A chama forte apagou. Deixa uma tristeza profunda.Paz Nelson Mandela.

A chama forte apagou. Deixa uma tristeza profunda. Movimenta o desejo de justiça, dignidade, liberdade e igualdade.

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Ex-presidente sul-africano Nelson Mandela  morreu nesta quinta-feira 05/12/2013 foi um choque dolorido saber da sua partida. O líder sul-africano Nelson Mandela, falecido nesta quinta-feira.

Segundo Nelson Mandela:

“Ninguém nasce odiando outra pessoa por causa da cor da sua pele, ou por causa de sua origem ou religião. As pessoas aprendem a odiar e, se elas aprendem a odiar, elas podem ser ensinadas a amar, porque o amor vem mais naturalmente para o coração humano do que o oposto” Nelson Mandela.

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Imediatamente tentamos relembrar tantas qualidades boas de um homem com a natureza de um líder que deixou para seu país um legado de liberdade e paz.

Ele descansa em paz nós sentimos mais uma vez a dor de perder. Um líder. Cheio de coragem capaz de influenciar muitos a viverem em paz.

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Perdemos o líder que   lutou pela justiça, pela liberdade e pela igualdade.

Deixa profunda saudade e tristeza. Foi um dos maiores humanistas do seu tempo, “gigante da justiça” que inspirou movimentos libertários em todo o mundo.

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“Muitos no mundo foram influenciados por sua luta a favor da dignidade humana, da igualdade e da liberdade. Mandela tocou nossas vidas de uma maneira muito pessoal e profunda”.

O legado de Mandela – 15 lições de vida, amor e coragem de Richard Stengel é um livro fácil de ler e com vários ensinamentos importantes não só a aplicar na nossa vida profissional como pessoal.

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Através de pequenas histórias baseadas na vida de Nelson Mandela, o primeiro presidente da África do Sul eleito democraticamente e também aquele que durante 27 anos viveu atrás das grades devido à sua luta contra o apartheid, o autor toca em pontos que todos nós temos, como líderes que somos, de ter em conta, de refletir e de os aplicar à nossa maneira.

1 – A coragem não é a ausência do medo

2 – Ser comedido

3 – Liderar pela frente

4 – Liderar por trás

5 – Adequar o traje ao papel

6 – Ter um princípio fundamental

7 – Perceber o bem que existe nos outros

8 – Conhecer o concorrente

9 – Manter os concorrentes por perto

10 – Saber  quando se deve dizer não

11 – Ver à distância

12 – O amor faz a diferença

13 – Afastar – se também é liderar

14 – Por que não as duas coisas?

15 – Cada um deve ter a sua “horta” para cuidar

 

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UBUNTU-LÍDERES-UBUNTU- AFRICANOS

UBUNTU

Nelson Mandela

Ubuntu é uma ética ou ideologia da África (de toda a África, em particular a palavra é de origem Bantu. É uma filosofia Africana que existe em vários países da África) que foca nas alianças e relacionamento das pessoas umas com as outras. A palavra vem das línguas dos povos Bantu; na África do Sul nas línguas Zulu e Xhosa. Ubuntu é tido como um conceito tradicional africano.

Uma tentativa de tradução para a Língua Portuguesa poderia ser “humanidade para com os outros”. Uma outra tradução poderia ser “a crença no compartilhamento que conecta toda a humanidade”e ainda “Sou o que sou pelo que nós somos”.

Uma tentativa de definição mais longa foi feita pelo Arcebispo Desmond Tutu:

Uma pessoa com ubuntu está aberta e disponível aos outros, não-preocupada em julgar os outros como bons ou maus, e tem consciência de que faz parte de algo maior e que é tão diminuída quanto seus semelhantes que são diminuídos ou humilhados, torturados ou oprimidos.

Princípios fundamentais da nova república da África do Sul

Ubuntu é visto como um dos princípios fundamentais da nova república da África do Sul (no Zimbabue por exemplo, Ubuntu tem sido usado como forma de resistência à opressão existente no país), e está intimamente ligado à idéia de uma Renascença Africana. Na esfera política, o conceito do Ubuntu é utilizado para enfatizar a necessidade da união e do consenso nas tomadas de decisão, bem como na ética humanitária envolvida nessas decisões.

Louw (1998) sugere que o conceito do Ubuntu define um indivíduo em termos de seus relacionamentos com os outros, e enfatiza a importância como um conceito religioso, assentando na máxima Zulu umuntu ngumuntu ngabantu (uma pessoa é uma pessoa através de outras pessoas) que aparentemente parece não ter conotação religiosa na sociedade ocidental. No contexto africano, isso sugere que o indivíduo se caracteriza pela humanidade com seus semelhantes e através da veneração aos seus ancestrais. Assim, aqueles que compartilham do princípio do Ubuntu no decorrer de suas vidas continuarão em união com os vivos após a sua morte.

