OUTONO BRASILEIRO

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Construído sob o estatuto da escravidão, da exclusão, da dominação de homens por homens, de ricos em desrespeito aos pobres, da exploração, da vergonhosa cobranças  de impostos desviadas para o bem muito particular de quem manteve-se por séculos no poder, do preconceito, da corrupção, da falta de humanidade, da arrogância, da prepotência de muitos. O sistema educacional mantendo e produzindo injustiças e desumanidades por séculos. Estas manifestações ainda terão que enfrentar as mazelas construídas por este país. Termos que lidar com a subjetividade desta democracia que ignora e não tolera seus cidadãos  pobres, negros, índios, mestiços, sem  teto e miseráveis. A luta precisa continuar. Nossa responsabilidade é muito grande. O projeto que respeite o homem enquanto ser humano. Um socialismo do século XXI é um embrião que necessita sobreviver. A injustiças são muitas nosso compromisso é por longo tempo.É preciso Resistir.LFR. 1011316_382064838561209_981915848_n

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MOVIMENTO SIMBÓLICO

Amigos, trago comigo um tanto de preocupação,tristeza, dor e decepção. Andres Behring Breivik mostra ao mundo  a necessidade que temos de  construir com significado universal, o que, entendemos sobre a intolerância, o preconceito e a tolerância.

Estes conceitos são construídos dentro dos primeiros e  diferentes grupos de convivência, que as crianças pertencem. Breivik nos mostra através da dor a urgência, que esta discussão precisa ser garantida , por todas as nações.

A Noruega também nos mostra corajosamente a importância de optar por respeito humano entre todos e para todos. Breivik fez um  conto de dor  e terror.

A Noruega busca no movimento simbólico, posicionar-se contra o terror. As nações precisam relembrar para sempre, como nos contos de fadas, que é preciso garantir o direito à vida. É preciso garantir os direitos humanos. Relembrar para sempre.

Sabemos que esta discussão   é complexa, mas necessária.   Também sabemos que,  tolerância tem que ser acompanhada da responsabilidade.  É um conviver entre pessoas é particularmente difícil, mas necessário para nós definirmos como humanos.

Literatura Afro-Brasileira

Trago comigo para nossa troca de conhecimento, um pouco, do trabalho sobre a Literatura Afro-Brasileira…penso que vou ficar um tempo divulgando conhecimentos que estão sendo produzidos sobre a Cultura Afro-Brasileira . Pelo fato de ser um tema   ainda carente de divulgação e socialização…me desculpem…se estiver…cansando vocês prezados amigos.Os leitores deste livro vão conhecer um pouco da história da desigualdade e do preconceito racial no Brasil, o que os núcleos de estudos afro-brasileiros e indígenas de algumas universidades públicas estão fazendo para superar esses problemas quase sempre colocados para baixo do tapete e como a academia e a sociedade estão recebendo essas experiências de intervenção. O primeiro desses núcleos a ter sua experiência de intervenção multicultural analisada é o Leafro, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Depois vêm o Penesb, da Universidade Federal Fluminense, o Nepre, da Universidade Federal do Mato Grosso, o Neab-UFPR, da Universidade Federal do Paraná, e o Sempre Negro, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
O livro apresenta ainda relatos sobre a adoção do sistema de cotas na Universidade do Estado da Bahia e a política de educação indígena do Mato Grosso, uma análise da lei 10.639 à luz da abordagem do ciclo de políticas de Stephen Ball, as resistências à política de cotas na universidade e o resultado de uma pesquisa em que se mesclam juventude da Baixada Fluminense, religiosidade de matriz afro-brasileira e complexidade.

Livro de Ahyas Syss(org.)

Editora: Quartet

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