correu para fora saindo pela janela, dizendo: “Corre, corre, tão rápido quanto você pode!
Você não pode me pegar!
Eu sou o Gingerbread Man! “

A velha e o velho correram  atrás dele, mas não conseguiram pegá-lo.Enquanto corria, o Gingerbread man encontrou um porco que disse: “Pare! Pare! Eu quero comer você!” E o Gingerbread man respondeu: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o gingerbread man!”Mais à frente, o Gingerbread man encontrou uma vaca faminta, que também queria comê-lo. E ele repetiu: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o Gingerbread man!”E todos corriam atrás do Gingerbread man: a velhinha, o marido da velhinha, o porco e a vaca, mas ninguém conseguia alcançá-lo. E então um cavalo também viu o Gingerbread man e disse: “Pare, homenzinho! Eu quero comê-lo!” E o Gingerbread man falou mais uma vez: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o Gingerbread man!”Então o cavalo também começou a correr atrás do Gingerbread man. O pior é que o Gingerbread man percebeu que estava correndo em direção ao rio. Ele pensou: “Oh, não! O rio! Agora eles vão conseguir me pegar! Como eu vou conseguir atravessar o rio?” Foi nesta hora que uma esperta raposa saiu de trás da árvore e disse: “Eu posso ajudar você a atravessar o rio. Pule no meu rabo e eu nado até o outro lado.”Gingerbread man, desconfiado, perguntou à raposa: “Mas você não vai querer me comer?” E ela respondeu; “Claro que não! Eu só estou tentando ajudar!” O Gingerbread acreditou na raposa e pulou no seu rabo. Mas a raposa disse: “Você é muito pesado. Pule nas minhas costas, para eu poder nadar.” E ele pulou. Quando estavam no meio do rio, a raposa disse: “Você é muito pesado. Pule no meu focinho!” E o gingerbread man pulou no focinho da raposa.Quando chegou à outra margem, a raposa jogou o Gingerbread man para o alto, com a intenção de agarrá-lo com a boca, para poder matar a sua fome. Mas o Gingerbread man era mais esperto do que a raposa e saiu correndo, dizendo: “Corra! Corra! Corra o mais rápido que puder! Você não pode me pegar! Eu sou o Gingerbread man!” Mas a raposa escorregou na margem do rio, caiu na água e foi levada pela correnteza. E assim, desde esse dia, o Gingerbread man corre por aí, sem que ninguém consiga pegá-lo.
Fim!  Existem várias versões. Nelas sempre a raposa acaba comendo o biscoito de gengibre. Você elege a que mais lhe agrada.Duas das primeiras versões a aparecer na imprensa eram “O Pancake” coletado por Peter Asbjørnsen e Jorgen Moe na Noruega, em meados de 1800 e “The Thick, Fat Pancake” coletados pelo Colshorns na Alemanha e publicado em 1854. “The Pancake Fugindo” foi a versão mais popular no continente europeu no século 19. The Gingerbread Man se tornou mais popular nos Estados Unidos durante esse tempo.  Trinta e três versões são citadas em  irlandeses . Existem versões citadas da Escandinávia, Holanda, Alemanha, Rússia e Eslovénia” (Briggs 1970).

Este conto lembra o papel das mulheres como contadoras de histórias e chefes de cozinha, onde é feito de pão de gengibre. O conto essencialmente celebra as artes domésticas, habilidades culinárias, especialmente, bem como a capacidade de criar vida.   Conto cumulativo sobre um objeto e, finalmente, fugindo comido é generalizada e popular em muitas áreas, talvez em parte devido à sua adequação e simplicidade como uma história infantil. Usa a repetição e o ritmo, e isso inclui conflitos e ação. Um homem de gengibre é uma forma de biscoito de gengibre, comumente apresentada no natal. O homem biscoito tradicional, pode ser apresentado liso, vestido com pedaços de açúcar ou gelo, ou com balas de formar suas principais características. Pão mulheres também são feitos, embora o homem de pão de gengibre seja muito mais comum. Decorações de natal  muitos incorporam no  boneco de gengibre. Convencionalmente, o boneco de gengibre é feito com as pernas ligeiramente afastadas e braços estendidos. A história do Gigerbread man, o biscoito de gengibre em formato de boneco, tem sua origem no período medieval, com a receita holandesa do  Lebkuchen, o pão de gengibre.  Esses doces também já tiveram momentos de realeza, quando, em uma noite de Natal, a Rainha Elizabeth Iª, da Inglaterra, ordenou que fizessem biscoitos de pão de mel e gengibre com as feições dos convidados.O homem de pão de gengibre,  aparece então  pela primeira vez na corte da rainha Elizabeth I ª, que apresentou os cortesãos, com aparência de pão de gengibre de si mesmos. O hábito da rainha da brincadeira com o seus convidados  dá a este conto algum crédito.  Este exemplo do homem de gengibre foi, provavelmente, mais escura e mais saborosa do que a versão que estamos acostumados, bem como mais espessa. Cozinheiros da Rainha Elizabeth Iª aproveitaram as oportunidades para a decoração luxuosa, e os homens de gengibre eram  distribuidos com decoração  folheada a ouro e outros estranhos toques decorativos.    A história do Gigerbread man, o biscoitinho de gengibre em formato de boneco, tem sua origem no período medieval, com a receita holandesa do  Lebkuchen, o pão de gengibre.Conta a tradição que foram monges católicos os primeiros a fazerem os bonecos-biscoitos. Gingerbread é uma palavra usada para nomear os doces feitos com gengibre e mel ou melado. Esses podem variar desde bolos e pães  até biscoitos. Nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, têm, tradicionalmente, o formato de boneco, com bordas decoradas de glacê.

O homem de pão de gengibre também tem uma longa história na Europa continental, onde apareceu como uma decoração da árvore de natal e de férias em cenas elaboradas.O homem de pão de gengibre, muitas vezes tinha uma casa de pão de gengibre para  viver, com animais de gengibre, árvores e enfeites feitos de doces e gelo. Especialmente na Alemanha, gingerbread decorações de natal são muitas vezes bastante elaborado, resultante de uma tradição do século 16 de criações fantásticas de gengibre, popularizada por contos de Grimm e da história de Hansel e Gretel.   

No século 17, Nuremberg, na Alemanha, tornou-se conhecida como a capital de gengibre, graças às cenas de gengibre elaborado que os padeiros da cidade  criaram, que incluiu casas de gingerbread complexas, animais e pessoas decorado com folhas de ouro, alumínio e outros decorações. O  homem de pão de gengibre, provavelmente alcançou seu apogeu durante este período, em que só os padeiros de pão de gengibre profissionais deviam fazer pão de especiarias, exceto durante a época do natal, quando as regras foram relaxadas. 

GENGIBRE

Ginger – o caule subterrâneo ou rizoma, da planta Zingiber officinale – tem sido usado como um medicamento na Ásia, indiana, árabe e as tradições de ervas desde os tempos antigos. Na China, por exemplo, o gengibre tem sido utilizado para ajudar a digestão e tratar dores de estômago, diarréia e náuseas por mais de 2.000 anos. Ginger também tem sido usado para ajudar a artrite tratamento, cólicas, diarréia e doenças cardíacas.Além de ser usado como um medicamento, o gengibre é utilizado em todo o mundo como um tempero para cozinhar importante. Ele também tem sido usado para ajudar a tratar o resfriado comum, gripe-com sintomas, dores de cabeça, e períodos menstruais dolorosos.Ginger é nativa da Ásia, onde ele tem sido usado como uma especiaria cozinhar por pelo menos 4.400 anos. 

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