UBUNTU

Bispo Tutu

Bispo Tutu perdoar faz bem à saude.

Bisto Tutu comissão da verdade

Treiler filme Invictos

Museu Sul Africano

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Dia internacional contra a discriminação racial 21 de Março

Trago comigo contibuições para pensar possibilidades de superação de preconceitos. Um pouco da história.

Instituido pela Organização das Nações Unidas no ano de 1966, o dia internacional contra a discriminação racial. foi criado na ocasião em que se completavam 6 anos do massacre de Sharpeville, na África do Sul, ocasião em que, 69 civis negros foram assassinados pela polícia sul-africana porque protestavam contra as péssomas condições de vida dos negros sob o regime do apartheid.

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Foi criado na ocasião em que se completavam 6 anos do massacre de Sharpeville, na África do Sul, ocasião em que, 69 civis negros foram assassinados pela polícia sul-africana porque protestavam contra as péssomas condições de vida dos negros sob o regime do apartheid.

Massacre

O ano de 1960 em diversos localidades do mundo, como EUA lutavam contra o racismo, sendo assim, ambos os países foram palco da desumanização das sociedades que geraram violências estruturais, clamarando atenção para as atitudes tomadas contra a população negra e africana no mundo.  Essa situação permite definir o governo sul-africano como uma ditadura da raça branca.

Massacre

As diferenças raciais foram juridicamente classificadas de modo a dividir a população de acordo com o grupo social a que pertenciam. A segregação assumiu enorme extensão permeando todos os espaços e relações sociais. Os casamentos entre brancos e negros foram proibidos. Os negros não podiam ocupar o mesmo transporte coletivo usado pelos brancos, não podiam residir no mesmo bairro e nem realizar o mesmo trabalho, entre outras restrições. Os brancos passaram a controlar cerca de 87% do território do país, o que sobrava se compunha de territórios independentes, mas paupérrimos, deixados aos grupos sociais não-brancos.

Tolerância sempre entre todos

Em 1990, o novo presidente conduz o regime sul-africano a uma mudança que põe fim ao apartheid. Neste mesmo ano, o líder negro Nelson Mandela, que desde 1964 cumpria pena de prisão perpétua, é posto em liberdade. Nas primeiras eleições livres, ocorridas em 1993, Mandela é eleito presidente da África do Sul e governa de 1994 a 1999.

Mandela

Neste dia poderíamos fazer  um momento de reflexão, para que ao mesmo tempo que continue valendo como referência da discriminação racial que a humanidade inteira deve consiga superar este preconceito. Fonte:Escrito por Tereza Gavinho

Apartheid

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo. Ele aconteceu na África do Sul de 1948 até 1990 e durante todo esse tempo esteve ligado à política do país. A antiga Constituição sul-africana incluía artigos onde era clara a discriminação racial entre os cidadãos, mesmo os negros sendo a maioria na população.

Apartheid

Em 1487, quando o navegador português Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, os europeus chegaram à região da África do Sul. Nos anos seguintes, a região foi povoada por holandeses, franceses, ingleses e alemães. Os descendentes dessa minoria branca começaram a criar leis, no começo do século XX, que garantiam o seu poder sobre a população negra. Essa política de segregação racial, O Apartheid, ganhou força e foi oficializado em 1948, quando o Partido Nacional, dos brancos, assumiu o poder.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

O Apartheid, atingia a habitação, o emprego, a educação e os serviços públicos, pois os negros não podiam ser proprietários de terras, não tinham direito de participação na política e eram obrigados a viver em zonas residenciais separadas das dos brancos. Os casamentos e relações sexuais entre pessoas de raças diferentes eram ilegais. Os negros geralmente trabalhavam nas minas, comandados por capatazes brancos e viviam em guetos miseráveis e superpovoados.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

Para lutar contra essas injustiças, os negros acionaram o Congresso Nacional Africano – CNA, uma organização negra clandestina, que tinha como líder Nelson Mandela. Após o massacre de Sharpeville, o CNA optou pela luta armada contra o governo branco, o que fez com que Nelson Mandela fosse preso em 1962 e condenado à prisão perpétua. A partir daí, o apartheid tornou-se ainda mais forte e violento, chegando ao ponto de definir territórios tribais chamados Bantustões, onde os negros eram distribuídos em grupos e ficavam amontoados nessas regiões.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

A partir de 1975, com o fim do império português na África, lentamente começaram os avanços para acabar com o apartheid. A comunidade internacional e a Organização das Nações Unidas – ONU faziam pressão pelo fim da segregação racial. Em 1991, o então presidente Frederick de Klerk não teve outra saída: condenou oficialmente o apartheid e libertou líderes políticos, entre eles Nelson Mandela.

Mandela

A partir daí, outras conquistas foram obtidas: o Congresso Nacional Africano foi legalizado, De Klerk e Mandela receberam o Prêmio Nobel da Paz (1993), uma nova Constituição não-racial passou a vigorar, os negros adquiriram direito ao voto e em 1994 foram realizadas as primeiras eleições multirraciais na África do Sul e Nelson Mandela se tornou presidente da África do Sul. Fonte: http://br.geocities.com/siteafricadosul/APARTHEID2.htm

Nelson Mandela

“O perdão liberta o coração. A reconciliação limpa o medo por isso é uma arma tão poderosa, …temos que surpreender com compaixão e generosidade”.

Nelson Mandela

Mandela, “passou 67 anos de sua vida se dedicando ativamente a promover e conseguir a mudança social” e por causa disso, a Fundação Nelson Mandela, de Johannesburgo, sugere que a partir de hoje, 18 de julho 2011 e todos os próximos anos, “as pessoas dediquem simbolicamente pelo menos 67 minutos de seu tempo para servir suas comunidades em qualquer coisa que quiserem”. Gente, vamos entrar nessa corrente.Fonte blog universo da Bia

Nelson Mandela

Filmes que contribuem para ampliar a reflexão

Borboletas Negras

Borboletas negras

Após presenciar um ato de violência contra crianças sul-africanas, a poetiza Ingrid Jonker escreveu o poema The Dead Child of Nyanga, que mais tarde foi lido por Nelson Mandela em seu discurso de inauguração do primeiro parlamento democrata da África do Sul em 1994. Sua história de inconformismo com o regime segregacionista do Apartheid e suas relações precárias com os homens – incluindo seu pai (Rutger Hauer), membro do regime – dão a tônica do filme dirigido pela Paula van der Oest.

Sinopse: Invictus acompanha o período em que Nelson Mandela (Morgan Freeman) sai da prisão em 1990, torna-se presidente em 1994 e os anos subsequentes. Na tentativa de diminuir a segregação racial na África do Sul, o rugby é utilizado para tentar amenizar o fosso entre negros e brancos, fomentado por quase 40 anos. O jogador Francois Pienaar (Matt Damon) é o capitão do time e será o principal parceiro de Mandela na empreitada.

Militantes presentes eternamente.

Albert Luthuli, Desmond Tutu, Nelson Mandela e Frederik de Klerk.

“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos.” NM

Nelson Mandela

O mais importante herói africano em vida, chama-se Nelson Rolihlahla Mandela. Lutou contra o sistema de apartheid na África do Sul, pais onde nasceu a 18 de Julho de 1918, na vila de Mvezo, Transkei. Formado em direito, foi presidente da África do Sul entre os anos de 1994 e 1999, após vários anos como recluso, com o famoso número 466/64.

O apartheid, que significa “vida separada”, era o regime de segregação racial existente na África do Sul, que obrigava os negros a viverem separados. Os brancos controlavam o poder, enquanto o restante da população não gozava de vários direitos políticos, económicos e sociais.

Com passes, somos escravos': manifestação de mulheres contra a obrigatoriedade do porte das infames cadernetas de registro.

O apartheid foi um dos regimes de discriminação mais cruéis de que se tem notícia no mundo.

ATIVIDADES PELA PROMOÇÃO  DA IGUALDADE RACIAL NO BRASIL E NO MUNDO MARÇO 2012

Denuncie!

A data também será marcada no Brasil pelo lançamento do Observatório da População Negra. O projeto, resultante de parceria entre a Faculdade Zumbi dos Palmares, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE) e a Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), irá catalogar as realizações dos afrodescendentes em diversas áreas produtivas e sociais no país.

 Informações da Faculdade esclarecem que o Observatório será aberto e público e irá realizar pesquisas sobre os resultados concretos das políticas públicas voltadas para a população negra, vai também reunir análises das informações coletadas e identificar avanços e barreiras nos segmentos de estudo. A primeira pesquisa será sobre a atuação dos estagiários da Zumbi dos Palmares em bancos de São Paulo.

 Em outras partes do globo, a data vai ser celebrada com base no tema “Racismo e Conflito”, proposto pela ONU. A intenção do organismo é visibilizar o fato de que o racismo e a discriminação, ainda hoje, estão no centro dos conflitos mundiais. De forma semelhante, a xenofobia também é responsável por genocídios, por crimes de guerra, crimes contra a humanidades e pelas chamadas limpezas étnicas.         Fonte.

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